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Pandemia Global — A culpa é do Partido Comunista Chinês

Pandemia Global — A culpa é do Partido Comunista Chinês

Pouco depois da pandemia do Covid-19 ter se tornado conhecida, o que não faltou foram pessoas ingênuas nas redes sociais para elogiar o governo chinês, por agir rapidamente para conter a epidemia, e ordenar a construção de hospitais de campanha, que foram todos construídos em tempo aparentemente recorde. O que essas multidões de desavisados e ignorantes são incapazes de compreender, no entanto, é que o governo chinês tomou essa decisão para parecer benévolo e eficiente aos olhos do mundo. Todas essas medidas "eficazes" e "diligentes" foram implementadas muito tempo depois do governo ter executado um festival de atrocidades em larga escala, que foram deliberadamente praticadas por ordem dos dirigentes do Partido Comunista Chinês, com o propósito de abafar toda e qualquer informação concernente a epidemia.


A verdade que as confrarias de torcedores e simpatizantes ocidentais do sistema chinês não estão dispostas a aceitar é que, nas primeiras semanas do surto, o governo ditatorial de Xi Jinping fez tudo o que pôde para suprimir informações concernentes ao coronavírus. De fato, fizeram tudo o que foi possível para impedir a população de disseminar informações sobre a enfermidade. Agentes do governo — sob as ordens do Partido Comunista Chinês — suprimiram informações fundamentais quando a pandemia estava ainda no início, impedindo a população de tomar medidas preventivas que teriam amenizado a disseminação do surto de forma eficaz e imediata. Médicos e profissionais da saúde que procuraram alertar as pessoas sobre o coronavírus foram perseguidos e silenciados por membros do governo autoritário chinês, e não foram poucos os que desapareceram, certamente por terem sido sumariamente eliminados por agentes do estado policial.


No final de dezembro do ano passado, especialistas da área da saúde em Wuhan — onde a epidemia começou — depois de conduzir vários exames, detectaram o patógeno responsável pela infecção de diversas pessoas que foram internadas com a doença. Assim que profissionais como Ai Fen, diretor de um hospital de Wuhan, e Li Wenliang, um médico experiente, chegaram ao prognóstico de uma pandemia, ambos tomaram medidas efetivas para compartilhar as informações. Os dois profissionais da saúde, no entanto, foram severamente repreendidos pelas autoridades locais. Li Wenliang chegou a ser preso, teve que se retratar, foi forçado — presumivelmente sob tortura — a negar a existência de uma pandemia, e também foi obrigado a assinar um documento onde se comprometia a não tocar mais no assunto.


Li Wenliang também foi obrigado a revelar para as autoridades com que pessoas ele havia compartilhado as notícias nas redes sociais, e posteriormente agentes do estado policial foram atrás de cada uma dessas pessoas para garantir que elas não espalhassem nenhuma informação sobre a pandemia. Como se essas medidas nefastas não fossem criminosas e autoritárias o suficiente, o governo chinês proibiu terminantemente os profissionais da saúde de usarem máscaras para se proteger. Como resultado, muitos médicos e enfermeiros se contaminaram, e acabaram morrendo, como foi o caso do próprio Li Wenliang. No início de janeiro, um oficial da Comissão de Saúde da Província de Hubei proibiu terminantemente testes com o coronavírus, ordenando que todas as amostras fossem sumariamente destruídas.


No dia 7 de janeiro, o ditador Xi Jinping já estava completamente ciente das notícias envolvendo o coronavírus, mas o tirano esperou treze dias — até o dia 20 de janeiro, portanto — para tomar medidas efetivas contra a pandemia. Durante este período, certamente centenas de pessoas que poderiam ter se prevenido foram contaminadas. A grande prioridade do governo chinês ainda era ocultar informações. Na primeira quinzena de janeiro, autoridades locais em Wuhan chegaram a afirmar que haviam colocado um fim ao surto. No mesmo período, a OMS — provavelmente subornada por autoridades chinesas —, afirmou falsamente que não haviam indícios de que a doença poderia ser infecciosa, ou que era transmitida de pessoa para pessoa.


