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Pobres — As maiores vítimas do estado

Pobres — As maiores vítimas do estado

Os pobres são — sem dúvida nenhuma — as maiores vítimas do estado. Nunca na história do Brasil a classe política fez qualquer coisa para ajudá-los. Todas as medidas implementadas para aparentemente ajudar os pobres e mitigar o seu sofrimento nunca passaram de golpes eleitoreiros e populistas, que jamais atacaram as causas reais do problema.

Também pudera, sabemos que boa parte da classe política é constituída de demagogos sórdidos e oportunistas que precisam dos pobres para explorá-los politicamente das formas mais sujas e abjetas possíveis. Se há uma coisa que o estado nunca vai fazer, é erradicar a pobreza (até porque apenas um mercado vivo, vibrante e livre de regulações é capaz de produzir prosperidade — o estado é apenas um sanguessuga aproveitador).

Antes o contrário, toda e qualquer medida estatal sempre irá contribuir para expandir a pobreza ainda mais; e para qualquer demagogo populista que queira se apresentar como "pai dos pobres" ou "salvador do povo", sempre será politicamente vantajoso e conveniente apresentar o capitalismo como o culpado pela pobreza, com o objetivo de promover o estado como a solução. Como a esmagadora maioria dos brasileiros é ostensivamente ignorante quando o assunto é economia — e fazer os brasileiros serem ignorantes crônicos é uma medida deliberada, assim fica mais fácil manipulá-los e enganá-los (por essa razão empreendedorismo e economia não são matérias escolares) —, é muito fácil fazer a população acreditar na ladainha mística e falaciosa dos demagogos políticos, que afirmam que o capitalismo é o grande responsável pela pobreza.

Na verdade o maior responsável pela pobreza é justamente o próprio estado e suas medidas de intervencionismo econômico, que beneficiam majoritariamente oligarcas, políticos, banqueiros e corporativistas, em um enorme esquema de concentração de riquezas, que serve para cartelizar o mercado, consolidar monopólios e reduzir oportunidades.

Se realmente quisessem ajudar os pobres, políticos iriam propor medidas que realmente os ajudassem — como completa e total isenção de impostos em tudo, especialmente em medicamentos e alimentos. O Brasil tem uma das cargas tributárias mais elevadas do mundo, mas como os impostos em sua maioria são indiretos, a população nem percebe como é assaltada de forma aviltante pelo estado. No valor final de qualquer produto, estará agregada uma alíquota de impostos que varia entre 30% e 60%. Há também a questão da inflação, que é um ataque direto ao poder de compra dos mais pobres. Se fossem totalmente isentos de impostos, o poder aquisitivo dos pobres aumentaria entre 30% e 60%. Eles poderiam comprar muito mais alimentos, medicamentos e produtos de primeira necessidade; e assim o seu sofrimento ao menos seria mitigado, dado que conseguiriam suprir suas necessidades de forma mais digna e abrangente, e não precisariam depender tanto do estado e de auxílios assistencialistas que promovem apenas um alívio efêmero, mas não colabora em nada para tirá-los da sua condição de pobreza.

No Brasil, a classe política nunca fez e jamais fará qualquer coisa realmente construtiva para ajudar os pobres; eles jamais tomarão medidas capazes de produzir resultados sólidos para tirar os miseráveis da sua condição de pobreza. Em primeiro lugar, porque políticos — especialmente os de esquerda — sempre precisarão dos pobres para garantir um curral eleitoral. Eles precisam de um público para "salvar" e explorar politicamente em benefício próprio.

Em segundo lugar, devemos aprender a enxergar a classe política por aquilo que ela realmente é: uma coalizão de criminosos vis, torpes, vagabundos e depravados que estão pouco se lixando para os pobres, e os enxergam simplesmente como uma enorme massa a ser explorada para ganhos políticos. Para populistas (especialmente os de esquerda), pobres não passam de degraus na sua escada particular de ascensão para o poder.

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Sobre Mim

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O Ultraconservador é um reacionário cristão antissocialista, anticomunista, antimarxista e antiestatista. Um indivíduo sem medo do establishment socialdemocrata ditatorial, corrosivo e totalitário. É colaborador de periódicos (jornais e revistas) e portais eletrônicos do Rio Grande do Sul, Paraná e São Paulo.