Blog

Vida e morte nos Estados Unidos — Uma apologia do armamento civil sem restrições

Vida e morte nos Estados Unidos — Uma apologia do armamento civil sem restrições

A morte injusta de George Floyd — que deflagrou a onda de protestos mais violenta na história recente dos Estados Unidos — nos ensina muitas coisas. Em primeiro lugar, a violência policial é uma realidade. Policiais são agentes do estado, e nesta competência, eles não irão necessariamente mostrar zelo ou preocupação pela vida, pela segurança ou pela integridade física das pessoas que supostamente deveriam estar cuidando. Em segundo lugar, é fundamental que os cidadãos tenham liberdade para portar armas, para se defender de qualquer tipo de agressão ou ameaça, inclusive das agressões que partem do estado e de seus agentes.

Há vários anos atrás, um juiz americano — em decorrência da enorme incidência de suspeitos negros que morriam por culpa de ação policial imprudente, e muitas vezes criminosa — autorizou cidadãos afro-americanos a correr quando fossem abordados por policiais. Mas esse tipo de medida não é insuficiente para garantir a segurança. Os cidadãos devem ter total direito de portar armas para se proteger e salvaguardar as suas vidas e as vidas das pessoas que amam, especialmente em situações de ameaça.   

Por mais que possamos ter nossas críticas com relação aos Estados Unidos, essas críticas devem sempre ser coerentes e sustentadas pela realidade. Por mais que o governo federal americano seja nefasto — como são, em maior ou menor medida, os governos de todos os países —, é fundamental entender que o cidadão americano é uma vítima das arbitrariedades do seu governo, tanto quanto nós somos do nosso. Na verdade, sendo vítima da maior coalizão de banqueiros, lobistas, corporativistas e demagogos globalistas que o mundo já viu, o cidadão americano comum na verdade está em uma situação muito pior do que a nossa. O cidadão americano comum, portanto, merece a nossa empatia e o nosso sincero respeito. 

De forma muito similar ao que acontece aqui no Brasil, o governo americano é composto por uma elite de pessoas ricas e abastadas. O congresso americano é o mais caro do mundo, o congresso brasileiro é o segundo; 95% dos congressistas americanos são multimilionários. E tanto lá como aqui, todos os que estão diretamente inseridos na política trabalham pelos interesses dos seus senhores, os barões das oligarquias financeiras que comandam o diagrama econômico dos seus respectivos países, através do sistema político. No caso dos Estados Unidos, é pior ainda, pois lá tudo se movimenta ao redor dos interesses de poderosas plutocracias seculares, que controlam os principais bancos, corporações e conglomerados do ocidente.

Nos Estados Unidos — ao menos em alguns estados como Texas e Montana —, os cidadãos usufruem de plena liberdade para andarem armados; as únicas restrições são as áreas definidas como "Gun Free Zones", normalmente escolas e universidades, onde civis são proibidos de andarem armados. É normalmente nessas áreas que ocorrem ataques e tiroteios, como o que aconteceu em Columbine, em 1999. 

Nossa situação, aqui no Brasil, é drasticamente diferente. Nós não temos liberdade nenhuma para andarmos armados. Podemos dizer — sem nenhum exagero — que aqui foi institucionalizado o democídio da população. Criminosos tem total liberdade para andarem armados, para roubar, para matar, assaltar, esquartejar e estuprar. Se o cidadão comum, no entanto, ousa reclamar e exigir a sua liberdade de volta, que lhe foi violentamente sequestrada pelo estado autoritário, e ousa solicitar a restituição do seu direito de portar armas para sua legítima defesa, ele é ostensivamente demonizado pela sociedade doutrinada por movimentos e ideologias políticas contrárias ao armamento civil. 

Ou seja, aqui o sistema se empenha arduamente para institucionalizar a vulnerabilidade do cidadão comum a qualquer custo. Na prática, o desarmamento funciona em benefício dos criminosos. O desarmamento compulsório da população não traz segurança, muito pelo contrário. O desarmamento não apenas deixa a sociedade mais vulnerável, como contribui para um expressivo aumento da criminalidade. Por razões óbvias, o resultado atingido é justamente o contrário daquele que é proposto pelas autoridades do estado, pelos agentes políticos e pela militância ideológica. Na verdade, com o desarmamento a sociedade se torna vítima de mais violência. Afinal, os criminosos — tendo certeza absoluta que a população está desarmada, e portanto vulnerável — irão agir de forma implacável e impiedosa.

