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Ditadória, serviçal da ditadura chinesa, concubina de Xi Jinping

Ditadória, serviçal da ditadura chinesa, concubina de Xi Jinping

João Agripino da Costa Doria Junior — Ditadória para os mais íntimos — é o aspirante a ditador que, como governador, impôs a ditadura do coronavírus ao estado de São Paulo. Sabemos que a muito tempo ele está comprometido ativamente em vender o Brasil para a ditadura chinesa; a ditadura do coronavírus, no entanto, mostra que ele não quer vender apenas os ativos disponíveis em nosso país. Ele pretende negociar e vender também os brasileiros. 

A tão prometida vacina contra o coronavírus nem sequer ficou pronta, e Ditadória pretende torná-la compulsória para todos os brasileiros (o que não está sem seu poder). A vacina — cuja suposta eficácia ainda não foi comprovada — está sendo alardeada como a "cura" para todos os problemas atuais relacionados a pandemia. As autoridades políticas prometem que tudo "voltará ao normal" depois de uma grande campanha de vacinação. O que parece, no entanto, é que essa gente na verdade pretende usar os cidadãos do país como cobaias para um grande experimento em massa. 

O que fica mais evidente a cada dia que passa é o domínio e a influência que a política chinesa está arregimentando de formas e maneiras variadas sobre diversas regiões, territórios e países do mundo, inclusive no Brasil. Uma parte expressiva do setor hidrelétrico nacional há alguns anos é propriedade dos chineses, e está muito perto de se tornar um monopólio. E os chineses falam abertamente que pretendem dominar outros segmentos, como o de saúde, serviços, transportes e o mercado financeiro. 

Ou seja, aos poucos, os ativos brasileiros vão caindo em mãos chinesas. Um belo dia, vamos acordar sendo estrangeiros em nosso próprio país. 

E há a questão das vacinas, que é da mais elevada importância ressaltar. Uma vacina que nem sequer ficou pronta — e que não será devidamente testada, pela falta de tempo hábil — está sendo promovida como a imunização coletiva contra o coronavírus. E como mencionado acima, Ditadória é uma das inúmeras autoridades dispostas a torná-la compulsória. 

Isso é não apenas arbitrário e irracional, como totalmente irresponsável; tal atitude — de caráter absurdamente depravado e ditatorial —, além de abusiva, é displicente para com a vida e a segurança dos cidadãos brasileiros. Vacinas normalmente levam anos para serem devidamente testadas e aprovadas, pois é necessário verificar seus efeitos de curto, médio e longo prazo, o que evidentemente só pode ser realizado depois de um prolongado período de testes e estudos. 

Quando o assunto é a vacina contra o coronavírus, no entanto, a situação é muito pior do que as pessoas pensam, por se tratar de uma vacina experimental, que está sendo amplamente denunciada pelas comunidades médica e científica; ainda que estas não recebam nenhum espaço na mídia convencional. 

Embora atribuído sem nenhuma comprovação ao médico Robert F. Kennedy, Jr., o texto abaixo sobre a nova vacina diz muita coisa a respeito dela. 

"Gostaria de chamar sua atenção com urgência para questões importantes relacionadas à próxima vacinação contra Covid-19. Pela primeira vez na história da vacinação, as chamadas vacinas de mRNA de última geração intervêm diretamente no material genético do paciente e, portanto, alteram o material genético individual, que representa a manipulação genética, algo que já foi proibido e até então considerado criminoso. Essa intervenção pode ser comparada à de alimentos geneticamente manipulados, que também é altamente controversa. Mesmo que a mídia e os políticos atualmente banalizem o problema e até mesmo clamem estupidamente por um novo tipo de vacina para voltar à normalidade, essa vacinação é problemática em termos de saúde, moral e ética, e também em termos de danos genéticos que, ao contrário dos danos causados pelas vacinas anteriores, serão irreversíveis e irreparáveis.

