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Covid-19, Lockdown, Quarentena — Prerrogativas para a Nova Ordem Mundial

Covid-19, Lockdown, Quarentena — Prerrogativas para a Nova Ordem Mundial

Há muito tempo um governo mundial está sendo projetado e planejado. O falecido ator Peter Ustinov (1921-2004) foi durante muito tempo presidente do Movimento Federalista Mundial, que declarava abertamente que o objetivo da organização era criar um governo único para o mundo inteiro. Os países do mundo seriam províncias desse governo global.

Desde a década de 1950, a John Birch Society já afirmava categoricamente que a ONU não tinha nenhum outro objetivo real que não o de pavimentar o caminho para a criação de um governo global; posição essa que foi acentuada com Larry McDonald — o segundo presidente da John Birch Society — que corajosamente apontava para os inimigos da humanidade, revelando quem eram as famílias que estavam trabalhando nos bastidores do estado oculto para transformar esse plano diabólico em realidade.

Da mesma forma, o COVID-19 não teve nenhum outro propósito que não o de dar aos governos pretexto para o lockdown e a quarentena, com o propósito de destruir a economia global. Agora eles tem a prerrogativa que queriam para um reset do sistema financeiro mundial.

No Brasil, mais de 700 mil empresas faliram. Isso atende um dos inúmeros propósitos dos senhores do mundo, que desejam implementar um sistema onde não haverá propriedade particular ou empresas privadas.

Provocar a recessão foi uma maneira de destruir todos esses empreendimentos privados que são um anátema para os propósitos dos senhores do mundo. Propriedade privada significa liberdade, autonomia e independência, e eles desejam destruir todas essas virtudes para transformar todos os seres humanos em escravos de um sistema despótico global. Tudo o que existir será administrado por governos e grandes corporações. Empresas privadas não existirão no novo sistema global.

Outro objetivo dos senhores do mundo é reduzir drasticamente a população global.
De acordo com as pedras da Geórgia o mundo deverá ser povoado por no máximo 500 milhões de habitantes. Ou seja, eles precisam exterminar 6 bilhões e 500 milhões de pessoas no mínimo.

Por essa razão epidemias serão cada vez mais frequentes — o COVID-19 é só o início — e a deterioração da economia levará muitas pessoas ao desespero, e por conseguinte, ao suicídio. É exatamente por isso que essas poderosas oligarquias financiam movimentos que apoiam o homossexualismo — afinal, uniões homossexuais são estéreis, não reproduzem — e o aborto, cujo verdadeiro objetivo é legalizar e normalizar o genocídio de nascituros.

Em breve, todas as moedas serão destruídas como consequência da porvindoura recessão financeira global que se aproxima — e elas serão substituídas por uma única moeda global que será exclusivamente digital. O papel moeda deixará de existir. Todas as transações financeiras serão exclusivamente eletrônicas.

Os seres humanos serão marcados como gado. Todos terão implantes de microchip. Um sistema de crédito social como o que é aplicado hoje na China será expandido para o mundo inteiro. Apenas quem for extremamente obediente e leal ao sistema poderá comprar, vender, trabalhar e levar uma vida "normal".

Toda a educação será estatal. Não existirão mais escolas particulares. Todas as crianças serão educadas pelo governo.

A família tradicional será abolida. Não será mais permitido uma casa por família. Não existirá mais propriedade privada. As pessoas viverão em grandes blocos alocados de acordo com a vontade dos comandantes deste pernicioso sistema satânico. Possivelmente não será permitido nem mesmo a convivência entre homens e mulheres. Relações sexuais serão expressamente proibidas. O caso contra Harvey Weinstein foi deliberadamente arregimentado para estabelecer precedentes jurídicos que muito em breve darão base legal para a criminalização das relações heterossexuais.

Um futuro abominável e despótico aguarda a humanidade. Quem viver verá.

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Sobre Mim

Sobre Mim

O Ultraconservador é um reacionário cristão antissocialista, anticomunista, antimarxista e antiestatista. Um indivíduo sem medo do establishment socialdemocrata ditatorial, corrosivo e totalitário. É colaborador de periódicos (jornais e revistas) e portais eletrônicos do Rio Grande do Sul, Paraná e São Paulo.