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Por que o socialismo é totalitário, ditatorial e assassino?

Por que o socialismo é totalitário, ditatorial e assassino?

Socialismo é escravidão. O socialismo real nunca foi absolutamente nada além disso, nem tem a pretensão de ser algo mais. Seus proponentes são ostensivamente doutrinados para não compreender o socialismo por aquilo que ele realmente é, visto que são persuadidos a crer na idealização romântica do socialismo teórico, e por essa razão exercem fé em uma utopia literalmente impossível de ser concretizada no mundo real.

O socialismo real, no entanto, não tem absolutamente nada de virtuoso, humanista e salutar. Muito pelo contrário. Todas as experiências socialistas históricas — sem exceções — mostraram quão desumano, brutal, cruel e destrutivo o socialismo pode ser. Seu vetor inerentemente destrutivo, genocida e criminoso é resultado de uma multiplicidade de fatores, sendo o principal deles a centralização política absoluta. 

Em virtude da centralizção política, um grupo de burocratas passa a tomar todas as decisões que governam a sociedade. Em função disso, os indivíduos são completamente destituídos de sua autonomia, liberdade e independência. Por essa razão, todos os cidadãos acabam sendo reduzidos a condição de escravos do estado absoluto e onipotente.     

Para piorar essa situação, a economia socialista — por sua natureza inerentemente fantasiosa e irracional — é impossível de funcionar. Por não reconhecer o princípio da escassez de recursos, mas antes tratá-los como infinitos, e acreditar que o estado pode ser um substituto razoável para a iniciativa privada e o livre mercado, uma economia centralmente planejada está invariavelmente fadada a entrar em colapso. 

Evidentemente, um governo socialista jamais irá admitir que o socialismo não funciona. Quando a economia entra em colapso — levando, invariavelmente, toda a sociedade ao caos completo e absoluto —, o governo vai tratar de colocar a culpa em bodes expiatórios. Como os exemplos de Cuba e Venezuela mostram perfeitamente, o imperialismo americano é o bode expiatório preferido das ditaduras socialistas. 

O caráter centralizador de uma ideologia — e de um governo alicerçado nessa ideologia — invariavelmente desenvolverá tendências opressivas e despóticas; especialmente porque sentirá a necessidade de eliminar dissidentes e críticos do regime, sobretudo em tempos de crise acentuada, visto que, incapaz de resolver os problemas que ele próprio gerou, o governo irá silenciar seus detratores, em uma tentativa de fingir que está tudo bem. 

Como um estado socialista jamais irá reconhecer que o socialismo não funciona, culpar inimigos externos e eliminar sumariamente intelectuais que corretamente apontam as deficiências de uma economia centralmente planejada se tornarão prioridades absolutas do regime. Isso fará com que o estado fique invariavelmente mais violento, opressivo e determinado a eliminar qualquer indivíduo disposto a apontar as causas reais dos problemas que afligem a sociedade.  

Até hoje, o socialismo nunca produziu as formidáveis maravilhas que prometeu, tanto na esfera política, quanto nas arenas teórica e ideológica. Isso acontece porque o socialismo teórico não passa de uma idealização utópica e infantil, que não leva os mais importantes elementos da natureza humana em consideração. Por dar poder demais a um determinado grupo de homens sobre todos os demais e ignorar com veemência a ortodoxia plena da ordem econômica natural, o socialismo é uma teoria política que — quando aplicada ao mundo real — sempre estará fadada ao mais irremediável fracasso.

Não importa o nível de fé que seus proponentes exerçam na sua ideologia política de estimação, por ignorar de forma intransigente o pragmatismo da realidade, o socialismo sempre será muito diferente na prática daquilo que apresenta na teoria. Na prática, o socialismo sempre será, impreterivelmente, criminoso, opressivo e genocida. E a única coisa que ele pode produzir de forma efetiva são milhares (ou milhões) de cadáveres. 

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Sobre Mim

Sobre Mim

O Ultraconservador é um reacionário cristão antissocialista, anticomunista, antimarxista e antiestatista. Um indivíduo sem medo do establishment socialdemocrata ditatorial, corrosivo e totalitário. É colaborador de periódicos (jornais e revistas) e portais eletrônicos do Rio Grande do Sul, Paraná e São Paulo.