Assim sendo, o desarmamento os beneficia, pois contribui em deixar totalmente vulneráveis e indefesas suas possíveis vítimas. De maneira que é muito fácil constatar que o desarmamento compulsório da população — instituído por políticos e burocratas, que normalmente andam cercados por seguranças armados — irá incentivar toda a sorte de bandidos e malfeitores a agirem livremente.

Em uma sociedade como a nossa — na qual a população foi desarmada contra a sua vontade — a criminalidade será uma constante, porque os criminosos passam a encarar a população como um grupo de frágeis e indefesos cordeirinhos prontos para o abate. Sem nenhuma possibilidade de defesa, sem qualquer artifício que permite ao cidadão defender-se ou oferecer retaliação quando for atacado ou agredido, não há esperança real de proteção. O resultado é refletido exatamente na realidade em que vivemos, o de uma sociedade demasiadamente vulnerável a ação de criminosos. E justamente em decorrência disso, excessivamente violenta. 

Na prática, o desarmamento estimula a criminalidade, ao invés de reduzi-la. Com uma população que está desarmada, nenhum criminoso vai perder a oportunidade de assaltar, roubar, estuprar e matar, pois ele tem a certeza absoluta de que suas vítimas não terão capacidade alguma de se defender. Portanto, ele irá aproveitar-se dessas condições favoráveis. 

É necessário enfatizar também que — ao contrário do que a esquerda prega —, sociedades que tem pleno acesso a armas são muito mais seguras do que sociedades onde o estado busca consolidar o monopólio da violência. E explicar isso é muito simples. Sem querer parecer utilitarista, em qualquer aspecto da sociedade humana, a descentralização é e sempre será superior à centralização, sem qualquer comparação. Isso é especialmente importante na questão da segurança, pois envolve vidas. Por exemplo, quando uma pessoa é atacada ou agredida por um malfeitor, um vizinho armado pode prontamente socorrer a vítima muito antes da chegada da polícia. E isso pode fazer toda a diferença. 

Vou citar dois exemplos.   

No ano passado, um homem chamado Keith Kinnunen entrou armado em uma igreja em um subúrbio de Fort Worth, no Texas. Ele chegou na igreja atirando, e matou duas pessoas. Rapidamente, um membro da congregação que estava armado reagiu e atirou no criminoso, neutralizando-o imediatamente. Sua ação foi rápida, efetiva e pontual, e salvou a vida de todas as outras pessoas que estavam ali.

Agora imagine um outro cenário possível — se ninguém na paróquia estivesse armado, o assassino poderia facilmente ter matado todas as pessoas que estavam na igreja. Ou seja, o resultado teria sido muito diferente, muito mais trágico e deprimente. Sem sombra de dúvidas, o número de fatalidades teria sido muito maior.

Como havia na igreja uma pessoa armada, no entanto, a ameaça foi rápida e efetivamente neutralizada. Toda a ação durou apenas seis segundos. Esse caso é um excelente exemplo que mostra como o armamento civil realmente salva vidas.  

Outro exemplo a ser citado aconteceu também no Texas, na cidade de Sutherland Springs, em novembro de 2017. Coincidências a parte, ocorreu também em uma igreja. Tudo começou quando um psicopata chamado Devin Patrick Kelley chegou em uma igreja batista e começou a atirar em todas as pessoas que assistiam ao culto. Nisso, uma mulher de fora da igreja ouviu o barulho de tiros e foi correndo avisar o seu pai sobre o que estava acontecendo. O pai dela era ninguém mais ninguém menos que Stephen Willeford — instrutor de armas de fogo da NRA —, e assim que sua filha falou a ele que um barulho de tiroteio estava vindo da igreja, ele pegou a sua arma e foi correndo até o local.

