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A Abordagem Falsamente Humanista do Lockdown e da Quarentena

A Abordagem Falsamente Humanista do Lockdown e da Quarentena

Pessoas sensatas sabem muito bem que medidas tirânicas e nefastas como o lockdown e a quarentena não adiantaram nada para conter a pandemia do coronavírus, que não passa da mais audaciosa fraude já elaborada em toda a história da humanidade. Além de serem medidas absolutamente contraproducentes, são totalmente imorais e antiéticas. Proibir as pessoas de circularem, proibi-las de trabalhar e ganhar a própria vida, coibir o sagrado direito de ir e vir de todas as pessoas mostra como o estado não apenas usurpou de forma brutal e truculenta os direitos naturais, como também sequestrou através de uma nociva e despótica lavagem cerebral o bom senso de uma expressiva parcela da população, que não apenas acredita na fraudemia, mas também absorveu toda a histeria e a irracionalidade avidamente difundidas pela mídia convencional, em conluio com a elite política, que soube tirar proveito máximo do pânico institucionalizado para usurpar os direitos da população, reclamar poderes plenipotenciários pelo "bem" da sociedade e torrar verbas públicas sem a necessidade de fazer licitação em nome da "saúde pública".

Evidentemente, não estou negando a existência da pandemia. Ela existe. Mas todo o pânico e histeria que estão sendo deliberadamente arregimentados e difundidos nesse cenário são injustificáveis para proteger a população de um vírus que mata menos de 1% dos infectados. As tirânicas, antiéticas e restritivas medidas draconianas adotadas pelos ditadores estatais estão colaborando mais para destruir a sociedade e agravar a recessão econômica do que para proteger a população. Para cada pessoa que é salva do Covid, quantas empresas não estão falindo, quantas pessoas não estão morrendo de fome, quantas pessoas não estão cometendo suicídio, quantas milhares de pessoas não deixaram de ser classe média porque foram atiradas para a miséria da absoluta pobreza absoluta?

Evidentemente, isso a turminha do Fica Em Casa se recusa a debater. Como são pessoas imorais e antiéticas, recusam-se a admitir que o medo de contrair uma doença não dá a elas o direito de proibir as pessoas de saírem de suas casas, de trabalharem e de viverem a própria vida. A pandemia revelou o ditador que existe dentro de muitas pessoas próximas a nós.

Convenientemente, ninguém está falando das consequências óbvias de todas essas despóticas medidas nefastas adotadas por governos por conta do coronavírus. Essa paralisação de 4 meses que o mundo vive causou a maior destruição econômica da história da humanidade, e seus efeitos reais nem começaram a ser sentidos ainda. Eventualmente, até mesmo a turminha "bacana" do Fica Em Casa ficará sem alimentos. Quem ainda não foi afetado pelo caos — que ficará muito pior conforme a recessão se aprofunda — será mais cedo ou mais tarde.

Apenas no Brasil, foram mais de 700 mil empresas que faliram. E esse número vai aumentar muito ainda. Não se iluda, não chegamos nem perto de atingir o fundo do poço. Recém começamos a nefasta jornada que culminará na pior recessão da história. A quarentena e o lockdown provocaram uma paralisação econômica que deixou mais de nove milhões de pessoas desempregadas. No mundo inteiro, aproximadamente cem milhões de pessoas tornaram-se pobres.

Convenientemente, a mídia omite os casos de suicídio que aumentaram de forma colossal no mundo inteiro. Pessoas que perderam tudo, seus empregos, seu sustento, empresários altamente endividados cujas empresas faliram, indivíduos em desespero porque — desprovidos de tudo — não tem recursos para comprar alimentos, estão se matando, porque a morte se tornou uma alternativa muito mais viável do que todas as dificuldades que o lockdown e a quarentena impuseram a elas. Estima-se que doze mil pessoas estejam morrendo de fome diariamente. É um custo muito alto para conter um vírus com taxa de letalidade tão baixa.

