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A brutal e implacável ditadura do coronavírus

A brutal e implacável ditadura do coronavírus

É impressionante perceber como as pessoas aceitaram com extrema passividade, brandura e subserviência a ditadura do coronavírus, mesmo com medidas totalmente arbitrárias como lockdown e quarentena não tendo absolutamente nenhuma base científica que justificasse a sua implementação.

Agora, depois de vários meses, é possível constatar como essas medidas foram terrivelmente destrutivas e maléficas, em todos os sentidos. Economias de países inteiros foram brutalmente destruídas, o índice de suicídios aumentou 40%, centenas de milhares de empresas foram à falência, milhões de pessoas ficaram desempregadas, cem milhões de pessoas foram atiradas para a pobreza e a miséria absolutas, e milhares de pessoas passaram a morrer de fome diariamente. Ou seja, todas essas medidas totalmente contraproducentes adotadas pelos governos de diversos países do mundo — aqui no Brasil sendo reforçadas pelos governos municipais e estaduais — contribuíram muito mais para matar pessoas do que para salvá-las. 

Muitas pessoas também passaram a aceitar com extrema passividade a destruição das liberdades individuais, como o sagrado direito das pessoas de ir e vir, trabalhar e se sustentar. Subitamente, do dia para a noite, atividades comuns — como vender cachorro-quente na rua — foram criminalizadas, e as pessoas passaram a ser estimuladas a denunciar para as autoridades comércios e lojas que estivessem em atividade. Uma brutal e fervorosa campanha de doutrinação, lavagem cerebral e histeria midiática entrou em ação, fazendo as pessoas perderem completamente a razão e a sensatez; a histeria e a irracionalidade passaram a governar a vida das massas. 

Lamentavelmente, muitas pessoas foram incapazes de compreender que o mundo foi submetido ao maior experimento de engenharia social da história, que pretendia estudar qual porcentagem da população se submetia às exigências draconianas do governo sem contestar ou questionar. Estado e governo não podem interferir ou decepar liberdades individuais, não importam as prerrogativas ou as circunstâncias. Muito pelo contrário, deveriam ser os primeiros a protegê-las, mas não raro estão dispostos a suplantá-las quando isso atende aos seus interesses. 

Felizmente, muitas pessoas em muitos países já começaram a se rebelar contra as depravações da ditadura do coronavírus. Na Alemanha, recentemente diversas passeatas ocorreram em Berlim. Um dos primeiros países a tomar a dianteira contra todas as maléficas e criminosas restrições dessa ditadura foram os americanos. Ainda no final do mês de abril — no estado de Michigan —, vários indivíduos armados entraram no congresso estadual para protestar contra as arbitrárias medidas draconianas promulgadas pelas autoridades para supostamente conter a disseminação do vírus. 

Agora, mais do que nunca, é fundamental se rebelar contra a infame e depravada ditadura do coronavírus, e rejeitar categoricamente o "novo normal" que o sistema tenta impor as pessoas. Como se todos esses absurdos fossem insuficientes, é bem provável que em breve tentarão fazer com que a vacinação seja compulsória, como defendem inúmeras autoridades políticas e sanitárias aqui no Brasil. Isso que a vacina nem foi devidamente testada, o que nos dá todos os motivos para suspeitarmos de sua eficácia.

A AstraZeneca — uma das empresas responsáveis pela confecção da vacina — já recebeu imunidade das autoridades públicas de diversos países, caso seu produto apresente efeitos colaterais, o que fatalmente acontecerá. Vacinas levam anos para serem devidamente confeccionadas. No caso da vacina contra o coronavírus, não haverá tempo para testar os efeitos colaterais de médio e longo prazo, apenas os de curto prazo. É preocupante que tantas pessoas confiem de forma irracional em uma vacina que está ativamente desrespeitando um número relevante de protocolos científicos. 

Infelizmente, isso tudo são etapas do nefasto projeto globalista de um governo mundial, que se encaminha para o chamado grande reinício, também conhecido como o grande reset. Precisamos lutar ativamente contra o sistema. Aqueles que não o fizerem, serão como ovelhas conduzidas ao abate. 

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Sobre Mim

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O Ultraconservador é um reacionário cristão antissocialista, anticomunista, antimarxista e antiestatista. Um indivíduo sem medo do establishment socialdemocrata ditatorial, corrosivo e totalitário. É colaborador de periódicos (jornais e revistas) e portais eletrônicos do Rio Grande do Sul, Paraná e São Paulo.