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Caçando bruxas com Steve Bannon - O gênio por trás de Donald Trump

Caçando bruxas com Steve Bannon - O gênio por trás de Donald Trump

Já faz algum tempo eu queria escrever sobre Stephen Kevin Bannon, há dois anos para ser mais exato. Ouvi falar pela primeira vez durante as prévias republicanas que escolheram o candidato à presidência dos Estados Unidos. Donald Trump, como todos já sabem, foi o escolhido depois de atropelar todos aqueles cachorros sarnentos da velha oligarquia republicana. Outra coisa que vocês devem ter ouvido falar através da Globo News ou porcarias afins, foi que ele, o fascista, racista, machista, taxista Donald Trump, também ganhou a disputa contra a megera da Hillary Clinton. 

Não dá para falar de Steve Bannon sem falar de Donald Trump, que para 99% do mundo assistidor de televisão, é o cara responsável por ganhar sozinho as eleições e causar gritos e ranger de dentes na turba azucrinada globalista. Mas não, Trump não é tão esperto assim. Ele tem um guru, seu próprio Rasputin. Bannon Bannon Bannon, esse é o cara por trás da vitória de Trump e de todas as políticas Trumpianas. 

Tudo o que se sabe sobre Steve Bannon no Brasil são as especulações que CNN e New York Times, (fontes primárias de desinformação de toda a mídia brasileira), repercute nos Estados Unidos. Mas eles, por sua vez, não sabem nada além daquilo que a jumentalidade de seus jornalistas de cérebro atrofiado por décadas de pornografia, sensacionalismo e drogas, foi capaz de perceber. Não é minimamente possível para um jornalista medíocre entender o que se passa na cabeça de um gênio.

"A mídia sabe apenas aquilo que Bannon quer que ela saiba."

Para entender melhor o que se passa no cérebro por trás de Donald Trump eu tive que buscar as fontes, pesquisar o passado do gênio estrategista. Nunca quis saber o que ele diz, ou o que dizem a respeito dele. Eu queria comer seu cérebro e tentar ganhar seus poderes. (Não ganhei... Talvez um dia...)

Durante os anos 90, após abandonar subitamente, e sem explicações, uma bem sucedida carreira como vice-presidente de um grande banco de investimentos, Bannon, foi para Hollywood se tornar produtor de filmes. Naquela época produziu alguns documentários e filmes altamente odiados pela elite esquerdista hollywoodiana. Seus filmes atraiam especialmente o publico do meio oeste americano e tratavam de uma espécie de 'teoria da conspiração' mais palatável para o público em geral.

Terminada sua carreira como produtor de cinema, Bannon, foi ser o executivo chefe na empresa de mídia Breitbart News, criada por seu falecido amigo Andrew Breitbart, cargo que exerce até os dias de hoje, apenas tendo se ausentado pelo curto período de tempo em que foi o estrategista da campanha presidencial mais bem sucedida da história do planeta, e posteriormente ocupando o cargo de estrategista chefe da Casa Branca. 

No Breitbart, Bannon, entendeu o mecanismo que fazia funcionar toda a mídia esquerdista americana e em torno de quem ou, "do quê" ela orbitava. Descobriu como usar as estratégias deles contra eles mesmos. Reverteu a lógica da guerra cultural de Saul Alinsky, aprendeu sobre a teoria da subversão aplicada pela mídia, colocou uma pitada de Sun Tzu e decidiu partir para a guerra. Escolheu um candidato, moldou sua personalidade, fez um enorme esforço publicitário. Bannon estava pronto para eleger um presidente para combater aquilo que ele chamava de "O mal". Não, não era Donald Trump, calma.
Foi uma mulher chamada Sarah Palin. Mas não deu certo porque a idiota, ex-governadora do Alasca, preferiu se candidatar à vice-presidência em 2008. Bannon não queria saber de vices. 

Em 2014, Bannon, através de amigos em comum, se aproximou de Donald Trump. A química foi imediata. Estava ali seu candidato à presidência. Só bastaria convencê-lo disso. Foi fácil, Bannon é um gênio. Após soltar algumas especulações sobre uma possível candidatura de Trump, bastou aguardar as reações esquizofrênicas da mídia e até mesmo do presidente Obama. O ego de Trump fez o resto, ele não deixaria que aquele bando de imbecis falasse assim com ele. Eles iriam ver uma coisa...

