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Grupo de juristas propõe elaboração de uma Constituição Mundial

Grupo de juristas propõe elaboração de uma Constituição Mundial

Pessoas despertas — que sabem que a Nova Ordem Mundial é uma realidade, que fica a cada dia mais próxima —, estão atentas aos variados desdobramentos do panorama geopolítico, agravado pela pandemia de coronavírus. Recentemente, um grupo de juristas e ativistas se reuniu na Itália para discutir a possibilidade de elaborar uma Constituição Mundial, cujos princípios serviriam de base para uma atuação conjunta de todas as nações, para lidar com problemas como o que estamos enfrentando no atual momento, de uma epidemia global.

É claro que as intenções de seus proponentes parecem ser, à princípio, inteiramente "nobres", "benévolas" e "altruístas". Um desses indivíduos, Luigi Ferrajoli, profissional da área do direito, afirmou: “A constituição do mundo não é o governo do mundo, e sim a regra de compromisso e a bússola de todos os governos para o bom governo do mundo”. O desejo é unificar todos os povos mediante soluções em comum. O problema, no entanto — para o qual seus proponentes são terrivelmente obtusos — é que isso enfraquece a autonomia de governos regionais e locais, e por conseguinte, dos cidadãos. Mesmo não sendo essa a intenção, fato é que uma constituição mundial forneceria precedentes para uma perigosa, drástica e autoritária padronização da sociedade.

Quando damos poder demais ao estado e ao governo, estamos colocando um ponto final na liberdade, bem como uma forca ao redor de nossos pescoços e dos pescoços alheios. Afinal de contas, não há garantia nenhuma de que as pessoas que estão no poder usarão esse poder para o bem. Nada na história da humanidade provou ser mais perigoso do que conceder poderes plenipotenciários a políticos e burocratas. Não podemos esquecer que os maiores assassinos da história humana foram justamente estados e governos, que mataram mais de cem milhões de pessoas no século 20.

Não podemos ser ingênuos. Governos possuem suas próprias agendas e interesses ocultos. Que razões temos para pensar que uma constituição global não seria usada para a expansão do poder e do controle estatal? Devemos ter confiança cega e irrestrita em burocratas apenas porque eles mesmos afirmam serem "sacrossantos", "puros", "corretos" e "bacanas"? Todos testemunhamos como a atual pandemia de coronavírus serviu de pretexto para que governos de diversos países expandissem de forma dramática os seus poderes. O ditador das Filipinas, Rodrigo Duterte, chegou a afirmar que mandaria policiais matarem quem ousasse violar a quarentena. Nos Estados Unidos, o governo atualmente discute a ideia de "cartões de imunidade" a serem entregues para quem não é portador do coronavírus. Apenas as pessoas que possuírem o documento terão liberdade para se locomover livremente. Uma enfermidade está sendo usada como prerrogativa para uma irrefreável expansão dos poderes do estado, que assumirá controle absoluto sobre tudo e sobre todos. O problema é que poucas pessoas estão se dando conta disso. A maioria simplesmente confia nos governos, sem questionar ou contestar. O estado já as domina, e elas nem sequer perceberam isso.

Com uma constituição global, estaremos diante de um governo mundial de fato, onde não existirá a menor consideração por diferenças e circunstâncias locais. Quando tudo é padronizado e homogeneizado de forma draconiana e vertical, então estaremos assumindo o sepultamento da liberdade e a ascensão de uma ditadura global. O populacho servil e ignorante não entende que há muito tempo um governo mundial é um objetivo das elites globalistas. O Movimento Federalista Mundial sonha com isso há décadas. De acordo com sua proposta, haveria um só governo, e os países do mundo seriam províncias desse governo único. O problema é que muitas pessoas ainda estão em fase de negação, julgando ser impossível a materialização da distopia, ou que tudo não passa de uma "ilusão", "teoria da conspiração". Isso se deve ao fato de que todas as etapas deste pernicioso ciclo de totalitarismo global estão se consolidando de forma gradual, muito sorrateiramente, porém com um nível de êxito indescritível. E de forma aparentemente "benévola" e "altruísta". No mês de dezembro de 2019, começou o surto de coronavírus na China, que posteriormente se espalhou para o resto do mundo. No mês de fevereiro desse ano, juristas, cientistas políticos e profissionais da área do direito se reuniram na Itália para discutir a proposta de uma constituição mundial. O que virá depois? A implementação de uma moeda única para o mundo inteiro? Depois da grande recessão global que há de vir, essa etapa definitivamente sairá da teoria para se tornar um fato concreto.

Infelizmente, ainda temos aquela multidão de ingênuos que acha que uma Constituição Mundial é uma proposta inofensiva — quase benéfica —, elaborada por um grupo de senhores sinceros, justos e bem-intencionados, e que ela não necessariamente anularia as constituições individuais de cada país. Ora, tudo o que as elites que estão por trás da Nova Ordem Mundial sugerirem será com a mais "nobre", "correta", "generosa" e "pura" das intenções. Eles jamais irão revelar suas verdadeiras motivações para o mundo. Você não abrirá o jornal amanhã e lerá a seguinte manchete: "Nova Ordem Mundial declara que pretende implantar uma ditadura global, controlar todos os recursos naturais e mandar com despotismo e tirania em todas as nações que existem no mundo."

As várias etapas necessárias para a implementação de um governo mundial estão se sucedendo de acordo com um cronograma estabelecido. À princípio, tudo parece obedecer a uma ordem espontânea e natural, mas na verdade cada etapa deste sórdido projeto maligno foi meticulosamente projetada. Um surto viral global obrigou as pessoas a permanecerem confinadas, e os governos do mundo agora estão buscando uma "solução" para o problema. Uma constituição mundial serve como uma formidável prerrogativa para trabalhar e desenvolver soluções em conjunto, o que dará as elites que estão no poder e no controle de tudo um excelente pretexto para implementar um sistema de homogeneização, padronização e controle social nunca antes visto na história humana.

Assim que a constituição mundial se tornar uma unanimidade entre a intelligentsia e a elite acadêmica global, a soberania e a independência das nações estará condenada. Seremos todos escravos dos globalistas, da ONU e de outras diabólicas organizações supranacionais. Esse plano se concretizará, sem dúvida nenhuma. Os que estão despertos já passaram dessa etapa. A questão agora é outra: como podemos formar núcleos de resistência, tanto individuais quanto coletivos?

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Sobre Mim

Sobre Mim

O Ultraconservador é um reacionário cristão antissocialista, anticomunista, antimarxista e antiestatista. Um indivíduo sem medo do establishment socialdemocrata ditatorial, corrosivo e totalitário. É colaborador de periódicos (jornais e revistas) e portais eletrônicos do Rio Grande do Sul, Paraná e São Paulo.