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Vacinas, mortes, efeitos colaterais e a criminosa omissão da mídia

Vacinas, mortes, efeitos colaterais e a criminosa omissão da mídia

As grandes corporações farmacêuticas irão lucrar bilhões de dólares com a imunização da população. Não é sem razão ou motivo que o lobby farmacêutico está mais forte do que nunca no sistema político. Para conter a suposta "pandemia" de coronavírus, diversas vacinas foram confeccionadas em um período de tempo demasiadamente curto, e agora muitas pessoas estão pagando com a própria vida pela sua imprudência.

É fato incontestável que, logo depois que a vacinação em massa começou, muitas pessoas passaram a morrer. A enfermeira americana Tiffany Pontes Dover — que desmaiou dezessete minutos depois de tomar a vacina da Pfizer — simplesmente desapareceu. Gregory Michael, um médico americano de 56 anos, morreu duas semanas depois de ser vacinado. A enfermeira portuguesa Sonia Azevedo morreu dois depois de receber a vacina. Todos receberam a vacina da
Pfizer-BioNTech, que até o momento provou ser a mais letal de todas as vacinas confeccionadas.

Uma celebridade do Baseball americano, Hank Aron, morreu dezessete dias depois de ser vacinado. Ele tomou a vacina no dia 5 de janeiro e morreu no dia 22 de janeiro, 17 dias depois. Ele foi uma das muitas celebridades que participou diretamente de uma campanha de conscientização que tinha por objetivo estimular afro-americanos a tomarem a vacina.

Essas fatalidades não são exceções. Centenas de idosos já morreram em asilos no Brasil depois que foram coagidos a se vacinar. Só que quando pessoas da terceira idade morrem depois de vacinadas, a mídia criminosa, omissa e negligente justifica os óbitos alegando que a imunização só é obtida depois da segunda dose.

Além da Covaxin — a vacina indiana —, o lobby das vacinas que representa o cartel das companhias farmacêuticas aqui no Brasil está negociando um lote de vacinas da Pfizer-BioNTech. A negociação a princípio atingiu um impasse, depois que a companhia exigiu que o governo federal assumisse todas as responsabilidades relacionadas a prováveis efeitos colaterais e reações adversas; o que certamente acometerá os indivíduos que se sujeitarem a servir como cobaias para esse deplorável e catastrófico experimento farmacogenômico de escala global.

A princípio, o governo federal rejeitou as condições impostas pela companhia farmacêutica, mas então o senador Randolfe Rodrigues entrou com um recurso, para fazer o governo federal adquirir o lote de vacinas da Pfzier e assumir todas as responsabilidade pelos riscos de eventuais efeitos colaterais e reações adversas. Esse recurso ainda não foi aprovado, mas o lobby das farmacêuticas é muito forte no Brasil; os seus representantes certamente descobrirão uma maneira rápida e fácil de conseguir qualquer autorização.

Logo, as vacinas da Pfizer-BioNTech — a mais letal de todas as vacinas utilizadas — estará fazendo vítimas aqui no Brasil. Evidentemente, não há vacina segura. Todas elas apresentam riscos. De qualquer maneira, todos os indivíduos que se sujeitarem ao degradante e irresponsável papel de cobaias da indústria farmacêutica terão que assumir, eventualmente, as consequências de sua imprudência, que pode ser fatal.

Artigo publicado no jornal A Folha do Sudoeste, periódico bissemanal de Palmas, Paraná, edição de 12 de março de 2021. 

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Sobre Mim

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O Ultraconservador é um reacionário cristão antissocialista, anticomunista, antimarxista e antiestatista. Um indivíduo sem medo do establishment socialdemocrata ditatorial, corrosivo e totalitário. É colaborador de periódicos (jornais e revistas) e portais eletrônicos do Rio Grande do Sul, Paraná e São Paulo.