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Rush Limbaugh morre aos 70 anos

Rush Limbaugh morre aos 70 anos

Morreu ontem, dia 17, o famoso radialista, autor e comentarista político conservador americano Rush Limbaugh, aos 70 anos de idade, de câncer do pulmão. Nascido em janeiro de 1951, Limbaugh começou sua carreira no rádio no princípio da década de 1970, aos 20 anos de idade, depois de largar a faculdade. Eventualmente, ele conquistaria projeção nacional no final da década seguinte, se tornando um dos principais porta-vozes do conservadorismo norte-americano na década de 1990. No auge da fama, seu programa de rádio passou a ser sindicalizado no país inteiro, tanto em estações de rádio AM quanto FM. 

Figura polêmica e controversa, Limbaugh jamais se permitiu ficar constrangido ou intimidado pelo movimento progressista, o que fez com que ele invariavelmente acabasse sendo frequentemente odiado e hostilizado pela imprensa mainstream — cujas posições são majoritariamente de esquerda —, que o classificava de forma corriqueira como um "radical" de "extrema-direita".

Suas posições sobre feminismo, homossexualismo, ativismo LGBT, drogas, mudanças climáticas e intervenções americanas no Oriente Médio — entre outras questões — lhe renderam uma vida saturada de polêmicas, que em inúmeras ocasiões o colocou como alvo de campanhas de ódio por parte da militância esquerdista. 

Apoiador declarado de Donald Trump, Rush Limbaugh conquistou enorme sucesso falando de política em seu programa de rádio; sua apologia veemente dos valores conservadores e sua maneira destemida e apaixonada de defender suas convicções fizeram com que Rush Limbaugh invariavelmente se convertesse em uma grande referência do movimento conservador americano. Autor de 7 livros — o último tendo sido publicado em 2016 —, sua literatura deixa evidente que uma de suas maiores paixões intelectuais era explorar a história de seu país.

Rush Limbaugh, de certa forma, incorporava com vigor e entusiasmo o autêntico espírito americano, que buscava acima de tudo preservar os valores que fizeram os Estados Unidos da América ser uma grande nação. Como baluarte do movimento conservador, Rush Limbaugh dedicou boa parte da sua vida a tentar conter a ameaça representada pela esquerda política, que invariavelmente conseguiu arruinar uma parcela expressiva da vida e da sociedade americana, com sua ideologia degenerada e decadente, que busca normalizar tudo aquilo que é depravado, degradante, bestial e imoral. 

Com a ditadura do coronavírus, Rush Limbaugh corajosamente expôs o fato incontestável de que a pandemia na verdade era simplesmente a gripe sazonal, que fora devidamente amplificada e potencializada para atender propósitos políticos escusos e desestabilizar a América. 

Fumante inveterado durante a maior parte da sua vida adulta, Rush Limbaugh foi diagnosticado com câncer em janeiro do ano passado, alguns dias depois de completar 69 anos. Ontem, ele morreu aos 70 anos de idade, em consequência do câncer pulmonar. 

Rush Limbaugh morre como um ícone do conservadorismo americano, tendo sido amplamente engajado no imprescindível combate contra a esquerda política, se dedicando principalmente a preservar os valores familiares e tradicionalistas que fizeram os Estados Unidos ser o grande país que é.   

Depois de décadas de luta, ontem ele partiu para o merecido descanso.

Que as novas gerações aprendam com o legado combativo e intelectual que ele deixou.  

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Sobre Mim

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O Ultraconservador é um reacionário cristão antissocialista, anticomunista, antimarxista e antiestatista. Um indivíduo sem medo do establishment socialdemocrata ditatorial, corrosivo e totalitário. É colaborador de periódicos (jornais e revistas) e portais eletrônicos do Rio Grande do Sul, Paraná e São Paulo.