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A ditadura do coronavírus vai terminar quando houver maciça desobediência civil e insurreição popular

A ditadura do coronavírus vai terminar quando houver maciça desobediência civil e insurreição popular

Por mais que eu não apoie a violência, é inegável o fato de que ela pode servir como uma ferramenta útil de resistência da população contra a tirania do estado. O governo não respeita quaisquer restrições de forma civilizada, portanto a maneira mais eficiente de preservar liberdades individuais é usando recursos como a desobediência civil e a insurreição popular. Só assim o estado pode recuar e deixar a população com mais liberdade para gerenciar suas vidas, seus negócios e administrar suas questões primordiais. 

Felizmente, os brasileiros em algumas cidades do país — exauridos com a injustificada tirania dos governos estaduais — passaram a reagir de forma pontual e efetiva contra a ditadura do coronavírus. E estão recorrendo a desobediência civil e a insurreição intransigente, porque perceberam que o estado é completamente indiferente às necessidades da população. Para terem sua liberdade de volta, portanto, os cidadãos decidiram protestar ativamente contra os opressores governos estaduais. 

Em Búzios, na segunda metade de dezembro, manifestantes protestaram bloqueando uma das principais vias de acesso da cidade. Como Búzios é uma cidade turística — e o verão é o período mais lucrativo para essa região — o setor de hotelaria, restaurantes e tantos outros que dependem da livre circulação de turistas para ter receita exigiram a restauração da normalidade, para poder operar livremente, e assim obter faturamento. 

Igualmente exasperados com a ditadura do coronavírus, mais recentemente a população de Manaus protestou ativamente na capital amazonense — ocupando e paralisando determinadas ruas do centro da cidade — exigindo que o governador Wilson Lima revogasse as restrições absurdas impostas à população, que foi severamente oprimida e castigada pela inflexível e restritiva tirania sanitária. 

Tanto Manaus quanto Búzios obtiveram êxito nas respectivas manifestações, ao exigir a revogação das restrições impostas por ditadores que — além de não serem produtivos — vivem dos dividendos, confiscados através de impostos, de todas as pessoas que eles estavam impedindo de trabalhar, por conta de uma ditadura sanitária irracional e sem sentido. 

Brasileiros cansados da ditadura do coronavírus devem fazer exatamente isso. Se rebelar, protestar, se insurgir, recorrer à desobediência civil. Quando as pessoas se unem e se juntam em quantidades significativas — tendo assim efetivo poder de barganha para ameaçar os ditadores que arbitrariamente usurparam seus direitos inerentes, fazendo-os temerem a turba furiosa e ressentida — a liberdade pode ser recuperada.  

Exemplos como os citados acima mostram que a ditadura do coronavírus pode ser ativamente combatida, se a população se unir e se insurgir contra o maligno e ditatorial sistema que a oprime, a impede de trabalhar e suprime os seus direitos mais básicos, como liberdade para ir e vir, produzir, comprar e vender. 

De nada adianta salvar as pessoas de um vírus, mas ao mesmo tempo, tentar matar todas elas de fome. Toda essa depravação totalitária nunca fez sentido algum desde o seu princípio. A ditadura do coronavírus é simplesmente um deplorável e desgastante jogo de poder e controle, e a população só vai começar a conquistar vantagens substanciais nesse cenário de guerra assimétrica quando se rebelar contra o sistema e os ditadores totalitários que tão insistentemente buscam prejudicá-las.

Búzios e Manaus começaram suas revoluções na gloriosa luta pela liberdade. Que mais cidades sigam esse magnífico e fantástico exemplo de coragem e combate ao autoritarismo estatal.  

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Sobre Mim

Sobre Mim

O Ultraconservador é um reacionário cristão antissocialista, anticomunista, antimarxista e antiestatista. Um indivíduo sem medo do establishment socialdemocrata ditatorial, corrosivo e totalitário. É colaborador de periódicos (jornais e revistas) e portais eletrônicos do Rio Grande do Sul, Paraná e São Paulo.