Medidas mais drásticas e efetivas poderiam ter sido adotadas logo no início do surto, mas o governo chinês estava muito mais preocupado em suprimir informações vitais do que adotar medidas práticas de contingência para impedir a doença de se alastrar. Quando o governo começou a agir, era tarde demais. E agiu muito mais com o objetivo de parecer eficaz e dinâmico aos olhos do mundo, do que para buscar uma real contenção de danos na disseminação da doença.


Um dos problemas mais deploráveis com relação a pandemia, no entanto, é que a propaganda da mídia ocidental progressista — deslumbrada com a fantasia da utopia ideológica, sempre ardorosa em tentar passar a falsa suposição de que o socialismo funciona e que a China é o exemplo perfeito de um governo socialista plenamente funcional, impecável, magnífico e eficiente — não apenas ignora ostensivamente a crueldade da realidade, como ignora também o insalubre sofrimento de todas as pessoas que são obrigadas a viver sob o jugo da mais implacável e feroz tirania que existe no mundo.

Nas redes sociais, recentemente passou a circular um video de uma chinesa desesperada, visivelmente transtornada, que fala o seguinte:


   "Meus queridos cidadãos, essa pneumonia em Wuhan foi enfrentada por meio de planos do governo. Entretanto, só cidadãos normais estão sofrendo dessa doença. Minha família, meus pais, meus amigos, o governo não liga para o povo comum. Não temos acesso a remédios e hospitais. Eu apoio a independência de Hong Kong e Taiwan. Tibet e Hong Kong, eu apoio a sua independência contra a tirania do Partido Comunista Chinês. Um regime corrupto! Uma sociedade maligna! Nenhuma pessoa pode falar livremente. Ninguém. Se alguém falar a verdade, será capturado pela polícia. É deliberadamente detido e legalmente julgado. Se decretarem dez ou vinte anos, acabou. Advogados são inúteis. Todos os advogados honestos caem nas garras do governo. Mesmo que queiram dizer a verdade, nada podem fazer, esse regime nefasto está em todos os lugares. Vou lhes dizer uma coisa (...) farei o meu sacrifício, expondo o que sei para que acordem! Pelos meus pais, pela minha família, pela nossa vida em liberdade. Sei que é perigoso o que faço. Mas não aguento mais isso! Não aguento mais! Nenhum leito, nenhum medicamento, todas as notícias da TV oficial são falsas! Vi pessoas comuns sofrerem de dor! Não irei me calar! Falarei por mim, pelas pessoas de Wuhan, pelo povo chinês. Só estão fazendo isso pelo dinheiro! Nessa sociedade maligna, não posso mais me calar! Eu talvez esteja enlouquecendo...! Mas ninguém fala nada!! Eu irei me posicionar e dizer o que penso! Nós precisamos resistir! Precisamos resistir como cidadãos! Não podemos mais ser enganados por eles! Não aguento mais essa vida! Precisamos nos posicionar em nome da próxima geração!"


Governos e instituições de diversos países do mundo entraram com ações judiciais contra o governo chinês, por corretamente responsabilizá-lo pela pandemia global. Aqui no Brasil, integrantes da sociedade civil solicitaram à União a execução de um processo contra o governo da China. Em Porto Velho, capital do estado de Rondônia, um contador decidiu entrar com uma ação contra o governo chinês, no valor de 5 bilhões de reais, para "arcar com os prejuízos causados ao povo brasileiro". O autor da ação considera o déspota Xi Jinping o maior responsável pelo surto global de coronavírus.


Recentemente, diversas autoridades do mundo político — como o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump —, passou a se referir ao coronavírus como vírus chinês, o que deixou a imprensa progressista politicamente correta escandalizada. Atritos similares ocorreram aqui no Brasil, com o ministro das relações exteriores Ernesto Araújo, e o deputado federal Eduardo Bolsonaro, que discutiram pela rede social Twitter com o embaixador da China no Brasil, Yang Wanming. Tudo começou quando Eduardo Bolsonaro acusou a China de ser a responsável pela pandemia do coronavírus no mundo; não falou nada de errado, mas isso foi suficiente para gerar uma considerável crise diplomática entre o nosso país e o Dragão Asiático.


