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Coronazismo — a ditadura sanitária dos hipocondríacos

Coronazismo — a ditadura sanitária dos hipocondríacos

Ser incapaz de compreender que o coronavírus é simplesmente o pretexto para o estabelecimento de um governo mundial e que lockdowns e quarentenas foram implementados para destruir a economia — e destroçar especificamente as pequenas e médias empresas — é típico de quem recusa-se ostensivamente a compreender a realidade porque já foi mentalmente escravizado pela doutrina oficial do regime globalista-sionista vigente, devidamente implementado pelas elites judaico-maçônicas do sistema financeiro internacional.

Por terem absorvido a paranoia coletiva, a população de uma forma geral exerce uma fé quase absoluta nos mantras governamentais de isolamento e distanciamento social, porque infelizmente acredita em toda a panaceia irracional e histriônica de que todas essas coisas — de uma forma ou de outra —, são eficientes em conter a disseminação do vírus, o que é uma crença assumidamente anticientífica. Isolamento social não faz diferença alguma na contenção do vírus, mas antes agrava sobremaneira a sua transmissão.

Mas é claro que os seguidores histéricos da falácia globalista covidiana tem a pretensão autoritária de obrigar as pessoas a acreditarem que todas essas exigências irracionais e absurdas devem ser cumpridas porque são "eficientes", embora nunca se apresentem ao público resultados concretos dessa suposta eficiência. Se são eficientes, são em destruir empresas, empregos, a cadeia produtiva e a atividade econômica, que são indispensáveis e fundamentais para a manutenção salutar da sociedade.

Para os coronazistas, no entanto, fatos concretos são irrelevantes. O importante é obrigar todas as pessoas a acreditarem na fantasia de uma terrível ameaça infecciosa, que pode aniquilar toda a humanidade. E o mais importante, acham fundamental coagir todas as pessoas a seguirem a ditadura sanitária, se necessário empregando o poder de repressão do estado para forçá-las a obedecer os mandamentos da histeria coletiva covidiana.

Desde que a ditadura do coronavírus começou, o coronazismo tem sido implacável na repressão a dissidentes. Como um governo totalitário disposto a perseguir e silenciar opositores, a ditadura sanitária tem ficado gradualmente cada vez mais implacável e despótica.

Muito boa para os hipocondríacos e os obsessivo-compulsivos de plantão — que possuem distúrbios psiquiátricos graves, porém não tratados — e agora estão se sentindo confortáveis com a anomalia social institucionalizada, o coronazismo na prática é o governo dos dementes histéricos e dos doentes mentais que precisam desesperadamente de auxílio profissional para tratarem seus transtornos
psiquiátricos e sua disfuncional dependência patológica do governo.

Coronazistas podem se esconder debaixo da cama pelo resto da vida se sentem essa necessidade. No entanto, essa gente definitivamente precisa aprender a deixar as pessoas em paz e a sociedade livre para tomar as próprias decisões, especialmente aquelas que não tem medo da vida, nem da morte, ou do que quer que seja. Nem todas as pessoas são covardes e submissas, nem todas as pessoas são controladas pelo pânico, pelo pavor e pelo medo. Infelizmente, os seguidores mais fanáticos da seita covidiana parecem ser completamente incapazes de compreender isso e seguir com a própria vida sem perturbar os demais.

Artigo publicado no jornal A Folha do Sudoeste, periódico bissemanal de Palmas, Paraná, edição de 12 de fevereiro de 2021.

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Sobre Mim

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O Ultraconservador é um reacionário cristão antissocialista, anticomunista, antimarxista e antiestatista. Um indivíduo sem medo do establishment socialdemocrata ditatorial, corrosivo e totalitário. É colaborador de periódicos (jornais e revistas) e portais eletrônicos do Rio Grande do Sul, Paraná e São Paulo.