Blog

O Projeto do PT para a destruição do Brasil

O Projeto do PT para a destruição do Brasil

Que o PT não descansará enquanto não destruir completamente o Brasil, isso todos já sabem. Como Lula — o líder da ORCRIM e divindade da seita petista — foi declarado inelegível, ficando assim impossibilitado de concorrer à presidência da república, o PT colocou um bandido (que surpresa) para substituí-lo: o antigo prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, que é réu em 32 processos na justiça, acusado de toda a sorte de ilícitos e contravenções, cometidas no exercício de cargos públicos. Em qualquer país do mundo, se você é um criminoso, será encarcerado pelos delitos cometidos. No Brasil, no entanto, é possível ser candidato à presidência da república. Seria cômico, se não fosse trágico. Muito trágico. 

Sobre o PT — além de ser um enclave de terroristas — sabemos que trata-se de uma organização criminosa, filiada ao Foro de São Paulo, completamente comprometida com uma ideologia e uma agenda política, e não com o país. Consequentemente, caso vençam as eleições, a legenda partidária pretende, através da adoção agressiva de diversas medidas intervencionistas, transformar o Brasil em uma versão continental da Venezuela, convertendo o país em uma ditadura, e destruindo o mercado com a implementação de medidas desenvolvimentistas e keynesianas, que já foram aplicadas, e causaram a crise econômica que levou o país à recessão. 

Para quem tem estômago, convido a ler o programa de governo do PT, intitulado Coligação O Povo Feliz de Novo. Um verdadeiro show de horrores e aberrações autoritárias, ali vemos explicitamente a organização criminosa assumir que pretende transformar o país em uma ditadura, e assumir completo e total controle sobre todos os poderes da república. 

Dou destaque a esta passagem — a cláusula 1.2.3 — que de fato é bastante sugestiva. Ela diz o seguinte: "A reforma política, estrito senso, não esgota a necessária reforma do sistema político e do Estado Brasileiro. É preciso instituir medidas para estimular a participação e o controle social em todos os poderes da União (Executivo, Legislativo, Judiciário) e no Ministério Público, condição fundamental para o reequilíbrio de poder e valorização da esfera pública no país, e para efetivamente direcionar a ação pública às necessidades da população."

Nesta passagem, o programa fala em "reforma do sistema político e do Estado Brasileiro" e "controle social em todos os poderes da União (Executivo, Legislativo, Judiciário) e no Ministério Público". Vemos na descrição do programa de governo o uso deliberado de retórica e semântica, empregado propositalmente para ocultar as verdeiras intenções do texto. Por exemplo, na passagem onde está escrito "controle social", se fossem honestos, afirmariam abertamente que pretendem implementar uma ditadura no país, erradicando completamente a independência entre os poderes, e controlando, de fato, o poder executivo, o legislativo e o judiciário, além do Ministério Público; neste último, é evidente que pretendem, como está devidamente implícito, efetivamente erradicar a Operação Lava Jato, que é um grande anátema para a existência da ORCRIM.

Na cláusula 1.3, intitulada "Promover a democracia, o pluralismo e a diversidade na mídia", o programa relata como eles pretendem promover abertamente a censura, e regular os meios de comunicação, algo que tanto Lula como Gleisi Hoffmann declararam, diversas vezes. O projeto de governo descreve "novo marco regulatório da comunicação social eletrônica" e "o monitoramento e aplicação dos princípios constitucionais (...) por meio de um órgão regulador". A cláusula 1.4 tem um título que, por si só, é bastante assustador: "O Brasil precisa de um novo processo constituinte: A Soberania popular em grau máximo para a refundação democrática e o desenvolvimento do país." Acho desnecessário lembrar o leitor que, pouco depois de ter assumido o governo da Venezuela, Nicolás Maduro realizou uma constituinte, que usou para outorgar a si próprio amplos poderes, governando por decreto desde então. O termo "soberania popular", por sua vez, lembra os conselhos de representação popular ao estilo soviético que tentaram aprovar no governo de Dilma Rousseff, mas que foram barrados no congresso. Na prática, estes conselhos seriam enclaves marxistas-leninistas, que teriam plenos poderes de decisão sobre qualquer questão de ordem pública ou social que lhes fosse apresentada. 

Quem for capaz, que leia todo o programa do PT. Como escrevi acima, e repito, é um verdadeiro show de horrores. Ali — como Adolf Hitler fez quando escreveu o infame Mein Kampf — a organização criminosa informa, em detalhes, tudo o que pretende fazer com o Brasil, assim que chegar ao poder. Em resumo, eles tomarão todas as medidas necessárias, para nunca mais serem destituídos, como foram, em 2016. O mais assustador é que todas as suas intenções sinistras estão descritas em detalhes no programa. Eles nem se prestam mais a esconder o que de fato são. Por mais que o candidato do PSL, Jair Bolsonaro, esteja na frente, sabemos que, se as urnas eletrônicas forem fraudadas no segundo turno em favor de Haddad como foram no primeiro, não é impossível que o PT vença as eleições presidenciais. Muito pelo contrário. Este é um perigo palpável e imediato. 

Hoje, sabemos que o primeiro turno foi fraudado, e 7,2 milhões de votos não foram computados. A grande mídia, no entanto, é cúmplice do golpe de estado que está em andamento nos bastidores do cenário político, e por isso não fez o devido alarde à respeito. O ministro Raul Jungmann ameaçou prender quem ousasse apontar a falibilidade do sistema, espalhando "fake news" sobre as urnas eletrônicas, afirmando que tais indivíduos seriam enquadrados em acusações de falsidade ideológica e crime contra a honra. Aparentemente, o governo quer que todos os brasileiros considerem o sistema impecável, e as urnas eletrônicas infalíveis, blindadas contra fraudes, o que seria, no mínimo, absurdamente inverídico, falacioso e irrealista. Quem não teve medo nenhum dessas ameaças foi o presidenciável Cabo Daciolo, que solicitou ao TSE a anulação do primeiro turno por fraude.

Não obstante, por algum motivo, o PT teme a derrota, e passou a apelar em sua campanha eleitoral para o segundo turno. Adotaram até mesmo o verde e o amarelo, as cores da bandeira — abandonando completamente sua característica cor vermelha —, e tiraram Lula de toda a propaganda promocional. Agora, a estratégia será publicar constantemente pesquisas fraudulentas, que mostrem Haddad em "ascensão", ganhando popularidade entre os eleitores. Elas servirão, eventualmente, para "justificar" sua vitória manipulada no segundo turno. 

Compartilhe esse texto:

Sobre Mim

Sobre Mim

O Ultraconservador é um reacionário cristão antissocialista, anticomunista, antimarxista e antiestatista. Um indivíduo sem medo do establishment socialdemocrata ditatorial, corrosivo e totalitário. É colaborador de periódicos (jornais e revistas) e portais eletrônicos do Rio Grande do Sul, Paraná e São Paulo.