O pior é que a turminha do Fica Em Casa se recusa a admitir quão errada ela está. São tão prepotentes e arrogantes que afirmam que quem está contra eles é genocida, quando na verdade quem está apoiando um genocídio são eles. A turminha do Fica Em Casa faz de tudo para se passar por humanista. São pessoas puras, abnegadas, dóceis e preocupadas que querem salvar o mundo e impedir que outras pessoas contraiam o coronavírus. Claro, se doze mil pessoas vão morrer de fome diariamente, não tem problema. O importante é que elas não estão morrendo de Covid-19.

Essa turminha aí, a dos bacaninhas e descolados — que sofreu uma lavagem cerebral tão funesta que os impossibilitou de entenderem a realidade — parecem ter sido efetivamente condicionados pela mídia a fazer vista grossa para os efeitos nefastos da quarentena e do lockdown, que mostraram-se muito mais letais do que o vírus e a pandemia. E essa gente ainda por cima conseguiu se apropriar de uma narrativa falsa, de que eles são pessoas puras, benévolas e altruístas e todos os que são contra a quarentena e o lockdown são genocidas. Nada mais falso, prepotente, arrogante, irracional e estúpido.

Ninguém tem o direito de proibir as pessoas de circularem, de levarem suas vidas, trabalharem, ganharem seu sustento. A verdadeira tirania veio de estados e governos que proibiram pessoas saudáveis de viverem normalmente, e de todas as pessoas que apoiam ou apoiaram as medidas draconianas de confinamento, condenando-as a ficarem sem seus empregos, sem sua renda — em muitos casos sendo destituídas de tudo —, e até mesmo tendo que enfrentar privações severas, como a fome. Quando isso tudo passar, pode demorar bastante tempo, mas vai passar, muitos irão perceber que o lockdown e a quarentena mataram muito mais do que salvaram, e foram a verdadeira razão de toda a destruição em termos humanos e econômicos que vivemos hoje, tendo sido muito mais fatal do que o vírus e a pandemia.

O lockdown e a quarentena matam milhares de pessoas diariamente, de fome e inanição. Em uma semana, temos mais pessoas mortas em consequência do lockdown e da quarentena do que vítimas fatais do vírus desde que a fraudemia começou. Isso nos ensina a jamais subestimar o poder de estados, governos e a mídia compactuada com a desgraça em difundir o medo, o pânico e a histeria irracional na população. As pessoas podem ser facilmente condicionadas por qualquer tipo de ameaças, e não hesitarão em denunciar seus parentes, seus vizinhos, seus amigos às autoridades, por cometerem o "crime" de tentar viver às suas vidas normalmente.

O cenário de terra arrasada que a quarentena e o lockdown estão deixando é inedito na história. Mas as pessoas continuam se apegando a tirania governamental acreditando que políticos "puros" e "sacrossantos" estão interessados no bem-estar delas. Nada mais ingênuo e fantasioso.

Há uma agenda em curso aqui, estamos vivendo uma etapa de transformação do cenário global e nada disso está sendo executado pelo bem da humanidade. Grandes corporações e oligarquias financeiras — juntamente com estados e governos — estão reformulando a estrutura geopolítica do mundo, e muitas pessoas não estão percebendo isso. No próximo World Economic Forum, serão discutidos temas como uma moeda global única e um sistema único de tributação para o mundo inteiro. A pandemia mostrou ser muito conveniente para arregimentar sistemas de controle social que, sob outras circunstâncias, não fariam sentido se fossem aplicados.

Estamos vivendo uma situação muito similar a da Alemanha Nazista. Apenas troque judeus por pessoas sensatas e racionais que recusaram-se terminantemente a serem subjugadas pela tirania da histeria e da paranoia coletiva. Estamos em meio a esse cenário, que está separando as pessoas despertas daquelas que estão sonolentas, acreditando que estado, governo e classe política trabalham única e exclusivamente para o bem delas. Quando isso está muito longe de ser a realidade.

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Sobre Mim

Sobre Mim

O Ultraconservador é um reacionário cristão antissocialista, anticomunista, antimarxista e antiestatista. Um indivíduo sem medo do establishment socialdemocrata ditatorial, corrosivo e totalitário. É colaborador de periódicos (jornais e revistas) e portais eletrônicos do Rio Grande do Sul, Paraná e São Paulo.