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A Titânica Fúria Tirânica de Lula

A Titânica Fúria Tirânica de Lula

        O ex-presidente Lula, que atualmente está em campanha eleitoral de forma ilegal e ilegítima – afinal, foi imputado inelegível para cargos públicos por dezenove anos pelo juiz Sérgio Moro, embora esta sentença ainda há de ser auferida, avaliada e validada pelos tribunais superiores, em um período que, em virtude de determinadas tecnicalidades legais e burocráticas, pode ser incapaz de revogar a tempo sua candidatura –, insinua-se ardorosamente para a disputa presidencial do ano vindouro, e não mais esconde sua amarga ira, furor e titânico desejo de vingança contra todos aqueles que considera seus inimigos e que, de uma forma ou de outra, comprometeram, ou atrasaram, a consolidação do seu projeto totalitário de poder. Suas pretensões ditatoriais tornaram-se ostensivamente escancaradas: o profano e tirânico presidenciável fala abertamente em censurar a imprensa, algo que sua secretária, Gleisi Hoffmann, a presidente da conspícua, espúria e infame organização criminosa conhecida como PT, que faz às vezes de partido político, confirma, reitera e enfatiza, sempre que possível. Falam em “regulamentação” e “democratização dos meios de comunicação”. O que deve, com toda a certeza, ser compreendido como aquilo é: censura. Lula declarou ser favorável à estatização dos meios de comunicação. Se Lula vier a tornar-se presidente – o que por si só decretaria a falência moral do Brasil –, não restam dúvidas de que ele será um brutal e autoritário tirano, igual ao seu adorado colega, Nicolás Maduro.

        Todas as aparições públicas de Lula são saturadas de ameaças. Ameaças dirigidas ao Ministério Público, à Polícia Federal, à Procuradoria Geral da República, à República de Curitiba, e, em geral, a todos aqueles que de alguma forma desconfiam que ele é realmente aquilo que é: o líder supremo da ORCRIM, e o principal gestor da corrupção de nível federal que tomou conta do Brasil durante o corrosivo, destrutivo e desmoralizante período em que o PT esteve à frente do governo. Não obstante, a ORCRIM está fazendo tudo o que está ao seu alcance para colocar as pessoas “certas” nos lugares “certos”, e assim manter intacta a sua estrutura de poder. Através de reformulações, e uma flexível capacidade de adaptação, as oligarquias políticas que, por uma razão ou outra dependem, ou estão subordinadas à Lula, estão em constante metamorfose, para atender às necessidades da organização criminosa.

      A ORCRIM de Michel Temer e a ORCRIM de Lula operam de formas autônomas, embora não estejam necessariamente dissociadas uma da outra. Recentemente, a troca urgente da liderança na Polícia Federal mostra a capacidade da ORCRIM em reorganizar-se e reestruturar-se, para que sua liderança não fique comprometida diante de uma justiça que, na verdade, há muito encontra-se burocratizada, ineficiente e combalida, sendo ostensivamente politizada em todas as suas estruturas de poder. Em estertores quase rutilantes, é patente observar como o PMDB está desesperado para controlar determinadas instituições federais, sobretudo a PF, para garantir a sua sobrevida política, e evitar a exposição das depravadas ilicitudes cometidas pelo partido e, acima de tudo, quem despacha as ordens de comando.

        Sem dúvida nenhuma, uma eventual eleição de Lula seria como uma carta de alforria para toda a corrupta oligarquia política brasileira. Possivelmente, nomes como Romero Jucá, Michel Temer e Renan Calheiros, bem como o de muitos outros políticos e servidores investigados pela Operação Lava Jato, sairiam impunes das investigações, que indubitavelmente sofreria uma ostensiva e flagrante dissolução, que veria na vitória da corrupção governamental o golpe final da malevolência política sobre a sociedade brasileira, como um todo.

        Evidentemente, Luís Inácio Lula da Silva, o mandatário e líder máximo da ORCRIM, não irá desistir da sua tentativa obstinada de mais uma vez conquistar o poder, até porque ele não tem nada a perder. Muito pelo contrário: para ele, é uma questão de vida ou morte. É ter que enfrentar o bastião da justiça, e possivelmente até mesmo ser encarcerado, ou ficar impune, usufruir da mais completa e total liberdade, e ainda conquistar a posição de tirano autoritário, que manda e desmanda como bem entende, na maior nação da América do Sul. Esta seria uma vitória que, sem dúvida nenhuma, saciaria, de forma inominável, seu caráter doentio, saturado de tendências patológicas, egocêntricas e narcisistas.

      Não obstante, o ex-presidente ainda não ganhou esta batalha. E se depender da população, que está completamente exaurida com tanta hipocrisia, animosidade, depravação e corrupção, nem vai ganhar.   

   Artigo originalmente publicado no jornal A Folha do Sudoeste, periódico bissemanal de Palmas, Paraná, edição de 18 a 21 de novembro de 2017. 

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Sobre Mim

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O Ultraconservador é um reacionário cristão antissocialista, anticomunista, antimarxista e antiestatista. Um indivíduo sem medo do establishment socialdemocrata ditatorial, corrosivo e totalitário. É colaborador de periódicos (jornais e revistas) e portais eletrônicos do Rio Grande do Sul, Paraná e São Paulo.