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O projeto globalista de destruição das pequenas e médias empresas

O projeto globalista de destruição das pequenas e médias empresas

Atualmente, não há dúvida nenhuma — ao menos para quem tem um grau mínimo de inteligência — que a atual ditadura do coronavírus foi projetada deliberadamente para fortalecer a titânica tirania da corporatocracia bancária do sistema financeiro internacional, com o apoio dos grandes conglomerados políticos, sustentados por metacapitalistas corporativistas que buscam soberania plena sobre o sistema, para controlar o mercado e o panorama político com mão de ferro. A fraudemia foi o catalisador perfeito para fazer uma espécie de "limpa" no mercado, com o claro objetivo de fortalecer todos os grandes conglomerados. Haja vista que, desde que a ditadura do coronavírus começou, a destruição sistemática das pequenas e médias empresas foi simplesmente implacável.

No Brasil, as medidas draconianas como quarentena e lockdown foram responsáveis pela falência de aproximadamente 700 mil empresas. Em compensação, os grandes conglomerados e as megacorporações tornaram-se ainda mais onipotentes. Bilionários no mundo inteiro tornaram-se excepcionalmente mais ricos do que já eram. Os bilionários brasileiros aumentaram suas fortunas em 50 bilhões, enquanto os bilionários americanos aumentaram suas fortunas em aproximadamente 434 bilhões. Longe de ser uma feliz coincidência, a ditadura do coronavírus — como todas as crises na história da humanidade — foi deliberadamente projetada para deixar os ricos ainda mais ricos e os pobres ainda mais pobres.

Infelizmente, as multidões continuam severamente entorpecidas pelo insano discurso político, abarrotado de mazelas e incongruências pseudocientíficas. De fato, a ditadura do coronavírus se sustenta — antes de tudo —, pelo pânico, pelo medo, pela ignorância e pela histeria generalizada inoculada nas multidões através da mídia globalista, e pelo uso da força de repressão do estado contra todos aqueles que são aguerridos e corajosos o suficiente para desafiar a tirania.

Com a destruição em escala industrial das pequenas e médias empresas, o colapso total da economia virá impreterivelmente, sendo apenas uma questão de tempo. Evidentemente, as autoridades políticas irão responsabilizar a "pandemia", quando na verdade toda a desgraça foi causada por medidas totalitárias insanas, malignas e arbitrárias como quarentena e lockdown. Infelizmente, o populacho, em grande parte, é ignorante o suficiente para acreditar nas desculpas ignóbeis, oportunistas e maledicentes da iníqua e depravada classe dirigente.

Agora não é hora para covardia. Empresários, empreendedores e empregados devem se unir para manter os negócios que os sustentam, e colocá-los em atividade, mostrando que a fraudemia não passa de uma deplorável prerrogativa para se implantar uma ditadura mundial, assim desafiando a tirania do estado policial, que está mancomunado com os corporativistas e banqueiros do sistema financeiro internacional, para destruir todas as pequenas e médias empresas, bem como os negócios familiares, para que estes se tornem os soberanos onipotentes da atividade econômica, tendo passe livre para escravizar a humanidade de acordo com os seus planos totalitários, nefastos e diabólicos. A resistência deve ser pontual e inflexível. A ditadura do coronavírus é uma realidade, e o momento não é para os homens covardes.

Artigo publicado no jornal A Folha do Sudoeste, periódico bissemanal de Palmas, Paraná, edição de 11 de dezembro de 2020. 

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Sobre Mim

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O Ultraconservador é um reacionário cristão antissocialista, anticomunista, antimarxista e antiestatista. Um indivíduo sem medo do establishment socialdemocrata ditatorial, corrosivo e totalitário. É colaborador de periódicos (jornais e revistas) e portais eletrônicos do Rio Grande do Sul, Paraná e São Paulo.