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A função do estado é criar e intensificar problemas – não resolvê-los

A função do estado é criar e intensificar problemas – não resolvê-los

A função primária do governo é – e sempre será – intensificar os problemas existentes, e criar novas dificuldades para a população. O estado não existe para solucionar problemas, mas para buscar engrenagens que viabilizam à classe política todas as oportunidades possíveis para esta se manter no poder. Os estadólatras não tem capacidade nenhuma de enxergar isso, pois, para eles, burocratas estatais são seres puros, iluminados e sacrossantos, que salvarão a sociedade – e consequentemente, a humanidade – do tenebroso e rude capitalismo opressor. Mas quem tem inteligência e racionalidade para enxergar as coisas como elas de fato são, sabe que a realidade é muito diferente.

O estado é uma organização monopolista e criminosa, e como tal, sua única função é manter o status quo vigente. Manter a pobreza, enquanto finge combatê-la, e manter todas as políticas necessárias para escravizar a sociedade, e deixá-la completamente subserviente ao estado.

Se o liberalismo econômico fosse implementado hoje no Brasil, veríamos centenas de empresas abrindo diariamente. O desemprego, consequentemente, seria mitigado, e a economia iria florescer. Mas não é isso o que o governo quer. As oligarquias que controlam a política nacional desejam manter as coisas exatamente como estão, pois as grandes corporações que detém o monopólio industrial e comercial do país abastecem sua voracidade financeira através do clientelismo estatal, usurpando para si grande parte do mercado nacional. Para tanto, é fundamental que as coisas fiquem como estão. Assim, todos aqueles que de fato detém o poder irão continuar no comando. No cenário político nacional, no entanto, sempre veremos a encenação de um místico e dócil teatrinho, convenientemente esboçado e ensaiado, para manter as aparências, e dar à população à aparência de que algo realmente está sendo feito para mudar a situação do pais. Quando na verdade, não está. Tudo o que o estado faz é para expandir a sua esfera de poder e influência. O estado jamais irá desperdiçar tempo e recursos com a população. Esta pauta nunca fez parte do alabastro da anatomia estatal. Expandir sua tirania é tudo o que o estado quer. É para isso que o estado existe, é para isso que o estado se mantém. Quando o estado faz alguma coisa, é porque ele quer legitimar a falsa fachada de benevolência que os ingênuos e os estadólatras conferem a ele. 

Para verificar o nível de tirania, abominação e malignidade do estado, basta analisar a atual situação da intervenção federal no Rio de Janeiro. Toda a classe política – com algumas exceções – rapidamente expressou interesse e ativamente envolveu-se na proteção de criminosos, demonizando o exército e colocando-se contra os interesses da população, esforçando-se impreterivelmente para deliberadamente sabotar todas e quaisquer possibilidades de segurança da população fluminense. Maria dos Presidiários, padroeira dos estrupradores, pedófilos, assassinos e contraventores, chegou a afirmar que os traficantes não precisavam do exército, mas "de diálogo". Quando policiais são assassinados e abatidos pelos criminosos – algo que já se tornou deveras corriqueiro no beligerante campo de concentração em que se converteu o venezuelizado Rio de Janeiro –, então, está tudo bem, tudo certo, tudo ótimo. Mas quando os mortos são bandidos, que merecem morrer, aí todas as organizações criminosas que militam pelos direitos dos manos começam a berrar e espernear, como crianças com as fraldas sujas. 

O estado nunca estará envolvido ou disposto a atender os interesses da população. O estado é uma organização criminosa tirânica, frívola e inflexível, disposta a assassinar, escravizar e destroçar, e portanto, dada a sua natureza intrinsecamente maligna, age como tal. Nunca nada de bom veio, vem ou virá do estado. Do estado, podemos esperar as coisas mais abjetas, degradantes, agressivas, mortíferas e destrutivas que possam ser concebidas na mente humana, sempre engendradas com interesses escusos, pérfidos, dilacerantes e maledicentes. O estado é um inimigo natural da humanidade. E, para tanto, sempre irá empenhar-se indefectivelmente em matar, asassinar, destruir, pulverizar e sabotar. Mas, evidentemente, de formas discretas e indiretas, para que as pessoas possam continuar nesse estado de torpor em que vivem, enquanto o estado usufruiu da benevolência dos estadólatras, idiotas úteis que sempre estarão defendendo o estado, e proclamando quão benévola, maravilhosa, pura, gentil, benigna, resplandecente e sacrossanta é a classe política, para quem devemos louvor, adoração e a graça de nossas vidas.   

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Sobre Mim

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O Ultraconservador é um reacionário cristão antissocialista, anticomunista, antimarxista e antiestatista. Um indivíduo sem medo do establishment socialdemocrata ditatorial, corrosivo e totalitário. É colaborador de periódicos (jornais e revistas) e portais eletrônicos do Rio Grande do Sul, Paraná e São Paulo.