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China — A Nova Alemanha Nazista

China — A Nova Alemanha Nazista

A desenfreada expansão do escravagista, despotico e totalitário estado chinês 

Atualmente, o brutal e ditatorial estado chinês está empenhado em um processo que busca erradicar completamente todas as religiões que existem no país. Além do sistema de controle social que está tomando forma — com o objetivo de cadastrar toda a população —, deixando-a totalmente submissa às perigosas e autoritárias arbritrariedades do estado, o que testemunhamos é o pleno ocaso do poder irrestrito e sem limites do PCC, o Partido Comunista Chinês, que pretende se tornar o soberano absoluto sobre toda a sociedade. 

Cristãos, muçulmanos e falon gongs estão entre os mais perseguidos. Atualmente, mais de um milhão de turcomanos uigures — que em sua maioria são praticantes de vertentes do islamismo — são mantidos arbitrariamente em campos de internamento, torturados de forma sistemática e excruciante, e coagidos a abandonar suas crenças religiosas. Estes indivíduos são forçados a jurar lealdade e obediência incondicional ao estado chinês. Indivíduos da etnia Han — a etnia predominante da nação chinesa — são infiltrados pelo governo em famílias turcomenas, que por sua vez são forçadas a adotar costumes chineses, e abandonar todas as suas tradições milenares e sua própria identidade cultural. São obrigadas até mesmo a aprender o mandarim e abandonar o seu idioma nativo. Se uma família tem crianças, estas são compulsoriamente entregues aos cuidados do estado, e proibidas de aprender ou desenvolver crenças religiosas.

A criminosa homogeneização forçada da sociedade atingiu níveis tão perversos, que até mesmo crematórios começaram a ser construídos nos campos de internamento, para incineração industrial de cadáveres, o que tem por propósito impedir que os mesmos recebam funerais religiosos tradicionais. A China está, sob o governo despótico do autocrático e nefasto Xi Jinping, tornando-se uma versão asiática da Alemanha Nazista. Poucas pessoas, no entanto, estão denunciando os crimes contra a humanidade que o governo chinês está perpetrando, e em uma escala cada vez maior. Está em andamento um dos maiores crimes contra a humanidade cometidos no mundo contemporâneo. A diferença é que — ao contrário da Alemanha Nazista—, os alvos prioritários são pessoas religiosas, e não etnias ou raças específicas.  

A perseguição a cristãos, por sua vez, ainda não atingiu um nível tão sórdido, mas está ficando gradualmente pior. Ainda que o cristianismo não tenha sido oficialmente proibido, ele está, para todos os efeitos, tecnicamente proscrito. O governo está oferecendo recompensas substanciais em dinheiro para quem denunciar parentes ou vizinhos que são cristãos. Em áreas muito pobres da China, isso pode ser uma grande tentação. O governo na verdade está apostando na criação de conflitos, para jogar uma pessoas contra as outras, e assim torná-las cada vez mais leais ao estado, na base do medo. Igrejas estão sendo destruídas, Bíblias estão sendo confiscadas e incineradas, missionários estão sendo sistematicamente intimidados e aprisionados. Igrejas sancionadas pelo estado estão tendo parte da liturgia sequestrada por exigências governamentais seculares. Cânticos cristãos, por exemplo, são substituídos por hinos patrióticos. Também é exigido o hasteamento da bandeira chinesa nos locais de culto e adoração.

Nunca existiu liberdade para os cristãos chineses, em nenhum período da história, desde que o cristianismo começou a se difundir na China, o que ocorreu tardiamente, em comparação com países ocidentais. O missionário Robert Morrison — pioneiro na tradução da Bíblia para o Mandarim — passou aproximadamente um ano escondido na casa de chineses que o acolheram, sofrendo severas adversidades, de extorsão oportunista a ameaças diversas, para aprender o idioma, e tornar-se capaz de realizar uma tradução das Escrituras Sagradas. Isso em uma época na qual os chineses eram expressamente proibidos de ensinar a língua para estrangeiros, sob pena de morte, e a atividade de evangelização missionária era restrita a uma determinada região do país. Morrison, persistente, resoluto e incansável em seu propósito, depois de aprender o idioma, levou vinte e cinco anos para traduzir a Bíblia para o Mandarim. O destemido missionário morreu aos cinquenta e dois anos, em 1º de agosto de 1834.

Budistas e falon gongs também estão sendo arduamente hostilizados e peseguidos. Budistas primariamente na região do Tibet, e falon gongs para serem assassinados, e terem seus órgãos internos retirados, para serem comercializados e vendidos no mercado negro. 

Para piorar, a ideologia oficial do estado enfatiza a superioridade racial dos chineses da etnia Han, com qualificações deliberadamente eugenistas — o que serve de prerrogativa para a perseguição estatal promovida contra todas as demais raças e minorias existentes em território chinês —, o que por sua vez não deixa de guardar uma assustadora semelhança com os princípios do Terceiro Reich nazista.

Somado a isto, está o incontestável fato do governo chinês alimentar dramáticas e agressivas pretensões autoritárias, que envolvem planos globais de conquista e dominação — o governo chinês não aceita vislumbrar limites para expansão de seu poder e de sua influência política —, o que está diretamente associado a um conceito cultural milenar conhecido como Tianxia, uma filosofia que vislumbra um mundo sem fronteiras políticas propriamente ditas. No topo do mundo estão os chineses, destinados a tornarem-se os líderes naturais de toda a humanidade. 

Como se isso fosse pouco, o ditador Xi Jinping recentemente contestou a legitimidade da soberania dos Estados Unidos, pouco tempo depois de militares chineses terem ferido dois pilotos americanos em uma base no Djibouti, ao apontarem um laser na direção destes, cegando-os.

A verdade é muito pior do que poderíamos imaginar. A China do século 21 é a nova  Alemanha Nazista. 

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Sobre Mim

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O Ultraconservador é um reacionário cristão antissocialista, anticomunista, antimarxista e antiestatista. Um indivíduo sem medo do establishment socialdemocrata ditatorial, corrosivo e totalitário. É colaborador de periódicos (jornais e revistas) e portais eletrônicos do Rio Grande do Sul, Paraná e São Paulo.