Embora ele tenha conseguido neutralizar o psicopata, infelizmente Devin Kelley, o assassino, teve tempo para matar 25 pessoas e ferir outras 20. Inicialmente o assassino trocou tiros com Willeford, sendo atingido três vezes, até conseguir fugir em seu carro. Willeford então o perseguiu, juntamente com um homem chamado Johnnie Langendorff. Felizmente, Kelley — ferido por causa dos tiros que recebeu de Willeford — não conseguiu ir muito longe. Eventualmente, a polícia chegou ao local onde o carro de Kelley parou, e ao abrirem o veículo, o encontraram morto. O assassino não resistiu aos ferimentos que sofreu. 

Como é fácil constatar, se não fosse por Stephen Willeford — estando devidamente armado —, ter reagido prontamente, o assassino Devin Patrick Kelley poderia ter matado muito mais pessoas. Ele poderia facilmente ter feito mais vítimas fatais, se a intervenção pontual de Willeford, muito bem armado e preparado, não tivesse acontecido. Sua ação heróica salvou dezenas de vidas naquele fatídico dia. 

Em qualquer um dos casos citados, se não houvesse ninguém armado para intervir — e os cidadãos fossem inteiramente dependentes da polícia para se proteger —, ambas as tragédias teriam sido muito piores. 

As campanhas desarmamentistas que infestam a sociedade civil normalmente são oriundas da esquerda política. A esquerda infelizmente tem uma visão demasiadamente infantil e utópica de mundo. Esquece de levar determinados fatores em consideração ao analisar a questão da segurança — tanto coletiva quanto individual — sob uma conjuntura mais ampla. 

A esquerda diz que busca favorecer a educação. Esquerdistas acreditam que com educação, os crimes podem ser reduzidos ou até mesmo podem desaparecer por completo. Só que isso não é verdade. A esquerda fala isso porque acredita ingenuamente que todos os crimes se originam da pobreza e da necessidade, mas isso é uma fantasia. Os crimes se originam quase todos da maldade, e — por mais educados que os cidadãos de uma sociedade possam ser —, é impossível eliminar a maldade da equação humana. Seres humanos extremamente instruídos cometem crimes graves diariamente; não obstante, a esquerda não apenas reluta como recusa-se terminantemente em reconhecer que a natureza humana é inerentemente maligna. Isso acontece porque a esquerda, como filosofia, não é nenhum pouco realista, antes o contrário. É demasiadamente romântica e utópica.   

A esquerda também é contrária ao armamento civil, porque não quer que armas caiam em mãos erradas. Esquerdistas acham que dessa maneira acidentes podem ser evitados; também são da opinião — e estão corretos neste ponto — que pessoas mentalmente desequilibradas não deveriam ter acesso a armas, pois isso poderia resultar em tragédias. E, ainda que estejam certos nesse ponto, é moralmente errado proibir todas as pessoas de terem acesso a armas, porque algumas poucas pessoas, em função de transtornos mentais, realmente não deveriam ter o direito de possuí-las.   

Sua ideologia romântica e sua visão otimista e poética sobre o ser humano não a permite ver o quão maligno e perigoso é o mundo em que vivemos. A esquerda comete um erro implacável ao recusar-se a reconhecer que vivemos em um mundo sórdido e iníquo — infestado de malevolência — e que todas as pessoas tem o direito de resguardarem-se do mal, protegendo-se da forma que julgarem necessário, inclusive com armas. Ao negar enfaticamente a existência do mal e afirmar a todas as pessoas que elas não precisam se defender, a esquerda nega a própria realidade, com todas as suas complexidades e ingerências.   

Ao mesmo tempo, a esquerda persiste em afetar uma visão romântica dos seres humanos, exercendo condescendência até mesmo com criminosos que cometeram crimes bárbaros e cruéis. Por essa razão, a esquerda é a favor da reabilitação, da ressocialização e é contra a pena de morte. A sua fé desmesurada e irrealista na humanidade a faz crer que todos os criminosos podem ser recuperados, reabilitados e ressocializados, até mesmo os criminosos mais sádicos, impiedosos e cruéis; não raro, no entanto, a esquerda demonstrou estar equivocada. Muitos criminosos que receberam indulto foram soltos e tornaram-se reincidentes, pois voltaram a cometer crimes. E assim, fizeram vítimas que — nas circunstâncias adequadas — poderiam ter permanecido em segurança, caso os contraventores em questão tivessem permanecido encarcerados. 

