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A ditadura globalista do coronavírus avança rapidamente

A ditadura globalista do coronavírus avança rapidamente

A cada dia que passa, a sórdida e nefasta ditadura do coronavírus fica mais agressiva, feroz e implacável. O que não faltam são pretextos, prerrogativas e desculpas de governos do mundo inteiro para atacar, reprimir e dilacerar as liberdades individuais dos cidadãos. E o pior de tudo, com a total complacência e condescendência da população.

Recentemente, o governo da Nova Zelândia, liderado pela primeira-ministra Jacinda Ardern, anunciou que pretende levar para campos de detenção todos os indivíduos suspeitos de estarem infectados com o coronavírus. Quem oferecer resistência e se recusar a fazer os testes será igualmente conduzido — de forma totalmente compulsória — aos campos de quarentena. O governo, portanto, se reserva o criminoso direito de usar de coerção violenta para "incentivar" os indivíduos a serem testados. A Nova Zelândia teve até o presente momento apenas 25 mortes confirmadas de covid-19, o que faz a adoção de medidas autoritárias para combater a suposta pandemia serem totalmente injustificáveis e irracionais. Fica evidente, portanto, que a humanidade inteira está sendo subjugada a um nefasto e despótico projeto de poder, que não tem relação nenhuma com a segurança da população, mas com controle.

Da mesma maneira, recentemente, o governo britânico afirmou que pretende testar todos os habitantes da grande cidade de Liverpool. O próprio exército ficou encarregado de fiscalizar e auxiliar as operações. Em breve, esses testes serão ampliados para o país inteiro. Os testes serão realizados com kits de amostragem rápida, cujo resultado fica pronto em aproximadamente uma hora.

Evidentemente, não há dúvidas de que isso é simplesmente a ditadura do coronavírus se alastrando para o resto do mundo, de forma gradual, porém contínua. Essa ditadura dos grandes conglomerados farmacêuticos — aliados às oligarquias do sistema financeiro internacional — aos poucos restringe liberdades, condiciona as pessoas a aceitarem medidas draconianas de governos cada vez mais autoritários, e acostuma a humanidade a aceitar imposições arbitrárias que jamais seriam aceitas em condições normais. Gradualmente, todos são sutilmente subjugados, julgando erroneamente que algum dia terão suas liberdades de volta.

Infelizmente, isso é apenas o início de uma série de atentados contra as liberdades individuais, que serão implementados sempre com a "melhor" das justificativas e a mais "louvável" e "altruísta" das intenções. Infelizmente, as massas ignóbeis da humanidade continuarão a aceitar esse festival de imposições absurdas, em decorrência de ostensiva doutrinação e lavagem cerebral.

A Europa já começou uma nova onda de lockdowns, quarentenas e restrições draconianas, que possivelmente ficarão mais severas e tirânicas nos meses vindouros. Aqui no Brasil, da mesma forma, estaremos totalmente suscetíveis as mesmas medidas, depois das eleições. Uma segunda onda, no entanto, era prevista. As eleições foram o principal motivo pela qual as restrições foram suavizadas, e a "crise" do coronavírus foi severamente abrandada. Depois que o período eleitoral passar, no entanto, é evidente que a ditadura do coronavírus ficará mais severa e autoritária aqui também.

Infelizmente, a maioria das pessoas parece ser incapaz de acordar, não importa o quanto tentamos despertá-las para a realidade. A única certeza que podemos ter, no presente momento, é a inevitável tendência dessa situação piorar drasticamente, daqui para frente.

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Sobre Mim

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O Ultraconservador é um reacionário cristão antissocialista, anticomunista, antimarxista e antiestatista. Um indivíduo sem medo do establishment socialdemocrata ditatorial, corrosivo e totalitário. É colaborador de periódicos (jornais e revistas) e portais eletrônicos do Rio Grande do Sul, Paraná e São Paulo.