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A hilariante ingenuidade da esquerda

A hilariante ingenuidade da esquerda

Ativistas de esquerda, em especial aqueles que são afiliados aos inúmeros barbitúricos partidários que não servem para absolutamente nada, a não ser se beneficiar de dinheiro público, vivem pregando a necessidade de um estado grande. E pior ainda: acham que é obrigação do estado cuidar dos pobres. E o que é ainda pior: eles realmente acham que o estado tem algum interesse em cuidar da população.  

A ingenuidade desta gente faz com que sejam completamente incapazes de perceber o óbvio – aquele elemento fundamental que qualquer pessoa que tenha o mínimo de inteligência e capacidade de raciocínio seria capaz de perceber: o estado cuida unicamente de si próprio. Burocratas usam o estado para se locupletar, perpetuarem-se no poder e ficarem absurdamente ricos, pois terão acesso a dinheiro público de tudo quanto é lado, o tempo inteiro (especialmente políticos que ficam responsáveis por estatais, que representam dinheiro fácil). A verdade é que a classe política brasileira está literalmente cagando para a população, especialmente para as classes mais miseráveis, por quem eles manifestam abertamente o mais absoluto desprezo.

Acreditar no estado e acreditar na classe política é, por si só, um atestado de burrice. É como acreditar em um conto de fadas. É ingenuamente sugerir que algo inerentemente maligno poderá produzir algo bom. O correto seria eliminar, de forma completa e total, o estado. Começando pela classe política. Eles não têm razão nenhuma para ser ou existir. Sua única função é espoliar, subjugar e escravizar a população.  

Cuidar dos pobres é uma obrigação da sociedade civil. A classe política nunca fez isso, e nunca fará. Apenas com salários da classe política, os cofres públicos tem uma despesa anual que se aproxima dos vinte e cinco bilhões de reais. Com todo esse montante, seria possível erradicar a pobreza do Brasil cinco vezes por ano. Os gestores públicos brasileiros não fazem isso porque não tem o menor interesse em fazer isso. Pelo contrário: eles precisam intensificar o problema, para, durante as campanhas eleitorais – o único período no qual eles tem algum tipo de contato com a população – vender a ilusão da solução. Solução que acaba sempre ficando para o futuro. E assim os políticos vão indefinidamente se perpetuando no poder, deliberadamente intensificando os problemas que afligem a sociedade civil, para prometer, então, uma resolução milagrosa, que será aplicada, tão logo o imbecil for eleito.

Quando, na verdade, os interesses da classe política são estes, e unicamente estes:

- Perpetuarem-se no poder

- Arregimentar influência política

- Enriquecer ilicitamente

- Formar cartéis e oligarquias criminosas

Quem é incapaz de perceber isso, com toda a certeza, merece um atestado de burrice. E é também digno de pena.        

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Sobre Mim

Sobre Mim

O Ultraconservador é um reacionário cristão antissocialista, anticomunista, antimarxista e antiestatista. Um indivíduo sem medo do establishment socialdemocrata ditatorial, corrosivo e totalitário. É colaborador de periódicos (jornais e revistas) e portais eletrônicos do Rio Grande do Sul, Paraná e São Paulo.