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Governo já fala em cadastro e rastreamento de vacinados

Governo já fala em cadastro e rastreamento de vacinados

Aqueles que estão despertos sabem perfeitamente que a atual pandemia de covid-19 não passa de um sórdido pretexto para as elites globalistas implementarem um governo totalitário mundial (eu escrevi sobre isso aqui e aqui). Atualmente, não são mais os governos políticos das nações que governam os seus respectivos países. O mundo é governado por organizações supranacionais como a ONU, a OMS, a OTAN, o FMI e o Banco Mundial, entre muitas outras. 

Estas instituições despacham ordens, decretos e regulamentos e o restante do mundo apenas os executa. De maneira que os governos políticos nacionais, regionais e locais atuam apenas como secretários e executores, cuja função simplesmente se limita a implementar tudo aquilo que já foi previamente decidido pelos senhores do mundo.

De fato, os globalistas passaram boa parte do século passado criando e estabelecendo todas as organizações supranacionais existentes, justamente para que elas se tornassem poderosas o suficiente para governar o mundo inteiro, e nenhum governo político nacional, regional ou local tivesse autonomia suficiente para ignorar suas resoluções.

Aqueles que decidem desafiar a soberania globalista sofrem pesadas sanções como consequência. Um exemplo disso está na Bielorrússia de Alexander Lukashenko, que desafiou a ditadura do coronavírus e não aderiu às políticas covidianas de uso obrigatório de máscara, distanciamento social, quarentenas e lockdowns (de fato, a Bielorrúsia tem uma das menores taxas de infecção e morte por coronavirus do mundo, registrando até o momento apenas 1.773 mortes — isso para uma população de aproximadamente nove milhões e meio de pessoas). Em decorrência disso, a UE está tentando impor uma série de embargos ao país, ao mesmo tempo que tenta arruinar a sua imagem perante a comunidade internacional.

É verdade que algumas das acusações proferidas pelos burocratas da UE — como repressão governamental e perseguição a dissidentes políticos — são verdadeiras, mas isso não muda o fato de que estão atrás dele pelo simples fato de que Lukashenko decidiu desafiá-los, ao recusar-se a implementar a ditadura do coronavírus em seu país. Consequentemente, enquanto o resto do mundo está aprisionado, a Bielorrúsia é uma das poucas nações do mundo cuja população usufrui de um grau salutar de liberdade, pelo fato de que seu líder político máximo desafiou os globalistas.

Não obstante, a verdade é que a Bielorrúsia de Alexander Lukashenko é uma exceção. A grande maioria dos países do mundo, lamentavelmente, está fazendo exatamente tudo o que a OMS ordena, cumprindo com todos os protocolos e todas as etapas da ditadura do coronavírus. Uma dessas etapas — a ser implementada em breve — é efetuar um mapeamento de todos aqueles que forem vacinados. 

Aqui no Brasil, o ministério da saúde já anunciou sua intenção de fazer isso. Elcio Franco — o segundo no comando do Ministério da Saúde — há algumas semanas afirmou que "nosso maior desafio e preocupação é a rastreabilidade de quem for vacinado"; ele também afirmou que será instituída uma carteira nacional de vacinação, onde ficará registrado qual vacina o indivíduo tomou, qual a sua procedência, em qual data a dose foi administrada e até mesmo o número do lote aplicado será devidamente documentado.  

Evidentemente, o governo dá todo o tipo de justificativas para instaurar esse tipo de controle. Nesse caso, afirma-se que o registro meticuloso da vacinação serve para evitar que o indivíduo tome vacinas de procedência diferente, o que o protegerá de eventuais reações adversas. 

Sabemos pefeitamente que isso na verdade são etapas para a execução do sistema de controle social que está sendo gradualmente implementado para que o governo globalista tenha domínio pleno sobre a população mundial. Além das vacinas estarem matando ao invés de estarem salvando — o que contribui com o plano globalista de redução populacional —, o fato de que a maioria das pessoas infelizmente acredita na narrativa oficial do sistema mostra como elas já estão mentalmente escravizadas pela ditadura mundial.

Esse tipo de controle tem precedentes. Há vários meses, o governo de Portugal obrigou a população a baixar um aplicativo que registrava cidadãos que tiveram contato com pessoas infectadas; algo muito similar ao sistema de crédito social aplicado na China.    

Aos poucos, a escravidão vai adquirindo novos contornos e ficando a cada dia mais implacável. A grande maioria das pessoas, infelizmente, permanece obtusa para o que está acontecendo. 

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Sobre Mim

Sobre Mim

O Ultraconservador é um reacionário cristão antissocialista, anticomunista, antimarxista e antiestatista. Um indivíduo sem medo do establishment socialdemocrata ditatorial, corrosivo e totalitário. É colaborador de periódicos (jornais e revistas) e portais eletrônicos do Rio Grande do Sul, Paraná e São Paulo.