Durante as prévias republicanas que escolheriam o candidato, Bannon não era conhecido, era uma figura oculta atrás de Donald Trump. Depois de atropelar o partido Republicano e se tornar candidato, Trump seguiu sua candidatura, ainda sem que Steve Bannon fosse mencionado, só se juntando oficialmente à campanha no final da mesma. Tudo isso foi estratégico. Bannon estava por trás desde o inicio. Toda a campanha foi pensada por ele. Quando Trump venceu, Bannon foi convidado para ocupar o cargo de estrategista chefe da Casa Branca. Na sala dele havia um quadro onde ele escreveu, em ordem, todas as promessas de campanha de Trump. Promessas que ele mesmo havia sugerido que Trump fizesse, e que foram sendo cumpridas uma a uma, meticulosamente.

"Agora Stephen Kevin Bannon era político
Destemido e temido no Distrito Federal
Não tinha nenhum medo de polícia
Capitão ou traficante, playboy ou general"

Assumindo o cargo de estrategista da Casa Branca, toda a imprensa americana tomou conhecimento sobre Steve Bannon. Publicavam diariamente matérias que mais se assemelhavam com verdadeiras teorias da conspiração. (Todas com um fundo de verdade). Eles, durante a histeria coletiva que se seguiu, tendo seus sentimentos feridos pelos 'fascistas' que elegeram Donald Trump, tinham que botar a culpa em alguém. Alguém maior do que o próprio presidente. Afinal, se recusavam a acreditar que Trump, sozinho, fosse capaz de destruir seus sonhos de viver em uma floresta encantada socialista, fumando maconha e transando com árvores. Steve foi o alvo escolhido.

Bannon começa a agir. Por trás de cada twittada polêmica do presidente havia a mão invisível de Bannon, tirando o foco da imprensa dos decretos presidenciais e direcionando toda a histeria para polêmicas menores. A mídia se tornou marionete. Enquanto atacavam Trump por suas postagens em redes sociais, Trump atacava a mídia e os acusava de Fake News. O quarto poder estava desmoronando a olhos vistos. Trump, seguindo conselhos de Bannon, só entrou em batalhas que ele sabia que poderia vencer. E venceu todas.

"Bannon deixa o cargo de estrategista chefe da Casa Branca."

Tendo se afastado do cargo, Bannon, deixou que a imprensa noticiasse uma possível ruptura com o presidente. Ele mesmo criou algumas dessas noticias falsas. A mídia norte-americana deu pulos de alegria, pensaram que seria mais fácil derrubar Trump sem o apoio de seu estrategista. Estavam errados...
Bannon nunca se afastou de fato de Trump, apenas deixou o cargo para fugir dos holofotes. 

"Na Casa Branca eu tenho influência, no Breitbart eu tenho poder."

De volta ao Breitbart, Bannon, continuou agindo nas sombras. Algo estranho aconteceu pouco tempo depois dele deixar a Casa Branca, quando a mídia americana se viu forçada a tirar o foco do presidente e olhar para seu próprio umbigo. Dezenas de acusação de assédio e abuso sexual começaram a surgir de todas as partes. Grandes nomes de Hollywood e políticos da esquerda foram acusados. Um prato cheio para o sensacionalismo. A mídia tentou acobertar o quanto foi possível, afinal, os acusados eram também os maiores aliados e financiadores da mídia contra Trump. Não conseguiram, pois os denunciantes também são, em maioria, esquerdistas do Partido Democrata. Bannon ainda não foi relacionado à esses eventos como sendo o agente oculto agindo contra o establishment, talvez nunca seja. Ninguém na mídia tem tempo de sobra para alimentar aquilo que poderia ser taxado de Fake News, ou teorias da conspiração, enquanto suas próprias nádegas estão em risco. A estratégia de Bannon fica clara quando Trump compartilha vídeos de terroristas e coloca toda a imprensa em alerta vermelho, ocupados em acusá-lo de islamofóbico, e "enquanto isso na sala de justiça" ele prepara o maior corte de impostos da história americana. Os democratas ocupados em atacar Trump para desviar o foco de suas acusações de má conduta sexual acabaram não percebendo que perderiam quase 1,5 trilhão de dólares de impostos roubados dos trabalhadores. Não tiveram tempo de criar uma narrativa, convocar protestos com black blocs, nem dizer que o corte de impostos seria só para os ricos enquanto o pobre seria deixado na m*. Foram pegos, mais uma vez, com as calças curtas. 

Estes últimos casos mencionados estão acontecendo em tempo real, o que me obriga a parar esse texto por aqui e torcer, junto com vocês, para que muita sujeira seja jogada no ventilador.

O que virá em seguida? Só Bannon sabe..

Autor: Sga Brewer, Alt-Right Brasil

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Sobre Mim

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O Ultraconservador é um reacionário cristão antissocialista, anticomunista, antimarxista e antiestatista. Um indivíduo sem medo do establishment socialdemocrata ditatorial, corrosivo e totalitário. É colaborador de periódicos (jornais e revistas) e portais eletrônicos do Rio Grande do Sul, Paraná e São Paulo.