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Lula quer ser ditador, não presidente

Lula quer ser ditador, não presidente

    Com retorno de Lula à presidência, extrema-esquerda pretende implementar governo autocrático e autoritário no país

        Para quem compreende de forma abrangente o que está por trás dos bastidores do poder, as estratégias políticas adotadas por Lula, e obedientemente resguardadas por todos os seus sicofantas fanáticos da extrema-esquerda, revelam de forma escancarada os próximos passos da sua organização criminosa. Que eles pretendem e desejam ardentemente venezuelizar o Brasil não é novidade para ninguém. Mas poucos sabem o que eles farão, tão logo consigam ascender novamente ao escalão mais elevado da esfera governamental. 

        O que Lula realmente pretende é tornar-se o análogo tupiniquim de Nicolás Maduro: um tirano áspero, rutilante e caipira, sem receio de exibir suas tendências autoritárias e narcisistas. Se ele fosse eleito presidente, não há dúvida nenhuma de que se tornaria ditador. E desta maneira, o comunismo seria efetivamente implantado no Brasil. O PT iria retomar o seu projeto totalitário de poder exatamente de onde parou, antes do impeachment da presidente Dilma Rousseff.

        Possivelmente, uma das primeiras ações do regime tirânico seria implementar a PL8243, o malfadado decreto dos conselhos populares de democracia direta, que tinha por objetivo fundamental invalidar o sistema de democracia representativa, e consolidar uma total concentração de poder do partido sobre o estado e a população. Invariavelmente, este modelo ditatorial de controle político implicaria em uma brutal e irrestrita implantação do sistema bolivariano no Brasil, onde os conselhos populares, em um modelo inspirado nas secretarias sovietes existentes na antiga URSS, deteriam de fato um poder absoluto. Este decreto, que fora derrubado quando apresentado à Câmara, pouco tempo depois foi novamente reformulado pelo deputado Chico Alencar, e apresentado para apreciação dos parlamentares como PL8048.

      Em seguida, o governo iria federalizar as policiais estaduais, para utilizá-las como aparato de repressão estatal. Políticos de oposição, conservadores, livres pensadores, cidadãos considerados subversivos e todo e qualquer indivíduo que oferecesse resistência ao novo regime seriam arbitrariamente encarcerados, como em qualquer ditadura comunista.

      Estes projetos estavam em curso antes de Dilma Rousseff ser destituída da presidência da república. O governo petista, gerindo um estado completamente aparelhado, trabalhava ativamente pela implantação destes instrumentos de extorsão e opressão governamental. Graças ao impeachment, o processo de venezuelização do Brasil fora interrompido. Mas ele não foi suplantado, muito pelo contrário. O PT continua intransigente, incólume e agressivo, disposto a continuar com a concretização do seu projeto totalitário de poder, impulsionado pela URSAL e pelo Foro de São Paulo. O que boa parte da população brasileira ainda não foi capaz de compreender é que toda a corrupção que fora escancarada durante a operação Lava-Jato não era o problema em si. A corrupção era um meio, não o principal objetivo. Boa parte dos montantes de recursos públicos desviados foi direcionado para o aparelhamento do estado. Um estado paralelo fora criado à margem do estado legítimo, com a finalidade de consolidar a perpetuação do PT no poder. O que parte relevante da população não leva em consideração é o fato de que comunistas há muito tempo abandonaram o caminho tradicional da revolução, a tomada do poder pela força. Hoje, eles usam a própria democracia para subvertê-la, e desta maneira consolidar os regimes totalitários que tanto almejam, em uma busca ensandecida pelo poder. Foi com este propósito que Lula fundou o Foro de São Paulo com Fidel Castro, e é para consolidar este projeto que a URSAL vem continuamente trabalhando.

        Desta maneira, utilizando a democracia como um instrumento para se chegar ao totalitarismo, todos os envolvidos em questão, como o ex-presidente e criminoso contumaz Luís Inácio Lula da Silva, não apenas usufrui de amplas prerrogativas para se fazerem de vítimas, – a típica síndrome do credo esquerdista –, mas consolidam um alabastro político de legitimidade que, de acordo com a deturpada visão de mundo que defendem, concede a eles licença – ou “estado de exceção” – para fazerem com o estado, o governo e a nação o que bem desejarem em seu exercício do poder, que pretende ser absoluto.

       Esta é uma das razões pelas quais, de acordo com esta visão de mundo, Nicolás Maduro, sempre tão afetuosamente citado por Lula, pode exercer explicitamente uma tirania na Venezuela. Afinal, ele foi “democraticamente” eleito. Não obstante, depois de todas as revelações que vieram à luz recentemente com relação às urnas eletrônicas Smartmatic, não é difícil especular a respeito de resultados fraudulentos, em uma escala muito maior do que poderíamos especular a princípio, tanto lá como aqui.         

      A verdade é que o PT, bem como todos os seus partidos-satélites, como PSOL, PSDB e PCdoB, entre tantos outros esgotos de esquerda, pretendia, ainda pretende e buscará avidamente fazer o cidadão brasileiro ser escravo de um regime totalitário. 

    Artigo originalmente publicado no jornal A Folha do Sudoeste, periódico bissemanal de Palmas, Paraná, edição de 04 a 07 de novembro de 2017. 

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Sobre Mim

Sobre Mim

O Ultraconservador é um reacionário cristão antissocialista, anticomunista, antimarxista e antiestatista. Um indivíduo sem medo do establishment socialdemocrata ditatorial, corrosivo e totalitário. É colaborador de periódicos (jornais e revistas) e portais eletrônicos do Rio Grande do Sul, Paraná e São Paulo.