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Criminalidade não é uma questão de pobreza, mas de moralidade

Criminalidade não é uma questão de pobreza, mas de moralidade

Não é segredo para ninguém que o grande capital da esquerda é a pobreza. A pobreza é o grande alabastro de sua ideologia, e as minorias são os seus mascotes. Em cima delas, a esquerda faz toda a sua histérica e falaciosa propaganda. Como a ideologia totalitária que é, não perde tempo em demonizar negros e pobres que não são de esquerda, como se todos os negros e todos os pobres fossem uma massa uniforme, incapaz de raciocinarem e pensarem por si próprios, e tivessem, pela sua própria condição natural de nascimento, a obrigação de serem de esquerda. Sendo uma ideologia coletivista, que nega a individualidade do ser humano, é natural que a esquerda raciocine desta forma simplória e monolítica. Como uma extensão do seu grande amor pela pobreza – em manter a pobreza, não em eliminá-la, pois, a partir do momento em que a pobreza fosse erradicada, a esquerda perderia o seu capital, e portanto, a sua razão de ser –, a esquerda também idolatra e venera criminosos. Isso porque erroneamente associam criminalidade com pobreza. Esse é um erro grotesco e imperdoável, pois criminalidade não é um problema que está associado à pobreza. A criminalidade é um problema moral. 

A esquerda, por ser uma precária e deficiente ideologia infantil, não reconhece a existência do mal. Por isso, para a esquerda, tudo é bom. Prostituição, aborto, uso de drogas, e por aí vai. Por não reconhecer a existência do mal, todo o criminoso é automaticamente considerado uma vítima da sociedade, mesmo que tenha perpetrado as mais terríveis e nefastas brutalidades. De acordo com ideologias de esquerda, é só dar uma flor, um abraço e um caloroso aperto de mão ao criminoso, que tudo ficará bem. Se ele for de menor, então é impensável que o mesmo arque com as consequências de suas ações. 

A grande maioria dos pobres – mais de 90% – vive na legalidade. Trabalham e se sustentam com o seu ordenado. Não usam sua condição de pobres como desculpa ou pretexto para envolverem-se em uma vida de crimes e atividades ilícitas. Crimes executados por necessidade – por exemplo, um indivíduo que rouba uma maçã porque está morrendo de fome – não resultam em fatalidades. E deveriam mesmo ser desculpados, se o indivíduo envolvido estiver em situação de desespero. Crimes hediondos como latrocínio, assassinato ou estupro, por outro lado, revelam um grave problema moral por parte de quem o cometeu. Crimes desta natureza não são executados por necessidade, mas malignidade. Ao libertar criminosos que cometem atrocidades desta natureza, ou permitir que cumpram penalidades insignificantes e irrisórias, pessoas inocentes ficam expostas à situações de vulnerabilidade, deixando-as suscetíveis a criminosos inerentemente malévolos, doentios e violentos, que deveriam ser executados, ou, no mínimo, passar o resto de suas vidas atrás das grades. Não é amoroso defender criminosos, e deixá-los livres para atuarem como predadores na sociedade, para matar quem quiserem, como desejarem, quando desejarem, com todos os níveis de depravação habituais, para assim saciarem suas necessidades perversas, irracionais e doentias. Criminosos devem ser executados. Empatia por criminosos não é humanitarismo, mas fraqueza moral. Só que a esquerda não tem discernimento para compreender isso. Fundamental é proteger todas as pessoas vulneráveis – como mulheres, idosos e crianças – que seriam presas fáceis para indivíduos potencialmente perigosos. Como diz o ditado, quem não executa o lobo, sacrifica a ovelha. É isso o que acontece sempre que um criminoso é deixado livre para viver em sociedade, graças à pessoas "abnegadas", "altruístas" e "humanitárias", como Maria dos Presidiários, notória ativista dos direitos dos manos.   

Mas a esquerda sabe se valer muito bem desta prerrogativa para aumentar o seu poder de barganha sobre os ingênuos e os desavisados. Recentemente, em um de seus comícios, Lula, o famigerado psicopata candidato a ditador líder da ORCRIM, criticou o presidenciável Jair Bolsonaro por este ter um posicionamento mais sensato e flexível quanto ao porte de armas Lula disse aos seus seguidores, discípulos e sicofantas que Bolsonaro quer dar armas, enquanto ele quer "dar emprego". Mas que nobre atitude a dele! Lula – como qualquer psicopata de extrema-esquerda –, se vale da falaciosa retórica doentia de que a pobreza é a culpada por todos os problemas da sociedade, inclusive da criminalidade, justamente porque isso aumenta o poder de controle do estado sobre a sociedade, e ele ainda ganha créditos, ao falar as baboseiras que os idiotas úteis de extrema-esquerda adoram ouvir. .

Se criminalidade fosse um problema de pobreza, então pessoas ricas não cometeriam crimes. Seria como falar que pessoas materialmente ricas são moralmente superiores a pessoas pobres, e isso é uma grande ofensa. Isso é uma discriminação cometida pela esquerda, que gosta de se vangloriar constantemente à respeito de seus posicionamentos favoráveis aos pobres, e que não possui preconceito algum. O que, evidentemente, é uma grande mentira. Se você for branco, capitalista, cristão, empreendedor, liberal ou conservador – ou pior ainda, todas estas coisas de uma só vez – você verá todo o furor e preconceito da esquerda serem direcionados a você. Esquerda é violência e hipocrisia pura, só para começar. 

Pessoas ricas cometem crimes o tempo inteiro. Como exemplo, podemos citar o caso de Suzane von Richthofen, que na madrugada do dia 31 de outubro de 2002, mancomunada com seu namorado e cunhado, os irmãos Daniel e Cristian Cravinhos, matou seu pai, Manfred, e sua mãe, Marísia. 

É fundamental entender que a criminalidade dá um enorme poder de barganha para a esquerda. Sendo constituída primariamente por bandidos, não é sem motivo ou razão que a esquerda idolatra e protege tanto criminosos. São eleitores em potencial, e deixam a sociedade profundamente acuada, pedindo por mais estado, ingenuamente pensando que isso irá resultar em mais segurança, quando na verdade, esta é a prerrogativa pela qual a esquerda tanto anseia, para expandir os seus domínios. Com a população civil desarmada, fica muito mais fácil para eles implementarem o seu projeto de poder bolivariano, sabendo que não haverá resistência. A esquerda está sempre planejando o mal. Portanto, não é sem motivo e razão que idolatram tanto criminosos, e se esforcem tanto em difundir conceitos falaciosos, sendo talvez o principal deles o de que a pobreza é a causa da criminalidade.    

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Sobre Mim

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O Ultraconservador é um reacionário cristão antissocialista, anticomunista, antimarxista e antiestatista. Um indivíduo sem medo do establishment socialdemocrata ditatorial, corrosivo e totalitário. É colaborador de periódicos (jornais e revistas) e portais eletrônicos do Rio Grande do Sul, Paraná e São Paulo.