Quando reconhece que crimes são cometidos e que a sociedade não é inteiramente segura, a esquerda insiste para que apenas policiais tenham armas e que as pessoas confiem e recorram á polícia quando são vítimas de crimes. Acontece que a urgência de determinadas situações exige reação imediata, não permitindo às pessoas que se deem o luxo de esperar pela polícia. Essa reação imediata — que exige na maioria dos casos o exercício da legítima defesa com uma arma de fogo — muitas vezes é a diferença entre a vida e a morte.    

Para todos os efeitos, a esquerda parece ser incapaz de compreender que a polícia não serve para prevenir crimes. A polícia normalmente atende uma ocorrência depois que o crime já foi consumado; e normalmente aparece para recolher cadáveres, burocratizar a cena do crime e registrar o delito.

É fundamental entender que a polícia está inserida em um cenário de segurança pública, e não de segurança individual. Só que a esquerda — confusa como sempre é e sempre foi — mistura as coisas. Fato é que segurança pública e segurança individual são duas coisas completamente diferentes, e uma atribuição não anula a outra.

Seja como for, é perfeitamente legítimo o cidadão exercer o seu direito natural de andar armado para se proteger e defender a sua vida, a sua família e até mesmo a sua comunidade. Ser contrário ao armamento civil é desejar colocar pessoas inocentes em uma condição de vulnerabilidade compulsória, tornando-as impotentes diante de cenários potencialmente perigosos. 

Os dados comprovam muito bem como o armamento civil é uma política salutar. Nos Estados Unidos ocorrem cerca de 30 mil homicídios por ano. O Brasil registra o dobro, aproximadamente 60 mil, tanto que o Brasil está entre os dez países mais violentos do mundo. E é necessário enfatizar que os Estados Unidos tem uma população muito superior a do Brasil. A população total dos Estatos Unidos é estimada em aproximadamente 328 milhões de habitantes, ao passo que a do Brasil fica em aproximadamente 208 milhões. Ou seja, o Brasil — mesmo tendo uma população muito inferior a dos Estados Unidos — registra um número de homicídios consideravelmente mais elevado.

Contrário ao que determinadas ideologias apregoam, os dados factuais comprovam que o armamento civil funciona, e deixa definitivamente a sociedade mais segura. E é fundamental enfatizar que é imoral tentar proibir — seja pelos meios que forem — os cidadãos de exercerem o seu direito inalienável à legítima defesa. 

Militantes de esquerda, infelizmente, parecem desprezar fatos concretos, tanto quando parecem ser incapazes de compreender as ingerências da realidade. Muitos na verdade não se importam com a segurança das pessoas; sua prioridade é a ideologia, e a submissão total da população a um estado autoritário, que detém o monopólio da força. Dado que vivem em uma utopia completamente incompatível com a realidade, é perda de tempo tentar colocar prudência na mente de militantes de esquerda. Sendo pessoas de mentalidade simplória, eles realmente acham que quanto mais armas houver em uma sociedade, mais violenta ela será; quando na realidade o que acontece é justamente o contrário. Visto que é da natureza humana evitar conflitos, um número maior de armas sempre vai tornar a sociedade mais segura. Em primeiro lugar, porque a descentralização contribui para a uma dinâmica de segurança mais abrangente dentro de uma comunidade. E em segundo lugar, sabendo que boa parte das pessoas não só pode como de fato está armada, criminosos se tornarão mais inibidos porque para eles os riscos serão maiores. Consequentemente, eles cometerão menos crimes. 

É verdade que o que muitos militantes de esquerda querem de fato é um estado totalitário — tirânico e onipotente —, que destrua todos os seus opositores políticos, e esmague com virulenta mordacidade todos aqueles que ousarem se opor ao seu nefasto e inflexível despotismo. Aí chegamos a outra forte razão do porquê devemos cultivar o hábito do armamento civil. 

O armamento civil é fundamental para combater o totalitarismo de estado. Apenas uma sociedade fortemente armada pode conter a inerente voracidade despótica que todo estado carrega dentro de si. Aliás, essa foi uma das razões pelas quais a constituição dos Estados Unidos garante aos cidadãos o direito de andarem armados, e até mesmo formarem milícias para se proteger, caso o estado tente usurpar os seus direitos naturais.

