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O comunismo como um produto do capitalismo

O comunismo como um produto do capitalismo

Ideologias como o comunismo e o socialismo só chegaram a existir e a usufruir de um expressivo grau de difusão por terem sido amplamente financiadas pelo capitalismo. Ainda que pareçam forças aparentemente contraditórias — opositores irreconciliáveis —, elas estão mais intimamente associadas do que as pessoas imaginam. O comunismo e o socialismo jamais teriam condições de se difundir se não fosse pelo amplo financiamento que sempre receberam dos oligarcas do sistema financeiro internacional. Se pensarmos em todo patrocínio que foi necessário para financiar revoluções, publicações de livros e periódicos, associações e partidos políticos, chegaremos à constatação óbvia de que essas agressivas ideologias beligerantes só chegaram a existir porque foram amplamente financiadas pelo capitalismo. Como o economista Ludwig von Mises corretamente afirmou, "o anticapitalismo só se mantém em evidência por viver à custa do capitalismo."

A difusão de qualquer ideologia — ainda mais em caráter tão ostensivamente maciço, como foi o caso do comunismo — requer muito dinheiro. O mais irônico em toda essa situação, no entanto, é que os adeptos dessas ideologias nem sequer questionam de onde veio todo esse financiamento. Militantes doutrinados julgam ingenuamente que todas as revoluções socialistas que ocorreram no século 20 aconteceram espontaneamente, e foram motivadas por revolucionários puros, altruístas e graciosos que estavam com uma imensurável sede de justiça e ansiavam mudar o mundo, porque eram movidos por pura benevolência, generosidade e amor; quando na verdade essa conclusão é uma fantasia irracional, completamente destituída de lógica e totalmente afastada da realidade. Em sua maioria, os revolucionários socialistas eram psicopatas desesperados por poder e controle.

O fato de que todas as revoluções socialistas foram verdadeiros morticínios que resultaram em carnificinas desenfradas e contundentes banhos de sangue mostram muito bem que elas nunca ocorreram com a intenção de mudar o mundo, ou torná-lo um lugar mais justo, salutar e benéfico. Antes de tudo, elas foram beligerantes e violentas disputas pelo poder político, guerrilhas organizadas financiadas por grupos desesperados em adquirir controle e domínio onipotente sobre a população de um determinado país ou território. Esses foram os verdadeiros objetivos de todas as revoluções socialistas. O discurso de bondade, igualdade e justiça social serviu apenas como um disfarce, um recurso retórico destinado a ocultar as verdadeiras intenções da ideologia, cuja doutrina nunca pretendeu ser coisa alguma além de uma eficiente plataforma para o poder político.

Evidentemente, pode parecer contraditório afirmar que o capitalismo e o comunismo não estão necessariamente em oposição um ao outro, mas na verdade são duas faces da mesma moeda. Para muitos isso realmente não faz sentido pela simples constatação de que o comunismo aparentemente se coloca na posição de inimigo do capitalismo. Isso, no entanto, faz parte do teatrinho ideológico da teoria política. O que comunistas e socialistas nunca perceberam é que, na verdade, eles nunca passaram de idiotas úteis de projetos de poder financiados por corporações onipotentes com agendas muito maiores do que eles poderiam imaginar.

Toda a esquerda mundial — por conta da agenda cultural progressista — é financiada pelas grandes corporações, porque elas se beneficiam de forma imensurável com esta depravada ideologia política, pelo simples fato desta doutrina ser obcecada por centralização absoluta do poder. Para os grandes conglomerados, os oligopólios bancários e as corporações onipotentes que são predominantes no mercado, em função do vasto capital que possuem, sempre foi muito fácil usurpar o controle político do estado dominando-o de forma plena e ostensiva, com o objetivo de direcioná-lo para atender os seus interesses.

O governo americano vem a ser um exemplo perfeito nessa questão, pois sempre foi uma grande corporatocracia totalmente dominada pelos cartéis financeiros, tendo sempre trabalhado ativamente para atender os seus interesses. Presidentes que tentaram acabar com isso, como John F. Kennedy, foram assassinados. A classe política nunca mandou na Casa Branca, o que dirá no governo. Políticos são apenas os secretários e lobistas de seus donos — os oligarcas do sistema financeiro internacional —, o verdadeiro poder por trás do poder.

O comunismo e o socialismo — ambos parte integrante da depravada idelogia conhecida como marxismo — foram os maiores embustes do século 20. Foram capazes de arregimentar e doutrinar inúmeras massas de idiotas úteis para a causa, enriquecer políticos revolucionários de forma ostensiva e sistemática, e fizeram um expressivo número de partidos políticos trabalharem indiretamente para os interesses das grandes corporações e dos conglomerados bancários, que, por financiarem estas malignidades perversas, depravadas e doentias, foram capazes de destruir concorrentes mais fracos, o que permitiu a elas ter espaço livre para dominar completamente o mercado, e por conseguinte, escravizar a sociedade humana.

No final das contas, todos trabalham exatamente para o mesmo sistema, e servem impreterivelmente ao mesmo dono. Doutrinas econômicas e políticas sempre serviram muito bem aos interesses de quem as promove e financia, especialmente quando o resultado final concede a elas ainda mais poder e controle.

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Sobre Mim

Sobre Mim

O Ultraconservador é um reacionário cristão antissocialista, anticomunista, antimarxista e antiestatista. Um indivíduo sem medo do establishment socialdemocrata ditatorial, corrosivo e totalitário. É colaborador de periódicos (jornais e revistas) e portais eletrônicos do Rio Grande do Sul, Paraná e São Paulo.