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Como o complexo industrial-farmacêutico cooptou o sistema político

Como o complexo industrial-farmacêutico cooptou o sistema político

Desde que a distopia covidiana começou, a grande maioria das pessoas não parou para questionar todas as deploráveis medidas irracionais que foram compulsoriamente implementadas pelo sistema político. Elas simplesmente baixaram suas cabeças, e aceitaram obedecer todas as ordens que foram promulgadas por seus respectivos governantes, da forma mais subserviente possível, sem contestar ou questionar absolutamente nada. Em consonância com a submissão das massas, o sistema político aproveitou a indulgência e a complacência das multidões para extrair o maior número possível de benefícios da crise fabricada.

As companhias farmacêuticas, no entanto, são os jogadores que realmente dão as cartas nesse pernicioso e inescrupuloso jogo. Embora pareça que tenham ficado em segundo plano, os cartéis que compõem a Big Pharma estão atuando nas sombras — de acordo com os seus próprios interesses escusos —, em uma busca irrefreável e ensandecida por expansão do seu poder corporativo no mercado e a consolidação de sua influência política nos governos seculares.

O público desavisado, infelizmente, é totalmente incapaz de perceber o que realmente está acontecendo. Graças a uma desmesurada e desproporcional campanha de medo e de pânico, uma expressiva parcela da humanidade virou refém do medo, e agora espera pela milagrosa solução do problema, que lhe foi prometida na forma de uma "eficaz" e "redentora" vacina.

Saturada de pavor e de medo — em consequência da ininterrupta e alucinante propaganda histérica da mídia sobre o coronavírus, por ela retratada como se fosse o patógeno mais letal do mundo (o que está longe de ser o caso aqui) —, a humanidade está terrivelmente assustada, tendo ficado exatamente aonde os grandes conglomerados farmacêuticos queriam que ela estivesse: como refém do seu poder político-corporativo.

Com todo esse desmesurado nível de poder nas mãos, não seria nenhum pouco atípico que as poderosas e influentes gigantes farmacêuticas abusassem das campanhas midiáticas de pânico e de medo desde o princípio da crise. Da fato, esses perniciosos elementos tem sido os principais combustíveis da covidocracia, além de serem maneiras excelentes para se controlar as massas. Como sempre, o sistema primeiro criou o problema, e depois ofereceu a solução. Na parte da solução, criou a devida expectativa nas mutidões, através da promessa de um alívio milagroso, que no presente caso é a vacina.

Infelizmente — apesar da fase da vacinação ter recém começado —, já estamos testemunhando uma sequência de fatalidades, que foram todas convenientemente omitidas pela mídia, porque elas não se enquadram na sua demagógica narrativa manipuladora de doutrinação das massas; uma análise objetiva do que está em andamento mostra efetivamente que a indústria farmacêutica está tratando seres humanos como cobaias de laboratório, em um atroz e criminoso experimento de larga escala, que está sendo executado sem a menor consideração por suas terríveis consequências. Ficou bastante óbvio que, para os conglomerados farmacêuticos, a vida humana não tem valor algum. É algo descartável e sem valor, que não necessita sequer dos menores cuidados.

Tratar seres humanos como cobaias e ratos de laboratório é algo tão desprezível, que chega a ser incompreensível como tanta degradação foi facilmente aceita pelas massas. Não obstante — apesar de não ser óbvio para a grande maioria das pessoas —, é fácil entender o que realmente está em jogo: lucros aviltantes e obscenos. Ao contrário do que a maioria pensa, o complexo industrial-farmacêutico não é constituído por instituições de caridade, movidas por filantropia e amor ao próximo.

O que realmente interessa a todos os cartéis da Big Pharma são os lucros aviltantes que os esperam, na verdadeira farra orçamentária que virou a suposta pandemia; o que beneficiou tanto os conglomerados farmacêuticos como os governos políticos mundiais, que tem na crise uma prerrogativa conveniente para gastar — e desviar — quantidades exorbitantes de dinheiro.

Como se não bastasse a ignorância generalizada com relação aos efeitos de longo prazo — afinal, a vacina foi produzida de forma muito rápida —, fica cada dia mais evidente quão perigosa ela é. As vacinas da Pfizer, para citar um exemplo, estão produzindo cadáveres em uma escala alarmante. Recentemente, um ginecologista americano residente da Flórida, Gregory Michel, de 56 anos, morreu duas semanas depois de ter recebido a vacina da Pfizer-BioNTech. Em Portugal, uma enfermeira chamada Sônia Azevedo morreu dois dias depois de tomar a mesma vacina.

Além de não ter divulgado com a devida seriedade essas trágicas fatalidades — na verdade, parece estar se esforçando ativamente para omitir esses casos —, a mídia, sempre submissa aos interesses dos conglomerados farmacêuticos, tratou de publicar artigos afirmando descaradamente que essas mortes não tiveram relação alguma com a vacina da Pfizer-BioNTech.

É inegável o fato de que a mídia convencional virou um verdadeiro pântano de mentiras, omissões e fatos distorcidos. A mídia mainstream jamais divulga informações verdadeiras. Seu grande objetivo é doutrinar, enganar e ludibriar, e não informar. As grandes corporações midiáticas servem a interesses maiores. O público emburrecido, no entanto, não cansa de acreditar no festival de falácias e panaceias que é diariamente públicado nos jornalecos dos senhores do mundo.

O sistema é uma grande superestrutura, com uma intrincada rede de interesses, que tem por objetivo máximo expandir o seu poder. Com irrestrito e desmesurado apoio político, os grandes cartéis farmacológicos perceberam que podem facilmente escravizar e dominar o mundo. O papel da mídia nesse nefasto projeto é doutrinar a população — para torná-la ostensivamente dócil e submissa —, ficando extremamente disposta a contribuir com sua própria servidão.

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Sobre Mim

Sobre Mim

O Ultraconservador é um reacionário cristão antissocialista, anticomunista, antimarxista e antiestatista. Um indivíduo sem medo do establishment socialdemocrata ditatorial, corrosivo e totalitário. É colaborador de periódicos (jornais e revistas) e portais eletrônicos do Rio Grande do Sul, Paraná e São Paulo.