Vimos isso acontecer recentemente no estado da Virgínia. Lá, há alguns meses atrás — pelo fato dos democratas terem se tornado a maioria tanto na Câmara de Delegados quanto no Senado — o governador decidiu implementar uma política compulsória de desarmamento da população, uma medida que viola frontalmente a constituição americana.


Rapidamente, cidadãos armados reagiram em protesto contra essa nefasta medida autoritária. Em questão de pouco tempo, até mesmo cidadãos de outros estados americanos se juntaram aos cidadãos que protestavam na Virgínia, por receio de que os governadores dos seus estados decidissem implementar políticas similares, justamente para evitar uma reação em cadeia.

No estado da Virgínia, rapidamente diversos condados se tornaram santuários da segunda emenda, e teve até mesmo um condado que aprovou uma resolução de milícia. Isso sim pode ser considerado genuína resistência popular contra o totalitarismo estatal, que busca destroçar as liberdades individuais, para se tornar um leviatã brutal e onipotente, que governa de forma discricionária e arbitrária toda a sociedade.

Mais recentemente, americanos armados no estado do Michigan invadiram o parlamento para exigir o fim da quarentena. Devidamente armados, as autoridades não tiveram opção a não ser ouvir as demandas dos cidadãos. Lá, milícias de cidadãos armados resguardam e protegem pequenos negócios — garantindo que permaneçam em atividade —, protegendo-os do lockdown compulsório. 


A verdade é que cidadãos armados tem poder e é por essa razão que o estado se empenha tanto em desarmar a população.

Essa é exatamente uma das razões pelas quais os cidadãos devem exigir o seu direito inviolável de estarem e andarem armados, quer o estado permita isso ou não. É isso o que realmente preserva os direitos individuais, e sua capacidade de lutar por eles, toda a vez que o estado quiser suplantá-los; por essa razão a constituição americana garante aos cidadãos o direito de preservar essa liberdade, se necessário reservando-se até mesmo o dever moral de lutar de forma agressiva e violenta contra o estado, para conservá-la.

Do outro lado da moeda, a Venezuela é um excelente exemplo do que acontece quando os cidadãos são plenamente desarmados. Podemos aprender muito com o caso venezuelano. O estado totalitário transforma todas as pessoas da república em desnutridos e moribundos escravos famélicos do regime, e — estando todos os cidadãos desarmados, portanto impotentes — ninguém pode fazer absolutamente nada para reverter essa situação. É exatamente isso o que um estado totalitário quer.

Apenas cidadãos plenamente armados podem se proteger da voracidade ditatorial e despótica de um governo totalitário, determinado a suprimir e destruir as liberdades individuais.
O armamento civil é belo e moral. Uma necessidade primordial legítima e irrevogável. Nessa questão, ao menos — o direito pleno de ter e possuir armas —, os Estados Unidos permanece sendo um ótimo exemplo para o resto do mundo, embora infelizmente alguns estados americanos estejam retrocedendo nessa questão. 

Infelizmente, conforme vários estados adotam políticas cada vez mais restritivas — por implementarem gradualmente complexas e desnecessárias regulações arbitrárias que dificultam aos cidadãos o acesso a armas —, o espírito aguerrido e combativo dos americanos, cuja maioria não é de se sujeitar de forma passiva e subserviente aos abusos e ingerências do estado, muito diferente do comportamento apresentado pelos cidadãos brasileiros, é um formidável exemplo a ser seguido por todos aqueles que aspiram verdadeiramente à genuína liberdade, à preservação da vida e de valores morais e sociais.

Armamento é vida, direito à defesa, à liberdade e a proteção. Temos a obrigação moral de lutarmos pela liberdade, enquanto ainda temos essa possibilidade. 

Compartilhe esse texto:

Sobre Mim

Sobre Mim

O Ultraconservador é um reacionário cristão antissocialista, anticomunista, antimarxista e antiestatista. Um indivíduo sem medo do establishment socialdemocrata ditatorial, corrosivo e totalitário. É colaborador de periódicos (jornais e revistas) e portais eletrônicos do Rio Grande do Sul, Paraná e São Paulo.