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O julgamento-encenação e as caravanas petistas da vergonha, da demagogia e da corrupção

O julgamento-encenação e as caravanas petistas da vergonha, da demagogia e da corrupção

As caravanas petistas da vergonha, da demagogia e da corrupção, que atualmente estão em peregrinação pelo sul do Brasil, expõem claramente a que ponto chegamos: não existem mais leis nesse país. Ou melhor, leis até existem, mas unicamente para nós, meros mortais. Para quem é poderoso, tem infuência e, acima de tudo, muito dinheiro para comprar a justiça, ela não passa de um irrelevante e frágil obstáculo. 

Durante o julgamento da decisão de aceitar ou não o Habeas Corpus do líder da ORCRIM, no último dia 22 – que alguns assistiram sem se surpreenderem com o resultado, afinal, já previam a farsa – um STF subserviente, e completamente acovardado, como o próprio Lula descreveu, posicionou-se abertamente em favor do criminoso mais corrupto da história da política brasileira, sendo impreterivelmente condescendente e conivente com a degradação do país, e o aprofundamento da crise política e moral que vivenciamos.

Não existem leis no Brasil. Na verdade, nunca houveram, especialmente para quem pertence à elite política. O que existe de fato são relativizações e interpretações pessoais tão desconexas quanto arbitrárias, deliberadamente orquestradas para favorecer criminosos, contraventores e bandidos, e impedir a aplicação de penalidades severas. Em resumo, a hilariante legislação do Brasil existe para servir a pior espécie de indivíduos que há sobre a face da Terra. E isso não deveria nos surpreender, de nenhuma forma, maneira ou circunstância. O STF é uma sucursal das criminosas oligarquias políticas que controlam a nação, sendo totalmente servil aos interesses do Foro de São Paulo, a depravada organização maléfica que realmente comanda o Brasil. Mesmo os ministros que optaram por rejeitar a admissão do recurso – sendo eles Luís Roberto Barroso, Luiz Fux, Edson Fachin e a presidente Carmen Lúcia – podiam simplesmente estar interpretando um teatrinho muito bem armado, para, evidentemente, não passar uma descarada imagem de unanimidade perante o grande público. É evidente, no entanto, perceber aonde os magistrados pretendem chegar.   

Para quem observa atentamente o que aconteceu durante o "julgamento", é óbvio que tudo não passa de um eficiente e muito bem arquietado teatro para legitimar o grande golpe. O que o STF realmente pretende é postergar o processo, para manter Lula em liberdade, eventualmente deferindo sua elegibilidade para a presidência da república. Concomitantemente, tentarão, quando for pertinente, impossibilitar a candidatura de Jair Bolsonaro, usando como pretexto a acusação do caso onde é réu, contra Maria do Rosário. Tudo isto está sendo deliberadamente arregimentado diante de nossos olhos para abrir o caminho para Lula.

É necessário enfatizar que o julgamento-encenação do dia 22 foi uma hilariante ostentação política, porque ocorreu não para validar o Habeas Corpus em si, mas simplesmente para pautar a aceitação ou a rejeição do recurso. O "julgamento", no entanto, foi adiado para o dia 4 de abril – entre outros motivos –, em decorrência de um "compromisso", do ministro Marco Aurélio, que tinha viagem marcada para a puta que o pariu. Posteriormente, o cúmplice de criminosos recebeu aproximadamente dois mil e-mails e telefonemas, criticando-o por seu covarde posicionamento lulista, vendo-se obrigado a alterar os seus contatos. À imprensa, Marco Aurélio afirmou que estaria sendo "crucificado". Metaforicamente, é claro, o que é uma lástima.    

Tudo isto foi deliberadamente orquestrado para que Lula pudesse continuar suas deploráveis caravanas da demagogia, da hipocrisia e da falácia, desta vez pelo sul do Brasil. O que ocorreu, no entanto, foi maravilhoso. Lula e sua comitiva de criminosos profissionais foram impreterivelmente rejeitados, ficando até mesmo impossibilitados de entrar em algumas cidades. 

A rejeição de Lula em Bagé repercutiu no país inteiro. Agricultores reuniram-se com seus tratores e impossibilitaram a entrada do criminoso comício petista na cidade, com apoio do prefeito, um entusiasta da lei e da ordem. Nas redes sociais, a euforia gerada pelo êxito da população em congregar-se para expulsar o criminoso de sua cidade, juntamente com toda a sua comitiva de bandidos oportunistas, foi extraordinariamente expressiva.

Depois da calorosa recepção em Bagé, o líder da ORCRIM passou também por Sarandi e Cruz Alta, sendo igualmente rechaçado nestes municípios, por habitantes muito bem organizados, e revoltados com o fato de terem o maior criminoso que existiu na história deste país livre para fazer comício em suas cidades, com suas agressivas milícias satanistas do MST, que servem apenas para propagar o caos e a desordem aonde quer que vão. A tendenciosa mídia progressista, no entanto, difundiu informações completamente pró-PT, denunciando os manifestantes como extremistas. A líder do partido, a psicopata Gleisi Hoffmann, afirmou que o PT estava sendo alvo de militantes de extrema-direita. Uma afirmação tão descabida quanto hilariante, evidentemente. Se existisse uma extrema-direita no Brasil, eles nem sequer estariam vivos. 

O líder da ORCRIM foi obrigado a alterar o seu itinerário, quando foi impedido de entrar em Passo Fundo, por habitantes dispostos a proteger a sua cidade, e preservar as suas famílias da itinerante organização criminosa. Impossibilitado de ingressar na cidade, Lula foi para Santa Catarina, onde fez comícios em Florianópolis, Chapecó e São Miguel do Oeste. Em Chapecó, a revolta por parte da população foi igualmente massiva e bombástica. Chapecoenses revoltados não hesitaram em receber o líder da ORCRIM como ele merecia: com ovos e saraivadas de pedra. A mesma recepção calorosa aconteceu em São Miguel do Oeste.   

Lula e boa parte dos seus sicofantas criminosos aproveitaram a oportunidade para fazer aquilo que eles fazem de melhor: se vitimizar. Afirmaram que estavam sendo agredidos, como se a revolta dos brasileiros nas cidades pelas quais as caravanas do crime passaram não fosse legítima. Em diversas ocasiões, o candidato a ditador afirmou que haverá retaliação.  

Tudo o que ocorreu nas cidades pelo sul do país foram manifestações legítimas, de brasileiros que não querem ser governados por uma organização criminosa, e eles tem todo o direito de exigirem isso, e expressarem isso, da forma e da maneira que acharem necessário. Tudo o que eles querem é que a justiça seja efetivamente executada, e que criminosos não possam ficar livres para fazer propaganda política. Justiça, no entanto, é algo impossível de se concretizar no país da impunidade, especialmente quando temos um supremo tirbunal corrupto, apático, sonolento e maligno, que é não apenas conivente com a criminalidade política institucionalizada, como é parte integrante dela. Igualmente deplorável é perceber como a grande mídia é notoriamente cúmplice dos criminosos, e impreterivelmente contra a população.   

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Sobre Mim

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O Ultraconservador é um reacionário cristão antissocialista, anticomunista, antimarxista e antiestatista. Um indivíduo sem medo do establishment socialdemocrata ditatorial, corrosivo e totalitário. É colaborador de periódicos (jornais e revistas) e portais eletrônicos do Rio Grande do Sul, Paraná e São Paulo.