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Não, a vacina não pode ser obrigatória

Não, a vacina não pode ser obrigatória

Recentemente, muitas pessoas do estado de São Paulo entraram em pânico depois que o governador do estado, João Dória, declarou que a vacina deve ser obrigatória para todos os brasileiros. Também pudera. Uma vacina que está sendo feita às pressas — atropelando todo o tipo de protocolos científicos — e que não teve nem sequer a sua eficácia devidamente comprovada acima de quaisquer suspeitas, deve mesmo despertar desconfianças por parte da população.  

Em primeiro lugar, o corpo do indivíduo é sua propriedade, e não propriedade do estado. Não importa o que o positivismo legalista do estado diz, de acordo com o direito natural, o seu corpo é sua propriedade. Você não deve ser coagido a fazer absolutamente nada que não queira fazer. Ponto final. As imposições do estado e da manada coletivista progressista não tem nem devem ter qualquer relevância ou valor nas suas decisões individuais, que são apenas suas. As diversas constituições autoritárias e positivistas do estado brasileiro — todas elas inerentemente autocráticas e verticais —, que tivemos no decorrer de nossa história, ao contrário de constituição de outros países, como Estados Unidos, mais próximas do direito natural, jamais contemplaram os direitos individuais dos cidadãos. Não obstante, isso não deve ser motivo para que você se sinta coagido ou destituído de capacidades de defesa perante a tirania do estado.   

Da mesma forma, a confiança histérica e irracional de uma expressiva parcela da população em uma vacina que nem sequer foi devidamente testada é deveras preocupante. A AstraZeneca — empresa que fechou contratos com dezenas de países para a confecção de vacinas — recebeu imunidade de diversos governos. Ou seja, caso efeitos colaterais venham a infligir danos severos nas pessoas que receberem a vacina, a empresa não sofrerá nenhum tipo de penalidade. Consequentemente, a companhia não possui absolutamente nenhum incentivo para tornar a vacina segura ou eficiente. 

Fato é que o pânico inoculado na população pela grande mídia produziu efeito. Muitas pessoas assimilaram o desespero e a histeria generalizada, e foram levadas a acreditar que uma vacina milagrosa poderá salvá-las — e que depois que todos receberem a sua respectiva dose da vacina, tudo poderá voltar ao normal. Como a maioria das pessoas é completamente ignorante com respeito a esse assunto, elas realmente pensam que é possível produzir uma vacina em pouco tempo. Mas isso na verdade é algo completamente implausível e tecnicamente impossível. Vacinas levam anos para serem devidamente confeccionadas, analisadas, estudadas e devidamente testadas. O processo é deveras longo e laborioso. A vacina da caxumba levou quatro anos para ser desenvolvida. A vacina contra o sarampo levou dez anos. Vacinas para doenças como catapora e coqueluxe levaram bem mais de quatro décadas. A vacina do coronavírus aparentemente seria realizada em um tempo recorde, como nunca antes ocorreu com a produção de nenhuma outra vacina. Por que? 

Muitas pessoas não entendem que elas foram induzidas por governos políticos, pelas elites globalistas e pela mídia corporativista a incorporar um estado de pânico e medo crescentes. Não existem motivos concretos e factuais para ter pânico. Até porque agora começamos a ter acesso a informações que relatam que a pandemia de coronavírus foi deflagrada deliberadamente, pelo governo chinês, como uma espécie de arma biológica, com o objetivo de criar um cenário que lhes favorecesse política e economicamente. Mas quem persiste em abordar o assunto por essa perspectiva é frequentemente acusado de alimentar "teorias da conspiração".   

Não obstante, não há qualquer dúvida de que o pior já passou. E que medidas excessivas e totalmente arbitrárias, como lockdown e quarentena — defendidas arduamente pelos seus apologistas como necessárias para proteger as pessoas e evitar novas infecções — foram ostensivamente catastróficas, e causaram muito mais fatalidades e destruição do que ajudaram a salvar vidas.  

A comunidade médica em peso há muito tempo denuncia todas as arbitrariedades e inconsistências relacionadas à pandemia; não obstante, essas pessoas são deliberadamente silenciadas pela grande mídia. Recentemente, um grupo de médicos da Bélgica redigiu e publicou um excelente manifesto, que começa da seguinte forma: 

"Apelamos aos políticos para que sejam informados de forma independente e crítica no processo de tomada de decisão e na implementação obrigatória de medidas em relação ao coronavírus. Pedimos um debate aberto, onde todos os especialistas sejam representados, sem qualquer forma de censura. Após o pânico inicial em torno da covid-19, os fatos objetivos agora mostram um quadro completamente diferente - não há mais justificativa médica para qualquer política de emergência.
 
A atual gestão de crises tornou-se totalmente desproporcional e causa mais danos do que benefícios.
Apelamos ao fim de todas as medidas e pedimos uma restauração imediata da nossa governança democrática normal, estruturas jurídicas e de todas as nossas liberdades civis.
 
'A cura não deve ser pior que o problema' é uma tese mais relevante do que nunca na situação atual. Notamos, no entanto, que os danos colaterais que agora estão sendo causados à população terão um impacto maior a curto e longo prazo em todas as camadas da população do que o número de pessoas agora sendo protegidas da coroa."

 

Não há motivo concreto, coeso, factual, para tanto pânico. Está na hora de nos rebelarmos todos pontualmente contra a nefasta e maledicente ditadura do coronavírus, nem mesmo usando a máscara, que é um símbolo de sujeição e submissão social das pessoas à tirania globalista. 

Esta pandemia teve objetivos políticos desde o seu princípio. E todas as pessoas que estão em posição de poder — ou seja, a maioria dos políticos e dirigentes governamentais de todos os países do mundo — vai tentar tirar proveito dessa situação de alguma forma para se beneficiar politicamente. Se isso exigir a implementação de medidas ainda mais tirânicas e draconianas contra a população, eles o farão sem problema, sem se importar nenhum pouco com as consequências ou com os direitos individuais dos cidadãos, que foram sistematicamente violados desde que começou a quarentena.

E não, você não precisa tomar a vacina. Ninguém pode, deve ou tem o poder de obrigar você a fazer o que você não quer. Você é o proprietário do seu corpo. Qualquer violação a ele é e sempre será uma agressão. Não interessa o que a constituição — que não passa de uma cartilha fajuta cheia de rabiscos aleatórios de burocratas — diz. 

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Sobre Mim

Sobre Mim

O Ultraconservador é um reacionário cristão antissocialista, anticomunista, antimarxista e antiestatista. Um indivíduo sem medo do establishment socialdemocrata ditatorial, corrosivo e totalitário. É colaborador de periódicos (jornais e revistas) e portais eletrônicos do Rio Grande do Sul, Paraná e São Paulo.