Sobre Mim

Sobre Mim

Wagner Hertzog de Oliveira é um reacionário cristão conservador, nascido a 19 de novembro de 1983 em Caxias do Sul, Rio Grande do Sul, onde sempre residiu. É colaborador de periódicos (jornais e revistas) e portais eletrônicos do Rio Grande do Sul, Paraná, Mato Grosso do Sul e São Paulo. Tem livros de poesia publicados, e é colunista musical do site belga Merchants of Air. Trabalha como redator, e esporadicamente exerce funções como editor e tradutor.

Fundamentos e propósitos: 

O Brasil vive uma agressiva e pérfida recessão em virtude das políticas - e da corrupção - dos recentes governos de esquerda que assaltaram o país, e de sua inerente incapacidade de compreender, gerenciar e assimilar elementares leis de mercado, fundamentais para o desenvolvimento da nação. O sistema socialista de economia centralizada tem como única atribuição o fato de ser o grande catalisador do colapso financeiro da nação, e por isso estamos onde estamos. Durante a gestão do PT, o governo financiou a consolidação de uma imponente economia de cartel através de recursos oriundos do BNDES, e o resultado desta perniciosa política financeira foi o soberano e desenfreado enriquecimento da elite governamental.
 
Com uma economia parasitada por estatais, monopólios, oligopólios e agências reguladoras, o Brasil não é uma economia de mercado. Na verdade, trata-se de um país socialista, embora os militantes da esquerda - perenemente encarcerados em um coletivo, colorido e confortável mundinho de ficção e fantasia, onde tudo é maravilhoso, sensacional, mágico e formidável - insista em rotular o Brasil como um país capitalista. No processo, quem padece diante dos corrosivos efeitos da centralizada economia de cartel é a iniciativa privada - em especial pequenas e médias empresas -, sempre tão demonizada pela esquerda, que pensa que rendimentos financeiros públicos e privados multiplicam-se milagrosamente sempre que algum "cool" e "descolado" militante da esquerda chique nacional reclama da opressão do capitalismo enquanto degusta um fino vinho francês de seu suntuoso apartamento de luxo em Ipanema. 
 
Sempre guiado pelos maiores economistas do século - como Milton Friedman, Friedrich Hayek, Ludwig von Mises e Murray Rothbard, entre outros - o Ultraconservador elucidará pautas e fórmulas econômicas liberais, que priorizam o indivíduo, a livre iniciativa e o livre mercado, ao invés do estado. O que a esquerda quer é uma sociedade sufocada pela escravidão estatal, onde a iniciativa privada se deteriora em um infinito manancial de impostos, alarmantes exasperações tributárias e demagógicas imposições burocráticas que ficam cada vez maiores, para saciar a gananciosa e assassina voracidade financeira do estado. Tudo para deixar a elite governamental cada vez mais abastada e ultra-rica. A única coisa que um governo de esquerda sabe fazer é tirar dinheiro de quem produz, para dá-lo a quem não produz absolutamente nada. Em contrapartida, a direita quer o indivíduo livre. Livre para empreender, livre para empregar, livre para construir, livre para criar, livre para pensar, livre para desenvolver. Esquerda é prisão e restrição. Direita é liberdade e iniciativa.   
 
O Ultraconservador, apesar de suas pautas econômicas, morais e ideológicas, é essencialmente apartidário. Não defende partidos políticos, tampouco militantes, não sendo vinculado a nenhum deles. Muito pelo contrário: com viés primariamente anti-estatista, considera o estado um mal a ser veementemente combatido, de todas as formas e maneiras possíveis, sob qualquer circunstância. Privatizar sempre, estatizar jamais. Nesta questão, é pontual e impreterível ressaltar a máxima do economista americano Murray Rothbard, que afirmava que empresas privadas são capazes de oferecer com qualidade e eficiência infinitamente superiores tudo aquilo que nos é "dado" pelo estado com dinheiro do contribuinte, e que governos são, em essência, organizações de roubo sistematizado. Portanto, O Ultraconservador existe com o propósito de levar esclarecimento e de lutar contra a estagnação econômica e a subversão moral arregimentadas com ferocidade pela esquerda vitimista, parasitária e totalitária, que consome e dilacera os recursos e a vitalidade de nosso país.

Objetivos a longo prazo: 

A completa e total erradicação do pensamento de esquerda da República Federativa do Brasil, bem como a supressão de todos os seus corrosivos e demagógicos elementos de doutrinação. A extinção do marxismo, do socialismo e do comunismo - e de sua insólita inversão de valores, onde quem produz menos deve ganhar mais - são compreendidas como fundamentais para o desenvolvimento de uma plataforma que viabilize a consolidação do progresso no Brasil. 
 
A completa e total erradicação do estado regulador altamente intervencionista - outro terrível inimigo, legítima progênie das políticas de esquerda -, em favor do estado mínimo, vem a ser outro tópico de fundamental importância a ser defendido. O estado regulador é essencialmente sufocante, parasitário, letárgico, burocrático e ineficiente. O estado mínimo tende a ser enxuto, eficiente, prático, pragmático e funcional. 
 
O inimigo - a esquerda, com seus movimentos coletivistas de manada, bem como todas as suas coleções de caríssimas, ineficientes e hilariantes políticas inúteis  - é autoritário, agressivo, antidemocrático, demagógico, arrogante, prepotente, intransigente, implacável, inflexível, hostil, bestial, sardônico, irracional, violento e beligerante, para não dizer completamente destituído de inteligência e capacidade de raciocínio. Possui uma incontrolável e insaciável sede de dominação e poder, mas encontrará uma sólida e diligente resistência, que não se curvará aos seus ditames malignos, brutais, dilacerantes, corrosivos, egoístas e destrutivos.
 
Em um país completamente esquerdizado - onde nem sequer existem partidos políticos de direita -, o conservadorismo consolida-se como a forma mais legítima de resistência, rebeldia e progresso. Não aceita restrições de liberdade, inversão de valores, idolatria política e ao contrário do inimigo - que possui uma ingênua visão de mundo idealizada e fantasiosa -, não tem receio em confrontar a brutalidade da realidade, e enfrentá-la da melhor maneira possível.
 
Ronald Reagan resumiu muito bem os valores e os propósitos do conservadorismo, quando disse que "a função do governo deve ser proteger a população, e não regulamentar cada aspecto de sua vida."

Valores defendidos:

  • Antissocialismo
  • Anticomunismo
  • Anti-islamismo
  • Anti-estatismo
  • Anti-esquerdismo
  • Anti-coletivismo
  • Individualismo
  • Estado Mínimo
  • Conservadorismo
  • Ultranacionalismo
  • Libertarianismo
  • Livre iniciativa
  • Livre mercado
  • Liberalismo clássico
  • Liberalismo econômico
  • Capitalismo Laissez-faire
  • Revogação do estatuto do desarmamento

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