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Quem são os possíveis presidenciáveis para 2018?

Quem são os possíveis presidenciáveis para 2018?

        Atualmente, existem diversos possíveis nomes, alguns relativamente fortes, outros nem tanto, competindo por uma vaga nas eleições presidenciais que ocorrerão no próximo ano. Entre os nomes que podem ser citados – lembrando que, em virtude deste ansioso cenário de especulativa antecipação, alguns possíveis presidenciáveis ainda não se manifestaram oficialmente como candidatos –, podemos citar Ciro Gomes, João Dória, Geraldo Alckmin, Luís Inácio Lula da Silva e Jair Messias Bolsonaro. Ao menos, entre os principais. Poderá, algum deles, mudar drasticamente o futuro do país? Acredito que não. Mas, dependendo do candidato, há uma remota possibilidade de vermos a implementação de um conjunto favorável de melhorias.  

        Ao analisar, no entanto, todos os possíveis presidenciáveis, não há dúvida nenhuma de que o único que se destaca dentre estes é Jair Messias Bolsonaro, por uma série de razões. Sendo o único candidato que é de direita, suas pautas políticas são as únicas que podem retirar o Brasil do atual status quo precário no qual se encontra, em razão das sórdidas, ineficientes, deficientes, malignas, paralisantes e asfixiantes políticas de esquerda adotadas pelo criminoso governo petista, enquanto este parasitou no poder. O que pode melhorar exponencialmente com Bolsonaro é a questão da segurança pública, que já entrou em colapso em diversas regiões do país, sendo possivelmente o Rio de Janeiro o estado em situação mais calamitosa. Com Bolsonaro, a questão do armamento civil, a julgar pelo posicionamento do mesmo, que defende o direito legítimo a autodefesa – algo que a esquerda abomina –, provavelmente sofrerá drásticas alterações. Sendo assim, é bem provável que o porte de armas se torne legal. Desta maneira, veremos a questão da segurança sendo realmente levada a sério, algo completamente impossível de vislumbrar com as fracassadas e malfadadas políticas de esquerda que atualmente nos escravizam e assassinam milhares de brasileiros diariamente, pois partem do ingênuo pressuposto de que a defesa do indivíduo deve depender completamente da polícia, e que a polícia é 100% eficiente, e que, assim como Deus e o ar, é também onipresente.

        Descartando Bolsonaro, no entanto, tudo o que nós temos são variações da mesma coisa. Os outros candidatos não nos apresentarão absolutamente nada de novo, a não ser os mesmos velhos estertores de repetecos esquerdistas, porém com uma roupagem mais elegante, charmosa e sofisticada. As mesmas velhas políticas ineficientes de sempre, que servem mais para matar os brasileiros do que para salvaguardá-los. E não falo apenas em morte decorrente de violência, mas também de miséria, fome e precariedade. Sendo extremamente hostil ao capitalismo, ao livre-mercado, ao trabalho e ao empreendedorismo, o que a esquerda realmente quer é replicar no Brasil o que está acontecendo na Venezuela. Em virtude desta série de fatores, não é exagero nenhum afirmar que – à exceção de Bolsonaro – todos os candidatos estão profundamente comprometidos com a mesma agenda política, e não seria exagero algum descrevê-los ou identifica-los – na verdade, é uma obrigação – por aquilo que realmente são: socialistas com um projeto totalitário de poder (especialmente Lula, que recentemente declarou durante um evento que, se fosse reeleito, iria “regulamentar a imprensa”). Sim, é isso mesmo, caro leitor. À exceção de Jair Bolsonaro, tudo o que temos são comunistas desarmamentistas a serviço da agenda globalista, ávidos por concretizar o que foi determinado por uma coalizão de organizações criminosas de esquerda, cujos interesses convergiram no Foro de São Paulo. Todos os possíveis presidenciáveis são exatamente a mesma coisa em diferentes versões. É impossível deixar de perceber que mesmo um esquerdista como João Dória, do PSDB – Partido da Social Democracia Brasileira –, querido e dedicado pupilo do socialista Fernando Henrique Cardoso, conseguiu arregimentar simpatizantes incautos entre a direita, mas isso se deve ao fato de que Dória é um indivíduo efetivamente astuto, evasivo e dissimulado. Sabe ir direto ao ponto quando lhe convém, e sabe tergiversar, quando não quer dar uma resposta clara e objetiva. Só porque Dória é hostilizado pela extrema-esquerda, isso não significa que ele não é um socialista. A esquerda no Brasil tem muitos matizes e nuances. O Brasil é um país essencialmente esquerdizado, razão fundamental de nosso subdesenvolvimento.

        É importante compreender que no Brasil as divergências políticas, em sua grande maioria, não ocorrem na típica dualidade esquerda versus direita, mas extrema-esquerda versus esquerda progressista. Como o único que realmente pode tentar resgatar uma possibilidade de futuro para o Brasil, Jair Messias Bolsonaro se transformou no eixo axial da emergente direita brasileira; no entanto, sua candidatura – e possível mandato – representará muito mais do que isso: pode ser o princípio do resgate de valores fundamentais que foram perdidos no período de “redemocratização” do Brasil (que nunca deveria ter ocorrido – estávamos muito melhor durante o regime militar). É evidente, no entanto, que sendo um único indivíduo, por mais que ele possua uma base eleitoral sólida, plenamente consolidada, além de boas intenções, ele não poderá salvar a pátria, a não ser que se torne possível diminuir drasticamente o poder e a influência da esquerda, que como sempre tentará boicotar tudo o que for plausivelmente eficiente. No entanto, é fundamental compreender que todos os outros candidatos, de uma forma ou de outra, estão comprometidos com uma agenda unilateral que irá destroçar o país (ainda mais do que já está), através de uma coercitiva, hostil e agressiva implementação sistemática de políticas comunistas, coletivistas e totalitárias. O plano do Foro de São Paulo – organização comunista que reúne as principais seitas criminosas de esquerda da América Latina – é transformar todos os países da América Central e da América do Sul em estados socialistas. Desta maneira, o continente inteiro se converteria em um grande bloco comunista. O único candidato com possibilidades reais para manter a liberdade, a dignidade, e oferecer livramento ao povo brasileiro da assassina e devoradora matilha comunista é Bolsonaro. Todos os demais candidatos estão comprometidos com a destruição, a obliteração e o desmantelamento do país, especialmente às custas do árduo e doloroso sacrifício do cidadão comum. À exceção de Bolsonaro, todos os demais candidatos estão incondicionalmente comprometidos a transformar o Brasil em uma versão continental da Venezuela.

Artigo originalmente publicado no Jornal A Folha do Sudoeste, periódico bissemanal de Palmas, Paraná, edição de 20 a 22 de Setembro de 2017. 

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Sobre Mim

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O Ultraconservador é um reacionário cristão antissocialista, anticomunista, antimarxista e antiestatista. Um indivíduo sem medo do establishment socialdemocrata ditatorial, corrosivo e totalitário. É colaborador de periódicos (jornais e revistas) e portais eletrônicos do Rio Grande do Sul, Paraná e São Paulo.