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Lula recorre à ONU pelo seu “direito” de ser ditador do Brasil

Lula recorre à ONU pelo seu “direito” de ser ditador do Brasil

 

Lula, aquele verme patético, decadente, grotesco, pérfido e hilariante – especialista em chorar, lamuriar-se como uma criança que se perdeu da mãe na padaria e defecar sentimentalismos políticos baratos e emotivos em comícios públicos onde jamais aborda de forma séria, categórica e efetiva os problemas do Brasil –, tratado como um deus pela militância de jumentos anencefálicos petistas que o veneram como uma sacrossanta divindade, não conhece limites quando a questão é escapar da prisão, usando como prerrogativa uma candidatura ilegal, que deverá ser impugnada pelo TSE de acordo com a lei da ficha limpa, criada pelo próprio. Um dos indivíduos a comparecer no julgamento de Lula no TRF-4 em Porto Alegre, no dia 24, foi Geoffrey Robertson – que dormiu durante a audiência –, conhecido por representar o líder máximo da ORCRIM na Comissão de Direitos dos Manos da ONU. Além de Lula, Robertson representa na ONU o fundador da WikiLeaks, Julian Assange.

Enquanto esteve no Brasil, Robertson provou que é competente mesmo só pra dormir. Não tendo nem sequer a mais vaga noção do que acontece em nosso país, e do quão nefasta é a política nacional, Robertson questionou a jurisprudência brasileira, e como todo “bom” petista pró-corrupção, desferiu ataques pessoais ao juiz Sérgio Moro, acusando-o de ser um egomaníaco que adora publicidade. Fico curioso em saber o que ele diria de Lula, que não consegue passar um único dia sem interagir com sua militância de jumentos adestrados – que, conforme acaba a mortadela, vai definhando –, seja pessoalmente, ou através da mídia complacente com os seus crimes.

Evidentemente, penso que nem o próprio Robertson acredita na inexistente inocência de Lula, e sabe que todas as alegações proferidas pelo líder máximo da ORCRIM são, na melhor das hipóteses, pura encenação. Não obstante, a notoriedade do caso irá beneficiá-lo. E como qualquer indivíduo neste meio, é exatamente isto o que Robertson quer, notoriedade. Aquilo de que ele acusa Sérgio Moro de gostar. Mas que, na verdade, indivíduos como ele e Lula não se atreveriam a dispensar. A hipocrisia é uma das características centrais dessa gente.

Se a ONU vai atender com seriedade e diligência esta questão é outra história. Como existem diversas organizações criminosas nas Nações Unidas com interesses dúbios concernentes ao Brasil, existe a possibilidade de que concedam apoio a Lula, se os líderes destas quadrilhas julgarem válido, por alguma razão, beneficiar o líder máximo da ORCRIM; o que, evidentemente, exigirá uma contrapartida deste. Como a ONU é uma organização criminosa de fato, dedicada a difundir o terrorismo, o antissionismo, o antissemitismo, o tráfico de jovens como escravas sexuais, e a consolidação de regimes autoritários, entre muitas outras depravações sórdidas e malévolas, não podemos nos dar ao luxo de duvidar que decidam tomar partido a favor de Lula, contra o resto do Brasil.

Geoffrey Robertson, o “altruísta” e “determinado” advogado “humanitário” de esquerda, é parte de um teatrinho criado para beneficiar o venerado messias petista. Há muito tempo a ONU não é uma entidade séria, mas uma organização criminosa, orquestrada por interesses escusos. Seus mandatários são completamente omissos em questões como a ditadura venezuelana, que está massacrando e trucidando os seus próprios cidadãos. Não obstante, com prepotência e arrogância ditatoriais, são rápidos para defender criminosos, corruptos e assassinos, e silenciar completamente quando a questão é defender os inocentes e os vulneráveis. Também pudera, há muito tempo ninguém mais espera algo razoavelmente decente, correto e humano vindo da ONU. Eles nem sequer se dão o trabalho de disfarçar suas reais intenções.

A grande questão agora é esperar que a jurisprudência brasileira cumpra impreterivelmente o que está registrado na letra da lei, sem se preocupar com as reações internacionais. O Brasil tem todo o direito de agir, em território nacional, como o seu único e maior soberano. Nenhum outro país, organização ou entidade transnacional tem o direito de interferir nos assuntos internos, ainda mais para beneficiar um criminoso, e prejudicar toda uma nação.

Geoffrey Robertson está precisando urgentemente achar o caminho de um bom lar da velhice, no Reino Unido – onde ele reside – e deixar o Brasil cuidar de suas questões internas. Ele pode não saber disso, mas nunca precisamos dele. Ele é tão descartável quanto Lula e o PT. Até o momento, estamos indo muito bem sem ele, e acredito que ficaremos melhor ainda, sem ele. 

Artigo publicado no jornal A Folha do Sudoeste, periódico bissemanal de Palmas, Paraná, edição de 17 a 20 de março de 2018. 

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Sobre Mim

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O Ultraconservador é um reacionário cristão antissocialista, anticomunista, antimarxista e antiestatista. Um indivíduo sem medo do establishment socialdemocrata ditatorial, corrosivo e totalitário. É colaborador de periódicos (jornais e revistas) e portais eletrônicos do Rio Grande do Sul, Paraná e São Paulo.