A verdade é que a China pretende se tornar uma incontestável potência política e um soberano poderio econômico, custe o que custar. Se pessoas tiverem que morrer para isso, os dirigentes do Partido Comunista Chinês realmente não se importam. O que muitas pessoas ainda não entenderam é que o governo chinês é astucioso o suficiente para tirar vantagem de qualquer situação. O tirânico governo socialista liderado pelo Partido Comunista Chinês soube capitalizar muito bem em cima da pandemia causada pela sua própria displicência criminosa.


A verdade é que a SARS, provocada pelo governo chinês em 2003, a Gripe Suína, provocada também por eles em 2009, e agora o surto de coronavírus, não devem ser encarados como inocentes coincidências. Existe a possibilidade de todas essas pandemias serem parte integrante de uma complexa estratégia de guerras biológicas, convenientemente aplicadas pelo governo totalitário da China sempre que seus dirigentes se veem diante de uma crise de abastecimento. Como uma jornalista do Rural Business corretamente comentou, "os efeitos de um aumento súbito de demanda seriam desastrosos para o governo". Por essa razão, uma crise oportuna é deliberadamente provocada para causar queda de preços, o que permite o abastecimento de suprimentos em larga escala.


A crise disseminada pela pandemia de Covid-19 gerou uma queda brusca no preço de diversas commodities, e os oportunistas de plantão do mercado financeiro — exatamente como fizeram os chineses — estão aproveitando o colapso do sistema econômico para aumentar os seus ganhos. Fato é que o PIB chinês, logo depois da SARS, passou a crescer exponencialmente. Em 2003, cresceu 8,0%, em 2004 mesmo com o surto de crise aviária, cresceu 9,1%, se mantendo nesse mesmo patamar no ano seguinte; em 2006, cresceu 10,2% e em 2007, 11,9%. Em 2008 sofreu uma leve queda, ficando em 9,0%. No ano seguinte, em 2009, com o surto de influenza, cresceu 9,1%. Em 2010, cresceu 10,3%.

De uma forma ou de outra, fica muito fácil constatar que os chineses capitalizam em cima de momentos de crise para o expandir o seu capital através da aquisição de ativos, de especulação, geração de crédito e criação deliberada de instabilidade no mercado financeiro. No presente momento, essa estratégia mostrou-se ainda mais imprescindível em função da guerra comercial travada contra os Estados Unidos. Por acontecimentos dessa natureza — que visam beneficiar única e exclusivamente a si própria —, a China tem se mostrado um perigoso catalisador de instabilidade para o mundo.

Seu sistema autoritário e centralizado de governo também é um excelente laboratório para a ampliação de um modelo de engenharia social avançado, que possivelmente servirá como referência para a instauração de uma ditadura global, cujo prelúdio pode ser antecipado na recessão global que se aproxima. De qualquer maneira, aonde algo ruim se manifesta, é porque tem direta ou indiretamente participação da China.

Se as pessoas não se conscientizarem que a China é um perigo para as liberdades individuais de cada cidadão que existe no mundo, e para a nossa própria saúde, de fato para a própria vida — afinal, a pandemia de Covid-19 não é a primeira que os chineses disseminam pelo globo terrestre — e não nos opormos frontalmente ao Dragão Asiático, em breve, sem dúvida nenhuma, esta nefasta e brutal ditadura maligna conquistará o mundo, dominando a tudo e a todos, com poder suficiente para esmagar de forma implacável quem ficar no seu caminho.


O déspota Xi Jinping já afirmou que a China é o único estado soberano do mundo, e a filosofia da Tianxia — incorporada à ideologia do Partido Comunista Chinês, que afirma que os chineses são uma raça superior, destinada a liderar a humanidade — mostra como eles se sentem de fato no direito de dominar o mundo. A luta e a resistência contra a China devem ser pontuais e inflexíveis. Caso contrário, viraremos todos escravos da mais brutal e opressiva ditadura da história humana.

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Sobre Mim

Sobre Mim

O Ultraconservador é um reacionário cristão antissocialista, anticomunista, antimarxista e antiestatista. Um indivíduo sem medo do establishment socialdemocrata ditatorial, corrosivo e totalitário. É colaborador de periódicos (jornais e revistas) e portais eletrônicos do Rio Grande do Sul, Paraná e São Paulo.