Blog

Centenas de acadêmicos condenam novas restrições da tirania do coronavírus

Centenas de acadêmicos condenam novas restrições da tirania do coronavírus

Com a Europa se aproximando de uma segunda onda de lockdowns, a luta pela liberdade, pela verdade e pela ciência se faz mais necessária do que nunca. Recentemente, aproximadamente cinco centenas de acadêmicos enviaram uma carta a Boris Johnson, o primeiro-ministro da Grã-Bretanha, onde afirmavam categoricamente que as autoridades públicas estão exagerando o risco real representado pelo covid, e que um novo lockdown é totalmente desnecessário.

O grupo que se pronunciou através da carta alegou ainda que a resposta do governo para a contenção do vírus se tornou desproporcional, e está começando a ser muito pior do que a própria doença. Os doutores e acadêmicos que se manifestaram no documento afirmaram também que o grande número de testes conduzido atualmente está certamente produzindo uma expressiva quantidade de falsos positivos, de maneira que o índice de infecção e mortalidade ficaram brutalmente distorcidos, saindo de sua normalidade sazonal. O coronavírus, portanto, não é nenhuma anomalia, tampouco o perigo descomunal que é incessantemente alardeado pela grande mídia.

A carta dizia:

"A gestão da crise tornou-se desproporcional e está agora causando mais 
danos do que benefícios. Instamos os legisladores a lembrar que esta pandemia, 
como todas as pandemias, acabará passando, mas os danos sociais e psicológicos 
que está causando podem se tornar irreversíveis. 

Após a resposta inicial justificável à Covid-19, a base de evidências agora 
mostra uma imagem diferente. O problema das taxas de falsos positivos funcionais 
ainda não foi abordado, particularmente no contexto de baixa prevalência de doença, 
em que os falsos positivos provavelmente excederão os verdadeiros positivos substancialmente 
e, além disso, apresentarão uma correlação fraca com a pessoa infectada.

Paralelamente, temos o problema de que é normal ver um aumento de doenças e mortes 
durante os meses de inverno. É notável que a taxa de mortalidade no Reino Unido esteja 
atualmente em torno da média para esta época do ano. O uso do termo 'segunda onda' é, 
portanto, enganoso.

Temos o conhecimento para viabilizar uma política que proteja os idosos e vulneráveis 
sem aumentar todos os outros danos à saúde e a economia, e que não prejudique todo o 
nosso modo de vida e particularmente o das crianças do país."

Ou seja, mais um vez, um grupo de médicos se manifesta de forma técnica, racional e objetiva, para dar informações apuradas, precisas e reais sobre o coronavírus, que — ao contrário de toda a histeria irracional deliberadamente difundida pela mídia — fornecem indícios factuais sobre o que realmente está acontecendo. Afirmar que há uma pandemia é, sem dúvida, um exagero.

Não é a primeira vez que diversos médicos corajosamente dão a cara a tapa, e audaciosamente falam a verdade. No mês de outubro, três epidemiologistas de Massachusetts, nos Estados Unidos — Sunetra Gupta, Martin Kulldorff e Jay Bhattacharya — denunciaram os exageros e excessos das autoridades políticas em lidar com o coronavírus, e afirmaram categoricamente que o lockdown estava causando "efeitos devastadores" na saúde pública, tanto a curto quanto a longo prazo.

Também no mês de outubro, a Aliança Mundial de Médicos afirmou categoricamente: "Não há pandemia". E denunciou todas as arbitrariedades irracionais e anticientíficas que foram adotadas por governos do mundo inteiro, e ativamente chanceladas pela mídia; da mesma maneira, aqui no Brasil a organização Médicos pela Liberdade está ativamente publicando verdades sobre o assunto, e opondo-se ostensivamente à vacinação obrigatória, uma imposição política do ditador João Dória.

Eventualmente, a verdade será revelada. O importante é não ficarmos calados, mas divulgarmos incessantemente todas as informações corretas relacionadas ao coronavírus, não aceitando jamais a imposição da tirania sanitária que o sistema está usando para subjugar a população e calar os que corajosamente ousam falar a verdade.

Artigo publicado no jornal A Folha do sudoeste, periódico bissemanal de Palmas, Paraná, edição de 15 de janeiro de 2021. 

Compartilhe esse texto:

Sobre Mim

Sobre Mim

O Ultraconservador é um reacionário cristão antissocialista, anticomunista, antimarxista e antiestatista. Um indivíduo sem medo do establishment socialdemocrata ditatorial, corrosivo e totalitário. É colaborador de periódicos (jornais e revistas) e portais eletrônicos do Rio Grande do Sul, Paraná e São Paulo.