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A insanidade da histeria covidiana

A insanidade da histeria covidiana

A histeria covidiana assumiu proporções tão grotescas e tão aterradoras, que efetivamente se configuram como uma deplorável e deprimente distopia. Nada mais é como costumava ser. Estamos de fato vivendo em um "novo normal". Também pudera — como estão sendo constantemente bombardeadas pela propaganda covidiana, a grande maioria das pessoas acabou sucumbindo à loucura, e eventualmente se integra à histeria coletiva.

A dominação da sociedade pela ditadura dos conglomerados farmacêuticos ocorreu por uma razão muito simples. A maior parte da sociedade é formada por pessoas simplórias — o assim chamado "homo vulgaris" —, cidadãos que não tem capacidade intelectual para resistir à doutrinação sistemática imposta às massas pelo sistema. Por essa razão, as pessoas comuns são facilmente influenciáveis, e então acabam sendo moldadas pela propaganda oficial do regime. 

Em virtude de toda a propaganda maciça imposta pelo covidianismo, foi inevitável que a sociedade mergulhasse no abismo de uma insana e deplorável histeria coletiva, insuflada pelo medo irracional de um vírus. 

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Atualmente, vivemos aquilo que C. J. Hopkins chama de processo de patologização da sociedade. As pessoas estão sendo habituadas a serem excessivamente cautelosas. Evitar uma doença deve ser o centro de suas vidas; por essa razão, elas estão sendo condicionadas a considerar o medo uma virtude. 

Infelizmente — em virtude das reduzidas capacidades cognitivas da maior parte da população—, a grande maioria das pessoas é incapaz de perceber como elas estão sendo gradualmente doutrinadas pelo sistema. Acima de tudo, elas não reconhecem como estão sendo sutilmente manipuladas e domesticadas, sendo levadas a adotar um comportamento que manifeste obediência cega, incondicional e absoluta ao sistema.

Lamentavelmente, vivemos uma situação que é drasticamente similar àquela que levou os nazistas a subir ao poder na Alemanha da década de 1930. As pessoas estão tão entorpecidas pela propaganda oficial do sistema que são completamente incapazes de reconhecer a realidade. 

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O exagero e a excessiva cautela das pessoas ao fazerem atividades cotidianas — como as mostradas nas fotos acima — exemplificam perfeitamente a transformação do medo em uma virtude. Quanto mais medo você sente de contrair o vírus, melhor é a percepção que a sociedade tem de você como pessoa e como ser humano. Afinal, você está protegendo as outras pessoas e a si mesmo de contrair um "perigoso" vírus. Portanto, você deve ser considerado uma pessoa benévola, humanitária e graciosa. 

Esse mito está sendo astutamente manipulado como uma poderosa ferramenta de controle dos governos sobre a sociedade; não obstante, o medo desproporcional das pessoas com relação ao vírus fez com que embarcassem em uma histeria tão colossal — tão absurdamente fora de medida e proporções —, que o sistema não precisou se ocupar em demasia com a adoção da histeria por parte das massas. O alarmismo televisivo fez isso de forma muito eficiente. 

Infelizmente, é improvável que as coisas voltem a ser como eram antes do covidianismo. As coisas mudaram drasticamente. A histeria das massas é irreversível, e é alimentada diuturnamente por um sistema cada vez mais autoritário e onipotente, cuja sede de poder sobre a sociedade cresce a cada dia. 

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Sobre Mim

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O Ultraconservador é um reacionário cristão antissocialista, anticomunista, antimarxista e antiestatista. Um indivíduo sem medo do establishment socialdemocrata ditatorial, corrosivo e totalitário. É colaborador de periódicos (jornais e revistas) e portais eletrônicos do Rio Grande do Sul, Paraná e São Paulo.