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Socialismo é estadolatria

Socialismo é estadolatria

Todos os elementos que compõem o dogma socialista estão profundamente
enraizados em vícios e em carcinomas doutrinários, fundamentais para a
funcionalidade da anatomia social e política desta abominável e destrutiva forma
de governo. Como o marxismo é uma contraposição filosófico-religiosa do
cristianismo, invariavelmente, resguarda como um de seus objetivos primordiais a
completa e total substituição de Deus pelo estado, e de Cristo Jesus pelo ditador, o
que deve ser impreterivelmente absorvido por cada singular indivíduo a compor a
sociedade socialista perfeita. Desta maneira, ardilosos artifícios como idolatria,
culto de personalidade e estadolatria tornam-se componentes fundamentais para a
dominação das massas, que serão, irremediavelmente, rescaldadas pelas
ditatoriais e mortíferas imposições agressivas inerentes a um sistema socialista.

A idolatria e o culto de personalidade estão entre os primeiros elementos a serem
induzidos na sociedade. O ditador deve ser visto como uma figura paterna, de
quem todas as coisas dependem, e o estado deve ser uma espécie de deus, para
onde todas as coisas, desde as mais relevantes até às mais triviais, deverão
convergir. Invariavelmente, religiões tradicionais – sobretudo o cristianismo – não
poderão existir em uma sociedade socialista perfeita. O socialismo, para todos os
efeitos, exerce sobre os seus sicofantas um completo domínio mental e emocional.
Até mesmo a liberdade de pensar é corroída, e eventualmente torna-se um
indesejável anátema.

O socialismo, sendo profundamente predatório e corrosivo, destrói tudo aquilo que
toca. Além do domínio absoluto exercido sobre as massas, a estagnação em
caráter produtivo, e o retrocesso no quesito econômico, indefectivelmente acabam
difundindo a miséria, o empobrecimento e a morte, sobre toda a nação que comete
a sinistra desfaçatez de aceita-la em seu seio.

Como dramática e hostil doutrina parasitária, o socialismo deixa o estado viciado
em uma nefasta e cruel dependência em impostos, tributações e tarifas, que
acabam sendo necessárias para a sua manutenção e sustento. O que é natural,
em função do aparato estatal ser de tamanho extraordinariamente monumental, e
estar em constante expansão. Eventualmente, a carga tributária torna-se tão
exorbitante, que todos e quaisquer empreendimentos produtivos acabam sendo
asfixiados, e o processo de empobrecimento torna-se ainda mais pleno e
inevitável.

Quando o estado é encarado como sendo o grande guardião, o “protetor” de tudo
e de todos, aquele que deve resguardar e salvaguardar todos os princípios e todas
as necessidades concernentes a existência humana, o resultado não poderá ser
outro, senão o totalitarismo. E com ele, a estadolatria andará de mãos dadas. São
ferramentas indispensáveis para a doutrinação das massas, e resguardam o
estado de eventuais sublevações populares, que invariavelmente irão ocorrer. Pelo
fato de que, no socialismo, o governo vive única e exclusivamente para si próprio.
Não para o povo. O povo é doutrinado, amordaçado e escravizado, e seus direitos
inerentes serão adorar o deus-estado, e silenciosamente morrer de fome.

Artigo publicado na revista Atualidades, de Santa Rosa (RS), edição nº 92, de dezembro de 2017.

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Sobre Mim

Sobre Mim

O Ultraconservador é um reacionário cristão antissocialista, anticomunista, antimarxista e antiestatista. Um indivíduo sem medo do establishment socialdemocrata ditatorial, corrosivo e totalitário. É colaborador de periódicos (jornais e revistas) e portais eletrônicos do Rio Grande do Sul, Paraná e São Paulo.