Blog

Capitalismo de estado cresce, capitalismo de mercado definha

Capitalismo de estado cresce, capitalismo de mercado definha

A engrenagem imperativa do socialismo é o capitalismo de estado

O socialismo não é apenas imoral, imprudente, desumano e coercitivo, como é impreterivelmente destrutivo – este, talvez, é o seu aspecto mais pungente. Tendo como eixo axial de sua força motriz a destruição da qualidade de vida da população que tem o infortúnio de viver sob a sua égide tirânica, a capacidade do socialismo de deteriorar e destruir uma sociedade economicamente ativa e produtiva é tão mordaz quanto fulminante. Na verdade, muito pior do que uma bomba atômica. Para ter um reconhecimento claro dos seus efeitos nefastos, basta analisarmos com o socialismo destroçou completamente a Venezuela, que outrora foi a quarta nação mais rica do mundo, com um futuro promissor pela frente. Hoje, os venezuelanos vivem contristados, deprimidos, consternados, desesperados para fugir de uma ditadura que arruinou completamente as suas vidas.

Tendo como principais destinos países vizinhos como o Brasil e a Colômbia, os venezuelanos que conseguiram escapar da criminosa tirania socialista que se apossou do seu país buscam uma maneira de reconstruir suas vidas, debaixo dos escombros desumanos e das cicatrizes impenitentes que lhes foram brutalmente outorgadas por um governo assassino. Aqueles que atualmente estão no estado de Roraima começam uma longa jornada de recuperação, que poderá reverter a desesperança e a desolação de que padecem, e quem sabe, propiciar a elas o conforto, a compreensão e a empatia que tanto necessitam.    

No entanto, é necessário enfatizar que o Brasil encontra-se no mesmo caminho. Não podemos continuar no socialismo corrosivo e destrutivo que herdamos do governo petista. Se o PT regressar ao poder, uma catástrofe monumental, similar a que aflige a Venezuela, ocorrerá no Brasil.

Embora o Brasil nunca tenha sido um país capitalista, para realizarmos uma mudança radical em nosso país – que nos leve a um caminho de mais prosperidade, bonança e resultados efetivos – deveríamos exigir o desmantelamento de políticas centralizadoras, para realizarmos uma plena e eficaz incursão no livre mercado. O socialismo nada mais é do que a soberania do capitalismo de estado sobre o capitalismo de mercado. Por isso facções criminosas, por aqui conhecidas como partidos políticos, empenham-se arduamente em monopolizar e conquistar o domínio da máquina pública – especialmente na esfera federal –, pois é onde está o dinheiro, e, portanto, a grande oportunidade para a espoliação sistemática dos cofres públicos, que propicia o enriquecimento ilícito dos vagabundos no poder. Como o Brasil, desde Getúlio Vargas, sempre foi um país com economia estatizada, o dinheiro permanece concentrado nas mãos de poucos, a saber, de uma classe política corrupta, sórdida, inescrupulosa, indiferente, maligna, nefasta e dissimulada.

Evidentemente, para quem trabalha na iniciativa privada, sobreviver em um ambiente tão hostil torna-se difícil. Por isso, é fundamental arregimentarmos maneiras de destruir e sabotar o estado, com a mesma veemência com a qual o estado tenta acabar com as nossas vidas, através da deliberada destruição das fontes de prosperidade da população.

Para o Brasil, não existe outra saída, senão revoltar-se de forma voraz e inflexível contra a classe política. As necessidades da população são brutalmente negligenciadas, porque temos no poder corruptas oligarquias maléficas, displicentes, egocêntricas e criminosas, cujo único interesse é perpetuar-se no poder. Nossa atual situação clama por uma insurreição, uma revolta torna-se legítima, irremediável e fundamental. A classe política está ativamente empenhada em destroçar e arruinar a sociedade brasileira; portanto, nada mais natural que a enxerguemos como aquilo que ela é: uma grande inimiga do povo brasileiro. Ou se está do lado do estado, ou do lado da população. Estes dois grupos possuem interesses completamente incompatíveis e divergentes. Não há como defender um, e também fazer apologia ao outro. Embora a classe política, sempre dissimulada, em toda a sua sórdida hipocrisia, desfaçatez e teatralidade tente aparentar uma preocupação para com a sociedade, que, na verdade, não existe.

Nós vivemos e trabalhamos miseravelmente para sustentar uma classe de vagabundos privilegiados, cuja única função na vida é nos espoliar, nos roubar, nos assaltar diariamente. Conforme o capitalismo de mercado vai ficando cada vez mais escasso, e vai desaparecendo, o capitalismo de estado vai se expandindo, e concedendo uma vida cada vez mais suntuosa e elitista para os burocratas estatais. A população, por outro lado, não tem escolha, a não ser empobrecer sistematicamente, a cada dia. A verdade, no entanto, é que o estado é uma entidade criminosa, obsoleta, voraz e maligna, temerosa da possibilidade de descobrirmos que ela é desnecessária e totalmente descartável. Não precisamos ser tutelados como as crianças ingênuas e ineptas que o estado pensa que nós somos. A função do estado sempre foi destroçar e arruinar deliberadamente as possibilidades de êxito e sucesso do indivíduo, e isso não vai mudar, a não ser que o brasileiro crie coragem para suprimir o estado, e tornar-se senhor do seu próprio destino.          

Artigo originalmente publicado no jornal A Folha do Sudoeste, periódico bissemanal de Palmas, Paraná, edição de 11 a 13 de abril de 2018. 

Compartilhe esse texto:

Sobre Mim

Sobre Mim

O Ultraconservador é um reacionário cristão antissocialista, anticomunista, antimarxista e antiestatista. Um indivíduo sem medo do establishment socialdemocrata ditatorial, corrosivo e totalitário. É colaborador de periódicos (jornais e revistas) e portais eletrônicos do Rio Grande do Sul, Paraná e São Paulo.