Blog

BBB, a cultura da lacração e a masculinidade frágil do homem medíocre

BBB, a cultura da lacração e a masculinidade frágil do homem medíocre

Recentemente, o filho do cantor brega Fábio Júnior — como todo bom lacrador — choramingou em rede nacional no programa militante Big Bosta Brasil, afirmando que todas as coisas ruins que acontecem na sociedade são culpa do homem "branco, hétero, privilegiado". Então ele chorou. Ou tentou forçar um choro. 

Lacração comum e privisível, para um programa feito especialmente para a militância. 

Evidentemente — como muitas pessoas especulam — é possível que o sujeito em questão tenha apenas atuado. Afinal, o filho de Fábio Júnior é ator (ou tenta ser). Sabemos perfeitamente que a classe artística, em virtude de suas inflexíveis e sensíveis credenciais esquerdistas, valoriza bastante a lacração como uma ferramenta para se autopromover, tanto perante a militância idiotizada, como também para conseguir mais oportunidades profissionais, visto que o meio cultural é praticamente dominado pela hegemonia progressista.    

Tenha ele atuado ou não, o irmão de Cléo Pires só mostrou que ele é o típico "homem" moderno progressista, frágil, delicado, chorão e inútil. Que a sociedade se preste a dar o mínimo de atenção a um indivíduo tão insignificante é sinal de drástica decadência cultural e civilizacional. 

Como todo militante lacrador procura fazer quando está desesperado por atenção, o filho de Fábio Júnior deu a si mesmo um colossal — e irrealista — atestado de benevolência, quando disse, choramingando "eu respeito muito cada coração existente nessa Terra". Isso é exatamente o que todo militante de esquerda tenta fazer desesperadamente: mostrar para toda a sociedade um imaculado certificado de virtudes, que incorporam a própria essência da benevolência universal. Para os militantes da lacradores, a aparência é tudo o que importa. Parecer bom aos olhos da sociedade é muito mais importante do que ser bom de fato. 

No entanto, praticar a caridade, dar roupas e alimentos para moradores de rua e fazer algo de útil e construtivo para a sociedade essa gente não quer. E o pior de tudo, quando efetivamente realizam atitudes louváveis, os poucos que o fazem usam a caridade para se promover.     

Ao falar de homens heterossexuais, brancos e privilegiados, o filho de Fábio Júnior — como todo coletivista lacrador medíocre e reducionista, metido a fazer generalizações — convenientemente omitiu a realidade: só porque ele é privilegiado por ser filho de um cantor rico e famoso, isso não significa que todos os brancos heterossexuais que existem no mundo são privilegiados como ele. Na verdade, a grande maioria dos brancos heterossexuais não são sujeitos privilegiados, muito menos são filhos de cantores ricos e famosos.  

A militância lacradora, como sempre — em seu mundinho fantasioso cheio de unicórnios e pirulitos de framboesa — esquece que nem todos os brancos são ricos, e frequentemente age como se não existissem brancos pobres no mundo. 

O irmão de Cléo Pires, lamentavelmente, não passa de mais uma deplorável manifestação da sórdida e decadente cultura da lacração politicamente correta, saturada de pessoas desesperadas por atenção, ávidas por mostrar para o mundo como elas são delicadas, puras e sensíveis, quando na verdade são criaturas terrivelmente infelizes e arduamente consumidas pela necessidade patológica de exibir para toda a sociedade quão benévolas, iluminadas, generosas e preocupadas com a humanidade elas são. 

No entanto, a verdade é que militantes lacradores não passam de criaturas terrivelmente vazias, que precisam desesperadamente do auxílio de um bom psiquiatra. 

Compartilhe esse texto:

Sobre Mim

Sobre Mim

O Ultraconservador é um reacionário cristão antissocialista, anticomunista, antimarxista e antiestatista. Um indivíduo sem medo do establishment socialdemocrata ditatorial, corrosivo e totalitário. É colaborador de periódicos (jornais e revistas) e portais eletrônicos do Rio Grande do Sul, Paraná e São Paulo.