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Militantes maconheiros e suas ideologias universitárias

Militantes maconheiros e suas ideologias universitárias

Há muito tempo, as universidades nacionais são verdadeiros prostíbulos progressistas, ambientes saturados de militantes histéricos, irracionais e inúteis, que lutam "arduamente" por um "mundo melhor" para eles mesmos, onde eles não precisarão fazer absolutamente nada, e poderão ser devidamente servidos pelo estado, tendo todos os seus desejos realizados.

As universidades brasileiras infelizmente não estão formando profissionais éticos, responsáveis, construtivos e honestos, verdadeiramente comprometidos com o progresso e o desenvolvimento da civilização, mas viraram fábricas de produção em massa de militantes histéricos, prepotentes e irracionais, completamente obcecados por ideologias imorais, beligerantes e degradantes — algumas delas explicitamente violentas, cruéis e assassinas —, responsáveis pelas mais deploráveis e hediondas mortandades que já existiram na história humana. E o que é pior, esses militantes são ostensivamente doutrinados a rejeitar com repulsiva veemência posições ou opiniões divergentes. São estimulados a absorver doutrinas tóxicas, pérfidas e maledicentes em sua totalidade, sendo condicionados a repudiar tudo aquilo que se dispõe a contradizê-las, e passam a apregoá-las histericamente como se fossem a solução para todos os problemas da humanidade.

Uma dessas ideologias é o anticapitalismo, doutrina de esquerda que prega que o capitalismo é o grande responsável por todos os problemas. De acordo com essa doutrina, todas as adversidades que afligem a humanidade podem ser resolvidas se mais poderes forem concedidos ao estado e se a sociedade permitir —, caso não permita, deve ser obrigada contra a sua vontade — que políticos puros, benévolos, generosos, altruístas, heróicos e graciosos administrem absolutamente tudo.

Como é possível constatar — além de enxergar a realidade de uma forma extremamente simplória e mundana —, as "soluções" propostas pelas deploráveis ideologias universitárias do sistema acadêmico vigente para resolver os problemas que acometem a humanidade são igualmente simplórias. E isso pode ser atestado de forma irrefutável historicamente; aonde o anticapitalismo prevaleceu, a sociedade empobreceu de forma sistemática e irreversível. Adicionalmente, uma profusão de consequências ostensivamente nefastas e deploráveis acometeu nações cujos governos impuseram sobre elas sistemas de controle autoritários, como carnificinas famélicas, escassez de alimentos, desnutrição crônica generalizada e declínio da produtividade econômica, o que gerou níveis inenarráveis de mortandade e destruição.

Infelizmente, militantes e universitários — que via de regra são pessoas demasiadamente acostumadas ao ambiente acadêmico, e portanto vivem desmesuradamente afastadas da realidade — são ostensivamente ignorantes com relação à tudo aquilo que produz prosperidade e aumento do padrão e da qualidade de vida. O mundo nunca viu nenhum avanço, prosperidade ou progresso nos regimes que adotaram as ideologias defendidas por acadêmicos e maconheiros progressistas. De maneira que, para defender ideologias universitárias, é fundamental estar completamente alienado da realidade concreta factual e sofrer com uma contundente ignorância sobre tudo aquilo que efetivamente produz progresso, desenvolvimento material e prosperidade econômica.

Infelizmente, há muito tempo diversas ideologias fúteis conseguem se promover apresentando sua indignação com relação aos problemas dos quais o mundo sofre, ao passo que se promovem como a solução para todos esses problemas. Esse tipo de raciocínio simplório frequentemente ignora as complexidades da realidade e os organogramas econômicos e governamentais sobre os quais esta realidade está alicerçada; e que serão muito diferentes de um país para o outro, visto que o nível de interferência do estado sobre o mercado e a ação humana variam muito de uma nação para a outra. E isso diz muito sobre a capacidade que uma nação terá para gerar progresso e prosperidade. Quanto menos interferência governamental houver, mais liberdade econômica existirá. Quanto mais liberdade econômica existir, mais progresso e prosperidade haverá.

Militantes universitários, no entanto, não tem conhecimento, inteligência ou experiência de vida para compreenderem as limitações das utopias que defendem, tampouco possuem capacidade de raciocínio para perceber como são manipulados por projetos de poder políticos, servindo como idiotas úteis do sistema. Infelizmente, a juventude atual — além de intransigente, imprudente, irracional e extremamente despreparada para vida —, é imatura, beligerante e obtusa demais para compreender a própria ignorância sobre política, a ponto de entender que ela é incompatível com histriônicas e malfadadas ideologias utópicas. Infelizmente, muitos dos jovens de hoje, assim como os da geração anterior, crescerão para se tornarem adultos histéricos e exigentes, terrivelmente infantilizados pelo sistema que os imbecilizou.

Artigo publicado no Jornal A Folha do Sudoeste, periódico bissemanal de Palmas, Paraná, edição de 02 de outubro de 2020. 

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Sobre Mim

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O Ultraconservador é um reacionário cristão antissocialista, anticomunista, antimarxista e antiestatista. Um indivíduo sem medo do establishment socialdemocrata ditatorial, corrosivo e totalitário. É colaborador de periódicos (jornais e revistas) e portais eletrônicos do Rio Grande do Sul, Paraná e São Paulo.