Caros pacientes, após uma vacina de mRNA sem precedentes, vocês não poderão mais tratar os sintomas da vacina de forma complementar. Eles terão que conviver com as consequências, porque não podem mais ser curados simplesmente removendo toxinas do corpo humano, assim como não se pode curar uma pessoa com um defeito genético como síndrome de Down, síndrome de Klinefelter, síndrome de Turner, parada cardíaca genética, hemofilia, fibrose cística, síndrome de Rett, porque o defeito genético é para sempre!

Isso significa claramente que se um sintoma de vacinação se desenvolve após uma vacinação de mRNA, nem eu nem nenhum outro terapeuta pode ajudá-lo, porque o dano causado pela vacinação será geneticamente irreversível. Na minha opinião, essas novas vacinas representam um crime contra a humanidade que nunca foi cometido de forma tão grande na história. Como disse o Dr. Wolfgang Wodarg, um médico experiente: Na verdade, essa 'vacina promissora' para a grande maioria das pessoas deveria ser PROIBIDA, porque é manipulação genética! A vacina, desenvolvida e endossada por Anthony Fauci e financiada por Bill Gates, usa tecnologia experimental de mRNA. Três das 15 cobaias humanas (20%) experimentaram um "evento adverso sério".

Quando o assunto é o coronavírus, fica bem evidente que a China criou o problema para depois vender a solução. Nada de bom sai ou algum dia sairá de uma tirânica e onipotente ditadura totalitária. O opressivo e despótico governo chinês não se importa nem mesmo com o seu próprio povo, o que dirá com pessoas de outras nações. Outro ponto importante a ser divulgado é que a AstraZeneca — uma das empresas responsáveis pela confecção da vacina — recentemente recebeu imunidade dos governos de vários países que fizeram contratos para adquirir o seu produto; ou seja, se depois de aplicada a vacina apresentar efeitos colaterais nas pessoas, não importa quão graves estes venham a ser, a empresa não será processada, nem responderá judicialmente por quaisquer crimes. 

Isso explica perfeitamente porque a hidroxicloroquina foi tão arduamente demonizada por políticos, pela mídia convencional e por vários setores da esquerda política. O objetivo é acabar com todos os tratamentos e medicações alternativas para passar a impressão de que apenas a vacina é eficiente contra o coronavírus. E isso faz todo o sentido para o projeto de poder globalista. Afinal, se tratamentos alternativos estiverem disponíveis, não haverão justificativas para tentar tornar a vacina compulsória.

De uma forma ou de outra, não restam dúvidas de que todo esse cenário, desde o princípio, tem sido altamente suspeito. Uma "pandemia" se alastrou da China para o resto do mundo justamente no pior momento da guerra comercial entre China e Estados Unidos, medidas altamente restritivas — sem nenhum respaldo científico — como lockdown e quarentena foram impostas de forma totalmente arbitrária praticamente no mundo inteiro, destruindo a economia de vários países, na sequência a China prometeu uma vacina contra esse mesmo vírus que ela própria disseminou, e no próximo ano, no Fórum Econômico Mundial, as autoridades políticas globalistas discutirão em Davos sobre o Grande Reset.

Indubitavelmente, nada disso é coincidência.

Para qualquer pessoa minimamente esclarecida, é bastante óbvio o que está em jogo. A implementação da Nova Ordem Mundial, em fases distintas. Para atingir esse objetivo, a hegemonia chinesa é fundamental. Indivíduos como João Dória — um legítimo cavalo de Tróia — foram colocados em suas posições de poder justamente para garantir que a China consiga atingir os seus objetivos aqui no Brasil.

Não podemos esperar que existam pessoas na política com disposição para enfrentá-los. A única resistência possível é a individual. De qualquer maneira, os chineses não irão parar. Estão extremamente motivados a colonizar o mundo e deixá-lo à sua imagem e semelhança. A nós resta escolher uma entre duas opções — nos render ou resistir.

 

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Sobre Mim

Sobre Mim

O Ultraconservador é um reacionário cristão antissocialista, anticomunista, antimarxista e antiestatista. Um indivíduo sem medo do establishment socialdemocrata ditatorial, corrosivo e totalitário. É colaborador de periódicos (jornais e revistas) e portais eletrônicos do Rio Grande do Sul, Paraná e São Paulo.