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Estatismo é socialismo e socialismo é estatismo

Estatismo é socialismo e socialismo é estatismo

Socialismo – doutrina política totalitária que alcançou o seu apogeu com os livros de autoria do demagógico falastrão alemão Karl Marx – nada mais é do que a forma mais extrema de estatismo, o controle total de absolutamente toda a sociedade por um estado tirânico, absoluto e despótico, profundamente arraigado em doses maciças de coletivismo histriônico e irracional. Mas, ao contrário do que muitas pessoas pensam, para que exista o socialismo, não é necessário estar no poder um partido político autoproclamado socialista, de forma alguma. O socialismo é uma autoritária imposição coletivista análoga ao estado, não podendo existir sem ele, e forçosamente existindo, conquanto haja um estado; portanto, em qualquer sociedade onde há um estado, cobrança de impostos e classe política, podemos dizer que ali há socialismo. Como exemplo, podemos citar o fato da sociedade produtiva ser constantemente assaltada pelo estado – na forma de impostos, taxas, tarifas e demais imposições unilaterais agressivas e arbitrárias – para custear os luxos, privilégios e benefícios da classe política, que nada produz, sendo portanto uma casta de parasitas. Temos em nossa sociedade também o seguro desemprego, onde os indivíduos produtivos de uma sociedade tem parte de sua renda confiscada para sustentar os indivíduos improdutivos. O que configura-se como socialismo puro.

O renomado economista austríaco Friedrich Hayek certa vez afirmou que políticos jamais conseguiriam conquistar popularidade defendendo medidas contrárias ao socialismo, isso porque promessas de campanha populistas e assistencialistas tendem a conquistar grande parte do eleitorado, que sempre aprecia sobremaneira uma dose elevada de generosidade “gratuita”. Em sua ingenuidade, no entanto, esquecem que o estado nada produz, e tudo o que o estado distribui ele roubou primeiro da sociedade produtiva. De maneira que, em maior ou menor medida, todos os políticos de todos os partidos acabam defendendo medidas radicalmente socialistas em suas promessas de campanha, mesmo que à princípio afirmem eles próprios serem antissocialistas. Políticos, de uma maneira ou de outra sempre defenderão benefícios para uma determinada classe, ou várias, concursos públicos para que pessoas sem competência ou qualificações para trabalhar no setor privado possam ingressar no estado e assim ganhar muito dinheiro como parasitas da sociedade produtiva, e acima de tudo, a classe política defenderá de forma aguerrida os seus próprios privilégios e benefícios. Tudo acompanhado, é claro, de muita doutrinação, para que a população esteja sempre servil e subserviente aos tiranos que as escravizam.   

O que políticos querem quando chegam no poder é se estabelecer lá, e lá ficar indefinidamente. Para atingir este objetivo, eles enganarão a população de todas as formas e maneiras possíveis. Como o brasileiro é uma criatura muito ingênua, ele tende a acreditar nos seus políticos de estimação com louvor e dedicação, não raro os enxergando de forma idealizada como abnegados e aguerridos heróis determinados, predestinados a conquistar a glória e o louvor popular. A idolatria e o culto à personalidade são elementos inerentes ao socialismo. Todos aqueles que veneram políticos por livre e espontânea vontade o fazem porque sua intelectualidade deficiente e capacidade de raciocínio limitada sucumbiu aos macetes da propaganda partidária e da lavagem cerebral ideológica. Políticos, em sua maioria, não passam de psicopatas desesperados por poder e controle. Vivem suas vidas ostensivamente mergulhados em muito luxo e riquezas, com tudo o que roubam diariamente da população.

O socialismo nada mais é do que roubo institucionalizado, sustentado por uma base ideológica corrosiva, agressiva, autoritária e fraudulenta. E qualquer forma de socialismo – mesmo as mais “suaves” – mostrarão ser destrutivas e catastróficas epítomes da dilaceração de uma sociedade, em todos os sentidos, moral, social e econômico. Ela aos poucos destrói a produtividade de toda uma nação, e com uma terrível inversão de valores saturada de perversão ideológica, transforma o roubo, a extorsão, o estelionato e a espoliação nas únicas formas de renda e receita de uma sociedade, levando-a fatalmente à barbárie e a carnificina. 

O socialismo deve ser combatido sempre, em todas as frentes. Ainda que destroça-lo por completo possa ser muito difícil, não é moralmente ético ou salutar apoiar algo inerentemente agressivo, maléfico e homicida. Como a tendência do estado é expandir-se continuamente, infelizmente, estamos destinados a viver em uma sociedade saturada de socialismo, tendo que lidar com todos os efeitos nefastos, brutais e destrutivos que isso gera. Não obstante, não podemos jamais ser negligentes para com esse sintoma tão nefasto, nocivo e corrosivo do estatismo, sua patologia mais mortífera, feroz e desumana: o socialismo.

Artigo publicado no jornal A Folha do Sudoeste, periódico bissemanal de Palmas, Paraná, edição de 09 a 12 de março de 2019

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Sobre Mim

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O Ultraconservador é um reacionário cristão antissocialista, anticomunista, antimarxista e antiestatista. Um indivíduo sem medo do establishment socialdemocrata ditatorial, corrosivo e totalitário. É colaborador de periódicos (jornais e revistas) e portais eletrônicos do Rio Grande do Sul, Paraná e São Paulo.