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Partido Comunista Chinês celebra um século de existência

Partido Comunista Chinês celebra um século de existência

Recentemente, o Partido Comunista Chinês celebrou um século de existência. Durante uma celebração realizada há alguns dias na Praça da Paz Celestial, o ditador Xi Jinping fez um discurso tipicamente nacionalista, onde reiterou a posição do dragão asiático no cenário mundial e novamente fez questão de afirmar a posse da China sobre Hong Kong e Taiwan

Nada de novo debaixo do Sol. Um líder socialista totalitário profere discursos grandiloquentes para reafirmar o seu poder. Xi Jinping faz isso a cada encontro do partidão. Não obstante, está cada vez mais difícil esconder as dificuldades econômicas que a China vem sofrendo, e que — em um futuro muito próximo —, contribuirão para a inevitável derrocada do regime e do seu sistema de partido único.  

Com uma dívida pública que está entre as maiores do mundo, a ditadura chinesa sente dificuldade em expandir a sua economia, pelo fato de ser uma ditadura totalitária. Apesar do fato de que existe certo grau de liberdade econômica, a política de expropriações de ativos e a inexistência do direito de propriedade absoluta começaram a comprometer o crescimento econômico da República Popular da China — o que seria uma limitação fácil de prever, e que obviamente afligiria toda e qualquer perspectiva de crescimento econômico, por motivos óbvios.  

Ter uma economia de planejamento central — completamente controlada pelo Partido Comunista Chinês —, é um fator que gera inúmeras limitações. Agora, os gestores socialistas começam a entender que absolutamente nada pode competir com o livre mercado. Para tentar compensar a sua ausência de um mercado verdadeiramente descentralizado e livre das burocracias governamentais, os mandatários de Pequim começaram a expropriar os seus bilionários, o que só gerou ainda mais insegurança jurídica. Fazer negócios com a China, de repente, começou a se tornar uma atividade de alto risco. Isso porque seus executores não são genuínos empreendedores ou homens de negócios, mas políticos e burocratas ávidos por poder.   

Como qualquer regime socialista, a China vive muito mais de propaganda do que de fatos. Na verdade, esconder a realidade — varrê-la constantemente para debaixo do tapete — é o que os mandatários chineses fazem de melhor. Toda a teatralidade empregada nas celebrações dos cem anos do Partido Comunista Chinês apenas confirma isso.  

Fundado em 1921, o Partido Comunista Chinês adquiriu fôrça ao receber apoio logístico e financeiro dos soviéticos. Depois da guerra civil com os nacionalistas, estes se refugiaram em Taiwan, o que provocou a divisão do país em "duas Chinas" — a República da China (Formosa) e a República Popular da China (China continental) —, que se estende até os nossos dias, como um longo e pernicioso conflito político e diplomático. 

Quando os comunistas ganharam a guerra civil, eles fundaram oficialmente a República Popular da China, o que aconteceu em 1949. Desde então, o Partido Comunista Chinês mostrou ser a mais deplorável, opressiva e genocida organização criminosa que já existiu em toda a história humana.

Apenas na Grande Fome de 1959-1961 — provocada pelas políticas centralizadoras do Grande Salto Adiante, projeto desenvolvido pelo ditador Mao Tsé-tung —, estima-se que mais de 50 milhões de chineses tenham morrido de inanição. 

Todas as perseguições a dissidentes, campos de concentração, expurgos e todas as chacinas cometidas durante a chamada Revolução Cultural foram responsáveis por mais alguns milhões de mortes. 

Xi Jinping recentemente afirmou que os chineses nunca mais serão oprimidos. Pois para que isso realmente viesse a acontecer, o Partido Comunista Chinês — a facção criminosa que mais perseguiu e matou chineses no mundo — precisaria ser sumariamente eliminado e erradicado, em definitivo. Apenas quando essa deplorável organização genocida deixar de existir, os chineses poderão ser efetivamente livres e felizes. 

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Sobre Mim

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O Ultraconservador é um reacionário cristão antissocialista, anticomunista, antimarxista e antiestatista. Um indivíduo sem medo do establishment socialdemocrata ditatorial, corrosivo e totalitário. É colaborador de periódicos (jornais e revistas) e portais eletrônicos do Rio Grande do Sul, Paraná e São Paulo.