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Estamos convergindo para um regime totalitário?

Estamos convergindo para um regime totalitário?

A extrema-esquerda, com toda a sua intolerância e agressividade, avança a passos largos em seu plano para a retomada do poder. Com uma agenda muito bem definida, que está sendo anunciada a plenos pulmões para a grande mídia, nem mesmo tentam esconder as suas pretensões totalitárias. E pronunciam com tanta certeza o “fato” de que muito em breve estarão retomando o poder em todas as conjunturas e hemisférios do diagrama político, que fica notoriamente evidente que – se isso vier a se concretizar –, é porque nos bastidores organizações sinistras deliberadamente articulam o retorno da esquerda. Essas organizações operam de forma frívola, bastante sigilosa, nos bastidores do ecossistema político, e seu insidioso e dissimulado jogo de manipulações está estruturado sobre um arcabouço de interesses bem específicos. A ORCRIM, a UNASUL, a URSAL e o Foro de São Paulo estão viabilizando a retomada do poder pela esquerda. Mas desta vez, ocorrerá através da explícita e agressiva implementação de um regime totalitário.

Tanto Lula quanto Gleisi Hoffmann recentemente afirmaram que assim que eles retornarem ao poder – e enfatizo novamente a certeza, que pode ser arrogância, petulância ou prepotência, com a qual afirmam isto –, os órgãos de imprensa serão “regulamentados”, o que evidentemente deve ser entendido por censura. Lula falou também na “democratização dos veículos de imprensa”, nas redes sociais, reiterando o fato de que apenas a mídia pró-esquerda poderá se manifestar. Todos os demais serão censurados, punidos, terão suas atividades forçosamente encerradas, ou serão convertidos em veículos midiáticos pró-PT.

Assim como Adolf Hitler anunciou em Mein Kampf suas pretensões políticas, o ex-presidente Lula igualmente anuncia suas pretensões totalitárias. Certamente orquestrando funestos, sorrateiros e agressivos planos de vingança contra os agentes da Polícia Federal e do Ministério Público responsáveis por arregimentarem os inquéritos e os processos que o tornaram réu na Operação Lava-Jato, o ex-presidente candidato à ditador pretende também calar e perseguir a oposição. Em resumo, fazer aqui exatamente o que Nicolás Maduro está fazendo na Venezuela.

Com todas as pesquisas de intenções de voto na grande mídia compradas, a verdade é que, com urnas eletrônicas fraudáveis, Lula não precisa ser, de fato, palatável à população. Fica muito fácil colocar Lula no poder de novo, e decretar a sua “incontestável” vitória ainda no primeiro turno. Gilmar Mendes, um dos alicerces da ORCRIM, está trabalhando para inviabilizar o voto impresso nas eleições de 2018. Estamos cercados por organizações criminosas que conspiram contra a democracia e contra o povo brasileiro, para instaurar um regime totalitário de esquerda aqui no Brasil. Com leis cada vez mais restritivas e de caráter absoluto, tudo corre de acordo com os planos da URSAL e da UNASUL.

Diante deste quadro crítico, a inércia dos militares é igualmente preocupante. Se já não foram todos cooptados para a causa comunista – algo que vinha sendo trabalhado desde FHC –, com certeza não estão preocupados em salvaguardar a estabilidade política e a ordem social da nação. Até porque a situação que vivemos no Brasil atual é muito diferente da situação que o Brasil vivia em 1964, onde existiam indivíduos, grupos e departamentos governamentais preocupados com o avanço do comunismo, e comprometidos em fazer frente a esta ameaça. E, além da sociedade, diversas organizações e instituições relevantes apoiaram o regime militar. O que não é o caso hoje, infelizmente. 

As agressões proferidas pelo ex-presidente não apenas expõem suas mentiras patológicas, mas mostram claramente o ensandecido e patológico desejo pelo poder. E assim que este poder for conquistado, as ambições totalitárias serão concretizadas. A PL8243, que extinguia o modelo de democracia representativa que nós seguimos, e o substituía pelo modelo de democracia direta – que de democrático não tem nada – provavelmente será aprovada. Se o Brasil seguir este caminho, podemos esperar um governo terrivelmente autocrático e autoritário.

Infelizmente, as sementes do totalitarismo foram todas plantadas. A hegemonia da esquerda, na verdade, nunca esteve em risco. Embora tenham sofrido uma ruptura, todos os planos traçados para reconquistar o poder foram muito bem delineados. Com um estado completamente aparelhado, edificado para atender às necessidades das organizações criminosas que são as reais detentoras do poder político, o cidadão brasileiro mais uma vez encontra-se sozinho e desamparado contra toda uma depravada, sórdida e vil corporação maligna.      

Fuja quem tem para onde ir.  

Artigo originalmente publicado no jornal A Folha do Sudoeste, periódico bissemanal de Palmas, Paraná, edição de 08 a 10 de novembro de 2017.  

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Sobre Mim

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O Ultraconservador é um reacionário cristão antissocialista, anticomunista, antimarxista e antiestatista. Um indivíduo sem medo do establishment socialdemocrata ditatorial, corrosivo e totalitário. É colaborador de periódicos (jornais e revistas) e portais eletrônicos do Rio Grande do Sul, Paraná e São Paulo.