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Assassinar políticos – Belo, Correto e Moral

Assassinar políticos – Belo, Correto e Moral

Embora eu seja impreterivelmente contra a violência, é um dever e uma obrigação moral de todo indivíduo correto jamais fazer vista grossa para as malignidades indômitas do mundo em que vivemos. Eu particularmente, nunca ignorei as ações, as iniquidades e as abominações do mal, que – no Brasil contemporâneo –, manifestam-se de forma abundante na classe política, interessada única e exclusivamente em arregimentar poder, influência e capital a seu favor, ignorando com um sádico prazer as necessidades da população. 

Hoje, não é segredo para ninguém que a política brasileira é uma extensão do crime organizado e, para tanto, segue uma agenda própria, completamente distinta dos interesses e das necessidades do cidadão comum, embora persista em enganá-lo ardorosamente, em uma permanente e dissimulada teatralidade. Profundamente interessados no caos, vivemos em uma legítima situação que podemos classificar, dentro do jargão da classe política, de "quanto pior, melhor". Quanto mais acossado e intimidado estiver o cidadão, desavisado, por mais estado ele irá pedir. E assim, o estado totalitário expansivo e dominador – que deseja ver o cidadão temeroso e acuado – vai aumentando seu poder de controle sobre a sociedade.

Embora nem todos os políticos devam ou possam ser classificados da mesma forma ou da mesma maneira, a verdade – embora o brasileiro, de uma forma geral, insista em negar o óbvio – é a de que não existem bons políticos. Bom mesmo seria uma sociedade completamente livre deles, parasitas depravados que nada produzem, ganham incomensuráveis fortunas para exercer seus papéis de sádicos e ignominiosos vagabundos profissionais, e ainda fazem o possível para suplantar, sabotar e destroçar todas as possibilidades que o indivíduo poderia ter em obter êxito em seus empreendimentos, em seus negócios, e até mesmo sua vida pessoal, pois empenham-se avidamente em destruir o capitalismo de mercado, enquanto se esbaldam em farra grotesca com o capitalismo de estado, que é dinheiro extorquido do contribuinte de forma agressiva e coercitiva, mas enriquece a classe política ostensivamente.  

A redenção do brasileiro virá quando ele se rebelar, quando for, aos milhares, até o congresso nacional, e destituir, na ponta do facão, a escória, aquele monte de lixo pútrido – os sádicos e perdulários vermes parasitas – que são menos do que um saco de esterco. Quando estivermos dando facadas no pescoço dos burocratas estatais, estaremos libertando nossas famílias, nossas vidas, nossa benevolência, de uma pérfida e oligárquica ditadura política escravagista. Depois, devemos fazer a mesma coisa com os partidos políticos. 

Onde estão os homens deste país? Temos a obrigação de lutar por nossos pais, mães, irmãos, irmãs, crianças, idosos, vulneráveis e indefesos, todos aqueles que não tem voz, por todos aqueles que são vítimas da displicência, da negliência, da incoerência e da incompetência desta histérica e depravada coalizão de sicofantas satanistas, que compõem a elitista we criminosa classe política brasileira.   

Precisamos acabar com todos os políticos brasileiros, pra ontem. Esfaquear um por um sem piedade, fazendo-os pagar por cada depravação que cometeram contra o país, e contra o cidadão brasileiro. Matar um por um desses criminosos sórdidos, enforcá-los com suas gravatas de seda de cinco mil reais, e esfaqueá-los no pescoço, para garantir que morreram, de fato. É uma questão de justiça, de sobrevivência, de benevolência, um ator de amor, de redenção, de libertação. Todos os homens corretos, moralmente lúcidos e íntegros, deveriam engajar-se nisso. É uma obrigação moral executar este sacrossanto ato de vingança em nome de todos os brasileitros justos e corretos, que sofrem com as malignidades satânicas da classe política. 

Ou se está do lado da população, ou do lado do estado. Não há meio termo. Todo homem correto deve ter ódio profundo do mal. Ou você odeia o mal, ou faz parte dele. 

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Sobre Mim

Sobre Mim

O Ultraconservador é um reacionário cristão antissocialista, anticomunista, antimarxista e antiestatista. Um indivíduo sem medo do establishment socialdemocrata ditatorial, corrosivo e totalitário. É colaborador de periódicos (jornais e revistas) e portais eletrônicos do Rio Grande do Sul, Paraná e São Paulo.